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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Pela calada dos gabinetes

A notícia vi-a primeiro na Agência Angola Press. Depois no nosso alarmista Público. Numa época de crise, em que todos somos obrigados a apertar o cinto, a Ministra Dulce Pássaro e a Ministra do Ambiente de Angola, Fátima Jardim, assinaram um memorando de entendimento no âmbito da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre alterações climáticas. Este memorando vem na sequência das decisões de Copenhaga, e visa supostamente a redução de emissões de gases... São três milhões de euros para os Angolanos, por ano!

Este tipo de subsídios a países que estão a lucrar desmesuradamente do preço do petróleo, é simplesmente inaceitável para os contribuintes portugueses! Estamos a pagar os nossos impostos, para a coberto de um não problema, subsidiarmos um país, que provavelmente aproveitará para reforçar as suas participações financeiras em importantes empresas da Economia Nacional. Por isso, interessa que rapidamente Dulce Pássaro explique porque anda a estoirar assim o dinheiro dos contribuintes! Será para coisas deste género que se sobe o Orçamento do Ministério do Ambiente???

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Torrar dinheiro

A nossa Ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, já tinha dado sinal que o que mais gosta de fazer é torrar dinheiro em coisas que nada ajudam ao Ambiente em Portugal. Agora, pela calada da noite, recebi uma nota a indicar que ela continua a insistir! Inaugurou esta sexta-feira passada, na Guiné-Bissau, um sistema de painéis solares para fornecimento de energia eléctrica à Faculdade de Direito de Bissau. Tudo pago pelos contribuintes portugueses!

Como nos nossos Media não vi qualquer referência ao turismo da Pássaro, umas pesquisas na Internet revelam rapidamente o que ela anda a fazer à nossa custa. Na mesma faculdade, deu uma palestra dedicada ao tema "Exportação de resíduos sólidos pelos Estados desenvolvidos e a sua receção pelos Estados em desenvolvimento". E na véspera, assinou dois memorandos de entendimento na área do ambiente e das alterações climáticas. Para torrarmos mais dinheiro...

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

As agruras do Capuchinho Vermelho da Rua do Século

O jornal i adaptou alguns contos populares para "prendar" os ministros do nosso desgoverno. No meio da ficção contam-se algumas verdades... No caso da ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, saiu-lhe o capuchinho (realces da minha responsabilidade):

O Capuchinho Vermelho ia à floresta visitar a avozinha para lhe oferecer delícias de Natal. Mal saiu da sua casa, ali na Rua do Século, perdeu-se. Não sabia de quem eram os terrenos, que estavam cheios de lixo, e ficou logo toda retalhada por silvas e garrafas de óleo. Para piorar as coisas, um camionista que passava por perto lançou uma beata a arder pela janela e tudo à sua volta pegou fogo. Capuchinho Vermelho ficou aflita mas não desistiu. Com o dinheiro do fundo florestal permanente, que descobriu embrulhado na cesta (prenda de Natal do Ministério dos Pequenos e Médios Latifúndios), alugou um Canadair a Espanha (com os contactos privilegiados da Administração Interna) e lá foi cantarolando e lançando jactos de água sobre pinheiros, eucaliptos e pensionistas voluntários.
Quando por fim chegou a casa da avozinha, estava tudo silencioso. Tinha entrado em terrenos privados e ninguém lá punha os pés há pelos menos três gerações. Bateu à porta com energia e anunciou: "Avozinha, sou eu, o Capuchinho Vermelho." "Entra filha", ouviu-se no quarto. Capuchinho estranhou: não era voz trémula da avó. Seria um lobo? Não, que os lobos estão em vias de extinção. Um lince? Também não: morreram todos doentes na fronteira. Quando tudo estava a encaminhar-se para o pior não aparece um, mas milhares de caçadores com licenças de caça acabadinhas de renovar e uma excursão de ambientalistas em BTT. Tanto aparato no meio da floresta salvou o Capuchinho, que conseguiu escapulir-se sem ninguém dar por nada. Como já é hábito: ninguém dá por este Capuchinho.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Ministra do Ambiente de regresso à terrinha

A nossa Ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, parece querer fazer tudo o que um Ministro não deve fazer! Aumenta os consumos de combustíveis, toma café bem longe, etc.

Mas hoje temos mais um exemplo. A ministra participou hoje (presumoconfirmado), a meio da tarde, na abertura solene das aulas da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital (ESTGOH). O presidente da ESTGOH, Jorge Almeida adiantava que este evento seria “um momento de encontro de toda a comunidade da ESTGOH e de recepção a um vasto conjunto de novos alunos”.

Mesmo considerando que ela nasceu lá, precisamos de Ministros para outras coisas! Porque se é para este tipo de coisas, poderiam rapidamente acabar com o aumento do orçamento deste Ministério!!!

domingo, 17 de outubro de 2010

Desgoverno no Ambiente

Enquanto que todos vamos ser sacrificados, nos impostos, na Educação, na Saúde, o Ministério do Ambiente vai ter mais dinheiro para estourar em 2010!!! São uns 400 milhões de euros, que Dulce Pássaro e companhia, poderão distribuir pelos seus... Segundo esta notícia do Público, há mais 20% para gastar no próximo ano!

E para onde vai esse dinheiro todo? O maior aumento, de 325%, vai para o Fundo Português de Carbono, o que quer dizer dinheiro para ser entregue aos estrangeiros... Andamos nós a apertar o cinto para entregar o dinheiro aos outros??? No resto, as propostas são de encanar a perna à rã...

Mas para que serve afinal este Ministério do Ambiente? Não haja ilusões; para além dos exemplos que já evidenciamos anteriormente no link atrás, podemos ver os exemplos seguintes, retirados da página do Twitter, do próprio Ministério do Ambiente:
  • Seia, Ministra do Ambiente participa na abertura do 16º CineEco, Festival Internacional de Cinema. Casa Municipal da Cultura. Sábado, 12h00
  • Amanhã, Humberto Rosa, na inauguração do novo pólo de actividade ambiental da Fundação Serralves “Espaço Parque”, Porto, 10h00.
  • 5 de Outubro, secretária de Estado Fernanda do Carmo inaugura Centro Escolar Bela Vista, Gondomar, 12h00 e Centro Escolar de Sabrosa, 15h30
  • 5 de Outubro, Lisboa, secretário de Estado do Ambiente inaugura Escola Secundária Gil Vicente, 12h00.
  • 5 de Outubro, Coimbra, Ministra do Ambiente inaugura Escolas Secundária Avelar Brotero, 12h00, e Secundária Infanta D. Maria, 12h35.

Palavras, para quê? Acabem com esta palhaçada, e deixem lá um Secretário de Estado, que é mais que o suficiente!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Para que serve uma Ministra?

Todos imaginamos uma Ministra com muito que fazer, decisões importantes para tomar, etc... Mas não, a nossa ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, têm outras coisas para fazer! Como ir tomar um cafezinho a Campo Maior... Tudo isto porque a Delta resolveu produzir cinco milhões de saquetas de acúcar destinados a sensibilizar os portugueses para o Ambiente. E neste aspecto nada a apontar, bem como o facto de Nabeiro aparentemente não ter pedinchado nada para esta iniciativa. Quanto à Ministra, esperava-se que tivesse mais que fazer, do que aumentar muito a sua pegada de carbono do dia, com o tal cafezinho... Mas ela não para! De hoje a uma semana estará a inaugurar um parque de estacionamento...??? Algum jornalista lhe ousará perguntar pela sua pegada de carbono?

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Ministra como exemplo

Numa semana marcada pela desorientação política completa na classe que dirige o país, com fortes implicações na nossa economia, e depois de expostos como a segunda tragédia grega deste planeta, o País discute alegremente os 50 milhões de euros para a Madeira, que aparentemente são uma compensação de um roubo descarado nos anos anteriores...

Por isso interessa esmiuçar como este Governo desgoverna o País. E nada como começar pelo Ministério do Ambiente. Segundo esta notícia do Diário de Notícias, as despesas em combustível nos Ministérios sobem 8.4%, com Dulce Pássaro, a Ministra do Ambiente a dar o exemplo, e a triplicar os seus gastos com combustível!

Interessa perceber estas contas. Será que está prevista uma subida escondida do ISP? Ou então vamos continuar a engordar os lucros da GALP? Ou está previsto uma compra de carros mais potentes para se passear à vontade? Não será para andar mais de bicicleta ou transportes públicos, concerteza...