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sábado, 23 de Julho de 2011

Cristo, tende piedade deles

Um leitor enviou-me esta referência do alarmista Público, onde fui ver o que se passava. O artigo versava sobre a opinião da ONU, que considera o clima uma ameaça à paz mundial. Mais nonsense da silly season pensei eu; mas deu-me para fixar a imagem que acompanha a notícia, vista doutro ângulo neste post, e ficar a pensar onde já a tinha visto...

Na verdade percebe-se logo que alguém tenta assustar com a subida dos mares. Mas, nos meus conhecimentos de Geografia, reconheci que havia um problema com Taj Mahal. Mentalmente, reconhecia que o monumento fica no centro da Índia, e depois de visitar a página do Wikipedia, confirmei tal facto. Fica a cerca de 800 Km do oceano mais perto. E está a 171 metros de altitude, muito acima de qualquer possibilidade de ser inundada, dado que o degelo de TODO o gelo do Mundo levaria a uma subida máxima inferior a 70 metros!

Fui à procura dos prevaricadores e rapidamente verifiquei que a graça foi da Greenpeace, na passada conferência do clima, em Cancún. Os estúpidos, porque não têm outro nome, juntaram mais uns monumentos, incluindo o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. Os pés do Cristo estão a 709 metros de altitude, pelo que o nível do mar teria que subir aí uns 730 metros para ficar ao nível da figura. Uma ordem de magnitude superior ao máximo possível!

É triste ver pessoas e jornalistas, que não fazem a menor ideia das coisas, a dar voz a este alarmismo estúpido. Algo a que a Helena Geraldes e o Público já muito nos habituaram. Mas temos apenas que ter pena deles; afinal, a estupidez não tem limites!

quarta-feira, 25 de Maio de 2011

Micronesia sea level

A year and a half ago, Tuvalu was complaining. Now, it's Micronesia. They are starting a lawsuit against a Czech coal power plant, in Prunéřov. Greenpeace has gotten involved, and in there own words:

The landmark legal paper, written by FSM, Greenpeace and the Environmental Law Service, and presented today at the Threatened Island Nations Climate Conference in New York’s Columbia University, offers hope to vulnerable countries on the frontline of climate impacts. FSM is one of many nation states experiencing environmental disasters, such as flooding, tidal surges and destruction of food crops, which are already exacerbated by climate change.

So, lets see what is happening to Micronesia's sea level. As usual, we start in nearby Hawaii, in their GLOSS database, at the University of Hawaii Sea Level Center. The fastest way is to check the monthly graphs for Pohnpei, Yap and Kapingamarangi, displayed below:


Looks like sea level is going up in Pohnpei and Kapingamarangi, but not in Yap. Why might that be? Checking the data and graph in detail, one sees that Yap has all the recent data, but Pohnpei and Kapingamarangi lack data, especially Kapingamarangi, which doesn't show the decline in 2010. Careful analysis of the graphs show that the highest levels in recent years have similar values in the 80s and 90s...

But more data is being concealed. If one grabs the daily data for Yap, and plots all those daily measurements into a graph, you'll get the one below:


There is data since 1969! While there seems to be a growing trend since the beginning of the nineties, the truth is that the highest values since mid-2002 are lower than the higher values in the mid seventies, and lower than several peaks in 1984, 1998, 1999, 2000, 2001 and 2002. The lowest value in 2010 is lower than any value from 1969 till 1980!

terça-feira, 18 de Janeiro de 2011

A Greenpeace é que era

Já no passado nos havíamos referido a Patrick Moore, um dos co-fundadores, e ex-líder da Greenpeace. Saiu agora um livro seu, Confessions of a Greenpeace Dropout, onde fala um pouco da sua experiência. De um jornal da sua terra, Vancouver, Canadá, recolhemos os seguintes excerptos, sobre os quais qualquer ecologista da treta deve meditar:

I joined Greenpeace before it was even called by that name. The Don't Make a Wave Committee was meeting weekly in the basement of the Unitarian church in Vancouver.

In the early days we debated complex issues openly and often. It was a wonderful group to engage with in wide-ranging environmental policy discussions. The intellectual energy in the organization was infectious. We frequently disagreed about specific issues, yet our ultimate vision was largely shared. Importantly, we strove to be scientifically accurate. (...) Despite my efforts, the movement abandoned science and logic somewhere in the mid-1980s, just as society was adopting the more reasonable items on our environmental agenda.

The collapse of world communism and the fall of the Berlin Wall during the 1980s added to the trend toward extremism. The Cold War was over and the peace movement was largely disbanded. The peace movement had been mainly Western-based and anti-American in its leanings. Many of its members moved into the environmental movement, bringing with them their neo-Marxist, far-left agendas. To a considerable extent the environmental movement was hijacked by political and social activists who learned to use green language to cloak agendas that had more to do with anti-capitalism and anti-globalization than with science or ecology.

A lot of environmentalists are stuck in the 1970s and continue to promote a strain of leftish romanticism about idyllic rural village life powered by windmills and solar panels. They idealize poverty, seeing it as a noble way of life, and oppose all large developments. James Cameron, the multimillionaire producer of the most lucrative movie in history, Avatar, paints his face and joins the disaffected to protest a hydroelectric dam in the Amazon.

quinta-feira, 6 de Janeiro de 2011

Philips, Greenpeace, e lâmpadas economizadoras

Um leitor habitual enviou-me um link para um post, em que se expõe as reais motivações por detrás da imposição da utilização de lâmpadas economizadoras. A ideia era simples: para a Philips, as lâmpadas incandescentes eram demasiado baratas para gerarem lucro substancial, sobretudo com a competição dos chineses. Por isso, impõe-se lâmpadas diferentes, cujas patentes se controlam, obtém-se o Ámen dos ecologistas, leia-se Greenpeace. Todavia, mesmo assim, ninguém comprava as lâmpadas...

Por isso, em 20 de Março de 2007, os legisladores holandeses, pressionados pelo lobby Philips/Greenpeace, aprovaram uma proposta para banir as incandescentes. E incumbiram a Ministra do Ambiente, Jacqueline Cramer, de extender a proibição ao resto da Europa... A tarefa até foi simples, e rapidamente a proibição a nível europeu foi decretada!

Este é apenas mais um exemplo simples de que não é a protecção do ambiente a motivação desta cambada, mas antes a manutenção, ou mesmo subida, dos lucros. E nós, portugas, ainda compramos a ideia, como é o caso do Município de Seia, que se propõe distribuir gratuitamente 200000 lâmpadas destas pelo Concelho. E eu e você, leitor, é que pagamos toda esta palhaçada...

sexta-feira, 8 de Outubro de 2010

Campanha de terror

Antes de irmos para fim-de-semana, onde vamos ser inundados com as tretas do 10:10, podemos voltar a ver os filmes mais idiotas, que fomos aqui referenciando ao longo destes últimos anos:

10:10 explode com criancinhas
Terroristas da WWF mandam aviões contra as Torres Gémeas
Quercus suicida biodiversidade
PlaneStupid lança ursos polares sem para-quedas
GreenPeace enjoa Pai Natal
ACT ON CO2 conta história da carochinha

quinta-feira, 2 de Setembro de 2010

Neve em Agosto

Enquanto nós por cá beneficiamos ainda de um calor bastante razoável (e que eu espero se vá mantendo), por outras paragens, parece que vamos directos para o Inverno. Segundo as estimativas da NOAA, vai haver frio a valer.

Na verdade, a neve já recomeçou a cair em Agosto. Tal aconteceu por exemplo na Escócia. Nos Alpes, a coisa é ainda mais escandalosa, com algumas estações de esqui a pensarem abrir já no próximo fim de semana... Em algumas estâncias caiu mais de meio metro de neve! Como a imagem acima (de hoje) documenta, algumas estão mesmo já prontinhas...

Noutros locais, outros sofrem das agruras do tempo. Como é o caso dos activistas da Greenpeace que tomaram de assalto a plataforma Stena Don. Como se pode ler nos diários da própria organização, não há dúvidas sobre as razões que os levaram a abandonar o protesto:

Well, that was dramatic. Yesterday afternoon, the seas started churning and our huge banner on the oil rig was twisting and flapping as a gale blew up.
(...)
The weather forecast on the screen on the bridge looked ominous – lots of grim symbols over the coast west of Greenland – while a quick duck outside had my eyes watering with the cold.
(...)
But now a freezing gale has stopped us. Anybody who saw the images of our camp under the rig will appreciate how harsh the conditions were last night for the guys.
(...)
Last night was freezing and now the sea below us is churning and the wind is roaring.

quarta-feira, 1 de Setembro de 2010

Bjorn Lomborg

Anda por aí uma notícia, propagada aparentemente pela LUSA, de que Bjorn Lomborg advoga a criação de um fundo de 100 biliões de dólares por ano, para salvar o planeta do Aquecimento Global. Estas notícias tentam sobretudo transmitir a ideia de que Lomborg é um céptico convertido aos alarmistas...

Mas Bjorn Lomborg não é um céptico sequer. Ele é um cientista político, bem falante, como já nos referimos aqui. É um vegetariano, esquerdista e homossexual assumido, sendo que antes de ser conhecido nunca tinha publicado um artigo científico sequer nas áreas do Ambiente, e até era apoiante da Greenpeace, com o objectivo de salvar o Mundo. E acredita piamente no Aquecimento Global, conforme afirmou no seu livro "Cool It" de 2007: "Global warming is happening. It's a serious and important problem..."

Um dia, Lomborg viu na Wired um artigo sobre Julian Simon, a quem já aqui nos referimos no blog. Lomborg, que também era professor de Estatística na altura, nem queria acreditar na história. E deu uma tarefa aos seus alunos: eles analisariam o trabalho do economista de direita, Julian Simon, e "provariam" que ele havia manipulado e distorcido os dados estatísticos, por forma a provar que o Mundo não estava efectivamente a ficar melhor da perspectiva ambiental, conforme Simon advogava.

Para grande surpresa de Lomborg, os seus alunos provaram o contrário: que Simon havia tratado correctamente os dados! Os alunos provaram ainda que quem havia manipulado os dados eram essencialmente as ONGs, que Lomborg tanto admirava! Daí até escrever o livro "The Skeptical Environmentalist" foi um passo. O livro desencadeou a fúria dos ecologistas, e ele foi agredido, investigado e julgado, mas sobretudo vítima de inúmeros ataques ad-hominem nos Media e na Internet.

Até Pachauri detesta o homem. Numa entrevista de 20 de Abril de 2004, ao jornal dinamarquês Jyllands-Posten, Pachauri comparou Lomborg a Adolf Hitler:

What is the difference between Lomborg’s view of humanity and Hitler’s? You cannot treat people like cattle. You must respect the diversity of cultures on earth. Lomborg thinks of people like numbers.

No dia seguinte, as reacções aos termos de Pachauri foram de condenação, embora Lomborg levasse na mesma tabela. Do episódio pouco reza a história... Pachauri negou depois a responsabilidade por tais afirmações, mas o repórter Lars From, do jornal dinamarquês confirmou as afirmações.

Resumindo, Bjorn Lomborg é uma voz muito inconveniente. Mas numa altura em que o IPCC está debaixo de fogo, esta notícia serve para divergir as atenções. Na verdade, nem sequer os ecologistas querem acreditar, mas que dá jeito, dá!

Actualização: Surpreendentemente, depois de o comparar a Hitler, Pachauri agora até o incentiva: "This book provides not only a reservoir of information on the reality of human-induced climate change, but raises vital questions and examines viable options on what can be done"

segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

Dinheiro sujo

Os alarmistas costumam respoder aos argumentos dos cépticos com a tirada baixa de que estes são financiados pelas empresas petrolíferas. O projecto ExxonSecrets da Greenpeace é, aliás, um bom exemplo dos ataques, sem ciência à mistura...

A maioria dos cépticos aliás, como eu, nunca viram financiamento seja de quem fosse. Acreditamos que a verdade não é muitas vezes a transmitida pelos supostos cientistas, quanto mais políticos, e eu não preciso de ser pago para dizer isso!

Agora veio a lume mais um escândalo do Rajendra Pachauri. O maior patrocinador da TERI é afinal a BP India. Para além de providenciar 6 milhões de libras, pagou o jantar e as bebidas de um evento publicitando a obra pornográfica de Pachauri. A BP até acha legítimo o patrocínio do jantar, até porque a associação com Pachauri é longa!

Mas a BP é apenas mais conhecida dos ocidentais. O livro "Return to Almora" foi lançado em Mumbai por Mukesh Ambani, que é apenas o homem mais rico da Índia, patrão da Reliance Industries, um conglomerado de petróleo e gás. As relações aqui também são muito interessantes, com a TERI a atribuir prémios de volta...

Da próxima vez que ouvirem falar que a indústria petrolífera anda a financiar os cépticos, lembrem-se de Rajendra Pachauri.

Actualização: No Falar do Tempo, surgiu um post pouco depois que complementa com mais informação sobre financiamentos...

segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

Monckton vs. Greenpeace

Christopher Monckton é uma raridade mediática, a que já nos referimos aqui mais que uma vez. Nestes vídeos enfia-se no papel de um entrevistador, aos activistas da Greenpeace, e é vê-lo a malhar uma e outra vez, numa cambada de ignorantes, que só sabem papaguear o que outros ignorantes concerteza papagueiam!

quinta-feira, 7 de Maio de 2009

Crise em Espanha

Duas notícias recentes sobre Espanha mostram como as notícias que nos chegam estão completamente controladas por loucos.

A primeira é relativa ao facto das emissões de dióxido de carbono (CO2) terem caído 8% durante o último ano. Tal foi divulgado pela secretária de Estado espanhola para as Alterações Climáticas. É uma melhoria histórica, assim como é histórica a crise que afecta o país vizinho. "O cenário para cumprir Kyoto vai bem", afirmou Ribera, enquanto outros falam já na bancarrota do Estado espanhol. A alguém escapa a correlação entre ambas?

Noutra notícia, a Greenpeace alerta para o facto de que Espanha sofrerá as piores consequências da Europa no que diz respeito à subida da temperatura, com um aumento que será superior ao dobro da média global: 1,5 graus. Mas o que mais me chamou a atenção foi o prognóstico na economia, nomeadamente no turismo e nas pescas. Falam nomeadamente sobre o fecho das estações de esqui, quando a época de esqui deste ano foi certamente a melhor de sempre no país vizinho! Mas o adjectivo apropriado para esta época de esqui é épica, conforme a terceira notícia! Por onde anda a Greenpeace?

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1378778
http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1223430&seccao=Biosfera
www.skiinfo.com/News-104-en.jhtml?aic=161761

quinta-feira, 2 de Outubro de 2008

Computadores tóxicos

Os computadores são uma tecnologia maravilhosa. São muitas as suas vantagens, mas será que também podem ser pestilentos? Um investigador francês, depois de sentir que a sua máquina emitia odores fortes, contactou a Greenpeace, que analisou o equipamento. Foram identificados sete "contaminantes orgânicos voláteis", incluindo estireno e benzeno, e seus derivados. Os efeitos cancerígenos destes elementos são bem conhecidos. O fabricante aparentemente já tinha conhecimento da situação, e diz que está a trabalhar no problema!

www.smh.com.au/news/technology/biztech/rotten-smell-raises-apple-toxin-fears/2008/10/02/1222651250932.html

sexta-feira, 12 de Setembro de 2008

Eco-selvajaria em Portugal?

Recebi uma quantidade de emails relativamente ao post de ontem. Sobre o Hansen e a Greenpeace. Quase todos eles de indignação. Mas um chamou-me a atenção pelo que de óbvio tem: que outros crimes passam agora a ser justificáveis? Alguns foram desde já avançados, outros apanhei-os nos fóruns da net, mas não estou certo que a justiça sequer funcionasse neste cantinho, à beira-mar plantado:

-Um agricultor, visando produzir alimentos mais baratos, fazer um furo numa gasolineira próxima.
-Alguém apanhado a 30Km/h numa auto-estrada, justificar que assim emite menos CO2 que a 150Km/h.
-Um aluno apanhado a furar os pneus do prof, argumentando que a pegada de carbono do prof é superior à dele.
-Um peão a não atravessar na passadeira, a justificar com o maior esforço físico necessário para ir à passadeira, com maiores emissões de CO2.
-Um ecologista que matou todos os porcos de uma suinicultura, argumentando que os bichos libertam imenso metano e ainda poluem a Ribeira dos Milagres.

Porquê? Porque tivemos o lamentável incidente de há um ano atrás, no campo de milho transgénico no Algarve, classificado como ataque terrorista, e nem sequer foi preciso vir cá o Hansen!

PS: A Quercus estará amanhã em Almaraz...

www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=21434

sexta-feira, 13 de Junho de 2008

Greenpeace em tribunal

Aqui ao lado em Espanha, em Múrcia, um grupo de imobiliárias resolveu processar a Greenpeace. A acção já supera os 20 milhoões de euros. A questão reside em que a Greenpeace fez uma fotomontagem da zona de "La Manga del Mar", com a previsível subida do nível do mar, resultante do aquecimento global. Resultado: queda de 50% nos preços dos imóveis.

www.elpais.com/articulo/espana/Inmobiliarias/acusan/Greenpeace/hundir/precios/Manga/elpepiesp/20080610elpepinac_11/Tes

sábado, 26 de Abril de 2008

Mau ambiente na Quercus

As formas de estar numa associação ecologista já tinham sido referidas aqui há dias, nomeadamente por um dos fundadores da Greenpeace. Agora há novela de produção nacional, desta vez na Quercus.

Aline Delgado, a presidente do Núcleo de Lisboa interpôs uma acção judicial contra a Quercus, por não lhe ter sido renovado o contrato que mantinha com a associação ambientalista. Considera estar a ser "perseguida" por ter colocado questões relativas ao financiamento da organização.

Mas o interessante é que tudo começou com um projecto de dois milhões de euros com a CGD. E uma comissão de 10% para o angariador. Estas negociatas dão que pensar!

http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=342210&visual=26
http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=342231&visual=26

terça-feira, 15 de Abril de 2008

O Renegado

Um dos fundadores e Presidente da Greenpeace, Patrick Moore, dá na edição da Newsweek, uma entrevista que todos os ecologistas da treta deviam ler. Para quem não sabe, este Patrick abandonou posteriormente a organização ambientalista.

A melhor parte da entrevista é a forma como ele qualifica os seus ex-colegas: Dos colegas directores, nenhum deles tinha formação científica. Lidavam com questões como químicos, biologia e genética, sem terem nenhuma formação formal nesses temas. Encaminhavam a organização para o que ele define como "ambientalismo pop", o qual utiliza sensacionalismo, desinformação e tácticas de medo, para lidar com as pessoas a um nível emocional, em vez de intelectual.

Dito por quem sabe...

www.newsweek.com/id/131753