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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Verdes = Nazis

Não é possível imaginar até onde chegam as ideias destes tretas Verdes! Vejam o filme abaixo, sobre a campanha 10:10. Mas atenção: preparem-se para ficar maldispostos! Não digam que não vos avisei... Nem o Hitler tinha acesso àquele botão!!!

Depois, façam chegar aos representantes portugueses, portugal@1010global.org, as V/ opiniões...



Actualização: Estes terroristas de meia tigela pensavam que conseguiam safar-se disto. Apagaram o vídeo. Felizmente, a Resistência já têm várias cópias, e a memória verde-negra será preservada!!!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Será Monbiot um ateísta ecológico?

George Monbiot é um activista inglês, que escreve regularmente no Guardian. É profundamente admirado pelos outros seguidores da Religião Verde. O problema é que, ultimamente, Monbiot parece estar a querer pensar por si próprio, sem papaguear os pensamentos extremistas. Um dos seus últimos artigos evidencia que uma das melhores esperanças para a próxima cimeira de Cancún é a de que os participantes não adormeçam durante as reuniões...

Monbiot assumiu há muito que o vegetarianismo era a solução. Ele até experimentou durante 18 meses, mas desistiu depois de problemas de saúde e na iminência da loucura... Agora, perante os argumentos de Simon Fairlie, Monbiot admite que estava errado no seu posicionamento a favor do vegetarianismo.

Tudo porque no seu último livro, "Meat: A Benign Extravagance", Simon Fairlie desmonta muitos argumentos associados à pecuária... Um deles é a redução da importância do porco, curiosamente também banido por outras religiões, que não a verde. Outro argumento desmistificado é a de que são necessários 100 mil litros para produzir um quilo de bife: afinal, o valor parece ser três ordens de magnitude inferior! Também estima que a contribuição da pecuária para as emissões mundias é de cerca de 10%, contra os 18% estimados pelas Nações Unidas, valor com o qual já havíamos gozado aqui. Afinal, se o valor de Fairlie estiver correcto, nós humanos respiramos quase tanto CO2, quanto o total associado à pecuária.

A esta velocidade, Monbiot vai engolir muitos mais sapos... Mas pelo menos assume-os, o que é de louvar! Será que se vai tornar num ateísta ecológico, enquanto outros insistem na ladainha?

domingo, 19 de setembro de 2010

Porquê votar nos Verdes?



É uma amostra à "boca das urnas" na Austrália. Por cá deve ser mais ou menos parecido...

terça-feira, 7 de setembro de 2010

O comboio real

O Príncipe Carlos é um dos maiores tretas da Religião do Aquecimento Global. Já aqui nos referimos às suas previsões, e segundo a minha interpretação das suas contas, faltam 82 meses antes da destruição ser irreversível, em Julho de 2017. Vimos depois como o bocejo é até uma reacção animada aos seus discursos...

Carlos tornou-se tão eco-chato, que até agora os ecologistas puro e duros o criticam! Não é que o Carlos sacou do seu comboio real para ir pregar como se devia andar a pé ou de bicicleta??? Ele conseguiu arranjar oito carruagens, para levar 14 pessoas, por um périplo pelo Reino Unido.

Os ecologistas até já fizeram as contas: Carlos tem uma pegada ecológica cem vezes superior ao de outras pessoas do Reino Unido! Porque não irá ele de bicicleta? Sérá que sabe andar nelas...

domingo, 5 de setembro de 2010

Os buracos da Arrábida

O Expresso divulgou ontem um conjunto de fotos notáveis sobre os buracos que inundam a Arrábida. Os mesmos são resultantes das pedreiras comuns na zona. Infelizmente, elas são necessárias, mas o seu impacto deveria ser sempre minimizado. Em termos paisagísticos, elas são apenas muitas vezes visíveis a partir do ar, mas isso muitas vezes é o que interessa menos. Como se pode ver pela sequência de fotos, o levantamento de poeiras é um problema sério. E outros problemas ainda mais sérios certamente se levantarão. Em vez de andarem entretidos com o dióxido de carbono, os ecologistas deveriam procurar imagens fortes como estas. Porque uma imagem vale por mil palavras...

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

O mártire James Lee

É a notícia das últimas horas. James J. Lee tomou reféns no edifício da Discovery Communications, responsável nomeadamente pelo Discovery Channel. Este mártire, um discípulo do Al Gore, tem um manifesto na Web, que é absolutamente repugnante ler! E donde veio a iluminação dele?

Lee said at the time that he experienced an "awakening" when he watched former Vice President Al Gore’s environmental documentary "An Inconvenient Truth."

Sigam as actualizações no blog do Anthony Watts...

Actualização: Não devemos deixar de meditar como este caso pode ser a materialização do endoutrinamento do profeta Gore:

Bjorn Lomborg

Anda por aí uma notícia, propagada aparentemente pela LUSA, de que Bjorn Lomborg advoga a criação de um fundo de 100 biliões de dólares por ano, para salvar o planeta do Aquecimento Global. Estas notícias tentam sobretudo transmitir a ideia de que Lomborg é um céptico convertido aos alarmistas...

Mas Bjorn Lomborg não é um céptico sequer. Ele é um cientista político, bem falante, como já nos referimos aqui. É um vegetariano, esquerdista e homossexual assumido, sendo que antes de ser conhecido nunca tinha publicado um artigo científico sequer nas áreas do Ambiente, e até era apoiante da Greenpeace, com o objectivo de salvar o Mundo. E acredita piamente no Aquecimento Global, conforme afirmou no seu livro "Cool It" de 2007: "Global warming is happening. It's a serious and important problem..."

Um dia, Lomborg viu na Wired um artigo sobre Julian Simon, a quem já aqui nos referimos no blog. Lomborg, que também era professor de Estatística na altura, nem queria acreditar na história. E deu uma tarefa aos seus alunos: eles analisariam o trabalho do economista de direita, Julian Simon, e "provariam" que ele havia manipulado e distorcido os dados estatísticos, por forma a provar que o Mundo não estava efectivamente a ficar melhor da perspectiva ambiental, conforme Simon advogava.

Para grande surpresa de Lomborg, os seus alunos provaram o contrário: que Simon havia tratado correctamente os dados! Os alunos provaram ainda que quem havia manipulado os dados eram essencialmente as ONGs, que Lomborg tanto admirava! Daí até escrever o livro "The Skeptical Environmentalist" foi um passo. O livro desencadeou a fúria dos ecologistas, e ele foi agredido, investigado e julgado, mas sobretudo vítima de inúmeros ataques ad-hominem nos Media e na Internet.

Até Pachauri detesta o homem. Numa entrevista de 20 de Abril de 2004, ao jornal dinamarquês Jyllands-Posten, Pachauri comparou Lomborg a Adolf Hitler:

What is the difference between Lomborg’s view of humanity and Hitler’s? You cannot treat people like cattle. You must respect the diversity of cultures on earth. Lomborg thinks of people like numbers.

No dia seguinte, as reacções aos termos de Pachauri foram de condenação, embora Lomborg levasse na mesma tabela. Do episódio pouco reza a história... Pachauri negou depois a responsabilidade por tais afirmações, mas o repórter Lars From, do jornal dinamarquês confirmou as afirmações.

Resumindo, Bjorn Lomborg é uma voz muito inconveniente. Mas numa altura em que o IPCC está debaixo de fogo, esta notícia serve para divergir as atenções. Na verdade, nem sequer os ecologistas querem acreditar, mas que dá jeito, dá!

Actualização: Surpreendentemente, depois de o comparar a Hitler, Pachauri agora até o incentiva: "This book provides not only a reservoir of information on the reality of human-induced climate change, but raises vital questions and examines viable options on what can be done"

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Fechar a auto-estrada, por 3 anos?

Agora que os fogos florestais estão quase a acabar, os abutres já se posicionam. Aliás, como diz o motto do blog, eles interessam-se por coisas menores, como os mexilhões ou uns quantos sobreiros. É claro que ninguém gosta que um dos seus desapareça, mas esta fixação devia ser extensível aos milhares e milhares de árvores que desaparecem todos os anos em Portugal...

Os abutres vieram agora dizer que os incêndios, até 15 de Agosto, representam 1.1 milhões de toneladas de CO2. Os Media, que adoram estes abutres, papaguearam rapidamente a notícia. E para compreendermos a inacção dos ecologistas, medite-se por exemplo na comparação, que eles próprios efectuam, com a deslocação de 29 milhões de carros entre Lisboa e Porto. Segundo os dados da Brisa já de 2010, o TMD (Tráfego Médio Diário) da A1 foi 29317 veículos, pelo que contas aproximadas apontam para emissões de CO2 próximas de 3 anos de auto-estrada Lisboa Porto. Em vez de fecharmos a auto-estrada Lisboa-Porto, também podíamos cortar nos cafés... É que as emissões dos fogos foram tão grandes quanto o consumo de 52380952380 cafés, o que a dividir por 10 milhões de Portugueses, 1 café por dia, significaria que ninguém (bébés incluídos) tomaria café durante mais de 14 anos...

Perante estas aberrações, Francisco Ferreira da Quercus ainda consegue ter a lata de dizer que "não é muito". Pessoalmente, prefiro olhar para quem tenta fazer o cálculo dos custos. O DN admite que "Incêndios já custaram mais de 358 milhões de euros", com uma contabilização interessante. Outros fazem cheque-mate aos políticos, com um "Fazer pior que Sócrates é difícil". Em qualquer caso, a contabilização final será muito maior, porque ninguém conta tudo, como o tempo dos automobilistas que foram obrigados a parar no meio da auto-estrada, porque a indústria dos fogos fez lá aterrar um helicóptero, duas vezes sem necessidade...

domingo, 29 de agosto de 2010

Reportagem sobre Aquecimento Global


Saiu mais uma reportagem a desmontar o Aquecimento Global. Tudo no contexto da luta desenfreada que se desenvolve por estes dias e semanas em Washington. O vídeo dá igualmente uma perspectiva histórica do ambientalismo. Nada que já não tenhamos abordado aqui no blog, como é o caso de Paul Ehrlich. Recomenda-se todavia a sua visão integral, até porque não é tão longo assim...

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Cobarde Cameron

James Cameron é um realizador de cinema muito conhecido. Há uns meses, resolveu disparatar em todas as direcções:

"That's right," Cameron said. "I want to call those deniers out into the street at high noon and shoot it out with those boneheads."
Turning more serious, he added: "Anybody that is a global warming denier at this point in time has got their head so deeply up their a** I'm not sure they could hear me."

Os representantes de Cameron desafiaram há umas semanas Marc Morano, Ann McElhinney e Andrew Breitbart, para um debate na conferência AREDAY, uma conferência sobre a economia verde... Os cépticos não se intimidaram. Cameron queria que esse debate fosse efectuado no final da conferência, e fosse transmitido em directo na Internet. Cameron estava até entusiasmado com a presença dos Media, naquilo que antevia fosse uma goleada...

Morano e companhia aceitaram as condições. Mas Cameron começou a mudar de ideias. Primeiro quiseram mudar a equipa deles; Morano et al. não se importaram. Mudaram o formato do debate. Proibiram as filmagens do lado dos cépticos, e estes acabaram por concordar. Depois, proibiram o vídeo, e mais à frente Cameron baniu a presença dos Media. Depois, até tentou banir a audiência, permitindo apenas a presença dos conferencistas. Não haveria também transmissão na Internet.

Sábado, um dia antes do debate, o cobarde e hipócrita Cameron cancelou o debate. Morano ainda ia a voar para a conferência. Morano ainda fez uma apresentação que era suposto durar 90 minutos, mas os trigloditas alarmistas boicotaram a sua apresentação. O nível desceu ao ponto do relato seguinte:

One participant confused carbon dioxide with carbon monoxide. She suggested I kill himself by driving my car into my garage and then close the doors with the engine running. I twice attempted to explain to the ARDAY conference participant that there was a difference between carbon dioxide -- a harmless trace essential gas we exhale from our mouth-- and toxic carbon monoxide, but to no avail. I sadly shook my head and told the audience: "Wow, what a warm welcome I have gotten here."

Actualização: Notícia em desenvolvimento no Watts Up With That.
Actualização 2: Começam a ser conhecidos os contornos das cambalhotas dos representantes de Cameron.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

As promessas falhadas de Patrick Barkham

Os leitores enviam-me histórias deliciosas. Como a de Patrick Barkham, um jornalista do alarmista Guardian, que prometeu no final de 2009, não comprar uma única peça de roupa durante todo o ano de 2010. Não estava motivado pela crise económica que vivemos, mas sim pelo desejo de cortar nas suas emissões de CO2... Para isso contava com o seu extenso guarda-roupa!

Durante seis meses, Patrick conseguiu aguentar a pressão! Ou quase, porque em Março teve que comprar uns boxers em segunda mão, que nem sequer lavou! Mas pouco depois, numa viagem ao País de Gales, deparou com mau tempo, e lá teve que comprar uma gabardine... E lá se foi a promessa!

domingo, 8 de agosto de 2010

Seis milhões de peixes mortos


Estima-se que seis milhões de peixes e outros animais tenham morrido nos últimos dias nos rios e lagos da Bolívia. De frio. A mortandade, que podem ver no vídeo acima, nunca foi de tão grande magnitude no passado, como os vários relatos do vídeo enfatizam. Recorde-se que esta vaga de frio está associada ao frio que relatamos anteriormente no Peru e Brasil, sendo que esta é necessariamente uma grande catástrofe ecológica. Da qual, os ecologistas fugirão a sete pés!

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

A Fé do Aquecimento Global

No seguimento do post da última quarta-feira, sobre Espiritismo e Ecologia, começo aqui uma série de posts sobre a doutrina do Aquecimento Global. Embora não sendo um especialista sobre Religiões, farei uma aproximação às evidencias de proximidade entre os dois conceitos.

Um conceito central nas religiões é o da . A Fé é um conceito bem expresso pelas palavras de Francisco Ferreira, na entrevista com o saudoso Rui Moura, em que o primeiro debita um "Tomara eu acreditar no que diz", que mereceu de Rui Moura pronta resposta: "A Ciência não é de acreditar e não é, digamos, uma Religião. Na Religião é que há quem acredite e quem não acredite. Isto aqui tem que se provar!"

Os alarmistas gostam de utilizar o nome da ciência, mas não gostam do seu método. Proclamam o Aquecimento Global, assim como proclamaram o Arrefecimento Global há umas décadas atrás. Para eles não há lugar ao cepticismo; para os restantes, há que acreditar no Aquecimento Global, e ponto final. Mesmo para o clero, o que interessa é existir uma forte convicção de que algo seja verdade, como o demonstra, por exemplo, a activista do Greenpeace nesta célebre reportagem.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Espiritismo e Ecologia


André Trigueiro é um dos jornalistas ecochatos mais conhecidos do Brasil. Apresenta o programa "Cidades e Soluções", dos quais o vídeo acima é um exemplo de ecochatice, conforme os leitores habituais deste blog podem constatar, neste caso sobre a falácia dos empregos verdes.

Este post visa todavia destacar um dos contributos essenciais de Trigueiro, o seu livro "Espiritismo e Ecologia". Os leitores habituais já estão conscientes da nova religião que o Aquecimento Global representa, bem como dos seus profetas. Mas Trigueiro vai mais longe, identificando os muitos pontos em comum que existem entre o Espiritismo e a Ecologia. Fica uma lista com os capítulos do livro do líder desta seita:
  • O Espiritismo em frases de efeito
  • Sinais de alerta
  • Espiritismo e Ecologia
  • No fervilhar do século XIX
  • Kardec e Haeckel
  • A ciência espírita
  • A ciência ecológica
  • Construindo pontes de afinidade
  • O planeta está dentro de nós
  • Em busca da sustentabilidade
  • Senso de urgência
  • Lei de Destruição
  • Poluição e Psicosfera
  • Consumo consciente
  • Mídia, Criança e futuro
  • O consumo segundo o Espiritismo
  • Sustentabilidade como valor espiritual
  • Um planeta vivo?
  • Uma nova chance para o amor universal
  • Enquanto isso, nos centros espíritas
  • Um pequeno dicionário ambiental

sábado, 31 de julho de 2010

Conversa da Treta


No dia em que o actor António Feio foi a enterrar, referencio aqui um post de há um ano atrás, em sua homenagem. Não deixem de ver o vídeo na íntegra, e apreciar as tretas da ecologia, pelo António Feio e José Pedro Gomes.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Tim Flannery exposto

Já aqui falamos dos azares que rodeiam os pseudo-adivinhos como Tim Flannery. Eles bem queriam enfiar a cabeça num buraco, como o faz a avestruz, mas tem que ser chamados à razão!

Foi o que lhe aconteceu numa entrevista numa rádio australiana, no mês passado. Se não quiserem ouvir, podem ver a transcrição aqui. A conversa decorreu com Andrew Bolt, que havia exposto o tretas Flannery neste post, com a transcrição das suas previsões aberrantes. Duas das mais aberrantes incluem:

A qualidade destes tretas mede-se pela forma desplicente como respondem às perguntas. Veja-se como Flannery responde às afirmações que produziu relativas à subida do nível dos mares, de 25 metros:

Bolt: You warn about sea level rises up to an eight-storey building. How soon will that happen?
Flannery: Asking that question is it’s a bit like asking a stock analyst when the next stock market crash is going to happen and how big it’s going to be. No one can. We can all see the underlying weakness in the market in the months before the crash..
Bolt: Thousands of years?
Flannery: Could be thousands of years.
Bolt: Tens of thousands of years?
Flannery: Could be hundreds of years.
Bolt: Hundreds of years?
Flannery: It could be hundreds of years. The thermo- dynamics of ice sheets are very, very difficult to predict., but what we do know when we look back is the fossil record is that when the world is a degree or two warmer than it is now seal levels rise very significantly - between four and 14 metres above where they are. We can’t say how long it takes for that rise to happen because the fossil record just isn’t good enough, it isn’t accurate enough…

sexta-feira, 23 de julho de 2010

O grande Obama

Já aqui nos referimos muitas vezes ao grande Obama. Em particular, o presidente americano tem o dom de enfurecer os ambientalistas, que o esperavam como um salvador! O Andrew Revkin escreve no New York Times aquilo que já havíamos referenciado (realces da minha responsabilidade):

Clearly there are many forces impeding congressional action on climate besides a lack of presidential assertiveness, but here are some things that Obama has not done:

- He has not given a substantial speech focused on the responsibility of the world’s greatest emitter of greenhouse gases to face up to the long-term risks posed by the rising human influence on the climate system and pursue the opportunities that lie in a sustained “energy quest.” There is a path toward action that can avoid the paralysis around the cap-and-trade concept that has become the best friend of stasists seeking status-quo energy policy. Perhaps after the November elections, the path toward a new framing on the climate issue is possible. We’ll see.

- He has not invited a variegated stream of researchers and analysts of climate science and policy to the White House. Whatever you think of the climate policies of President George W. Bush, at least he did this in his first year, forcing his cabinet — not lower functionaries — to sit through something like a dozen sessions of what amounted to “Climate 101.”
(...)
- Obama has also failed to challenge fossilized foes of meaningful action on energy and climate change, from Senator James Inhofe to the many conservative columnists — along with some liberals — who’ve distorted the American discourse on climate into an either-or debate over beliefs little different than that on abortion or gun rights.

Os alarmistas mais radicais falam do falhanço da presidência de Obama. A revista Rolling Stone já efectuou as condolências à legislação climática, declarando que descanse em paz! Muitos mais artigos são de leitura obrigatória, para perceber como eles estão aflitos! Mas, será que, será que o Obama é um céptico?

terça-feira, 20 de julho de 2010

Hipócrito Stephen Schneider morreu

Stephen Schneider morreu ontem de ataque cardíaco num avião. Não iria abordar aqui a sua morte, porque ele efectivamente não deixa saudades, conforme os leitores habituais do blog têm constatado com os posts com ele relecionados. Não fosse o depoimento de Phelim McAleer, director do documentário "Not Evil Just Wrong". Na sua dedicatória, McAleer, não deixa de esclarecer as características hipócritas do troca-tintas Schneider, que morreu no meio de transporte supostamente mais prejudicial do ambiente. Mas esta foi apenas um das suas muitas hipocrisias...

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Onde não dá um cemitério, dá um Freeport

A notícia de hoje do Público é eloquente sobre como se gere o Ambiente em Portugal. Na sequência da construção da ponte Vasco da Gama, o estuário do Tejo foi alvo de medidas de protecção ambiental acrescidas, sobretudo em função das reservas das autoridades comunitárias. Dois ou três anos antes da vergonha da aprovação do Freeport, veio-se agora a saber, o Instituto de Conservação da Natureza (ICN) negou à Câmara Municipal de Alcochete (CMA) a intenção de instalar um cemitério no mesmo local.

A justificação para tal decisão foi a da "pressão humana" que tal equipamento iria gerar numa zona ambientalmente sensível. Tal é o depoimento de Vítor Carvalheira, responsável pelo sector de gestão urbanística da Câmara de Alcochete, que acrescentou que para o ICN tal cemitério "contrariava o espírito" da Zona de Protecção Especial (ZPE) do Estuário do Tejo e "provocaria o aumento da densidade humana". O resto é história, com 75 mil metros quadrados de outlet, e promessas de meio milhão de pessoas, logo no primeiro ano de actividade, a não serem concerteza tão "densos"... E também não interessou que "o Freeport estava a cem metros da zona mais sensível da ZPE, lamas e sapais", segundo garante o antigo director da Reserva Natural do Estuário do Tejo (RNET), António Antunes Dias. Ou muito me engano, ou para a semana, com o término do segredo de justiça do caso Freeport, mais coisas se vão ficar a saber!

sábado, 10 de julho de 2010

Contas, como deve ser, do ministro

Ouvi ontem o ministro António Mendonça na rádio e gostei. Mas fiquei logo a pensar como iria um país reagir a contas como deve ser. As palavras do ministro foram cruas e cruéis (realces da minha responsabilidade):

Depois de começar a sua intervenção na Comissão Parlamentar das Obras Públicas a dizer que, tendo em conta o custo de passageiro/ano da Linha do Tua (que atinge os 29 mil euros) "quase mais vale dar um carro a cada um" dos utentes, António Mendonça considerou que "é preciso encontrar sistemas de transportes adaptados às necessidades de cada época, numa base objectiva, que deve ter uma referência económica, ambiental e energética".

Já no passado observamos aqui (1)(2)(3)(4) a barraca que é a linha do Tua. O problema dos ambientalistas não é a linha do Tua, onde aliás a grande maioria deles nunca pôs, nem porá, os pés. O que eles pretendem evitar é a construção da barragem. Aliás, as contas do Mendonça deviam ser feitas para outras barracas nacionais, sabendo por exemplo quanto custou cada utente do Parque Arqueológico do Vale do Côa, nomeadamente em função da energia não produzida?

É por isso que os Media praticamente não deram cobertura a esta notícia. É inconveniente. É difícil interpretar contas tão simples! Mas, se alguém colocar uns mexilhões lá no rio, podem apostar que vão noticiar com grandes parangonas...