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quinta-feira, 10 de maio de 2012

Mau karma

A história dos carros eléctricos é uma novela das piores! Já a referimos aqui diversas vezes, na etiqueta dos automóveis. Todos os dias surgem novidades, mas a de hoje vai-me levar a falar do Fisker Karma. O carro é bem jeitozinho, como podem ver na imagem ao lado, mas custando nos Estados Unidos, mais de 100 000 dólares, é um brinquedo para ricos, como todos os carros eléctricos!

Como noutros casos, o motivo do post é mais um incêndio. Desta vez, aconteceu no Texas. Segundo o investigador principal dos bombeiros, o incêndio iniciou-se no Karma, espalhando-se depois ao resto da casa. Não se sabe o que motivou o incêndio, mas segundo o proprietário, tinha acabado de chegar, e em menos de três minutos, o incêndio começou, depois do dono ter sentido um cheiro a borracha queimada. O carro foi comprado no mês passado. O investigador refere as semelhanças com incêndios de carrinhos de golfe, também eles quase sempre eléctricos. Só em Houston parecem acontecer cerca de 50 incêndios nestes carrinhos eléctricos em miniatura, por ano!

Mas o segredo é a alma deste fogo. O investigador refere que cerca de 15 engenheiros estão a estudar a "cena do crime", sendo que as cenas de homicídio em que trabalhou no passado tinham menos secretismo... Pudera! A história por trás do Karma é absolutamente deplorável! É óbvio que a Fisker já se desresponsabilizou, mas o que se sabe é verdadeiramente nauseabundo!

Segundo este artigo, a Fisker recebeu mais de 500 milhões de dólares dos contribuintes americanos para produzir um veículo para ricos. A empresa tem um dos maiores suportes num fundo ligado ao Al Gore. As ligações ao Obama estão também por todo o lado. Apesar destes apoios, o carro é produzido na Finlândia. Algumas das poucas pessoas que empregava nos Estados Unidos foram despedidas. A empresa que fabrica as baterias, A123 Systems, também está na mó de baixa. E quando foi sujeito a testes, pela revista Consumer Reports, que comprou um, avariou! Tinha menos de 300 quilómetros, e foi a primeira vez que a revista, que compra cerca de 80 carros por ano, registou um carro a avariar antes mesmo de o começar a testar a sério! Muito mau karma:

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

A falácia continuada do peak-oil

O peak-oil é uma das teorias preferidas dos ecologistas. Em 1974, Marion Hubbert, o "pai" da teoria, previu que em 1995 seria atingido o pico da produção máxima de petróleo. Não aconteceu. Desde então para cá, o ano do pico-oil foi-se adiando. Mas um dia acontecerá, certamente!

O problema é que esses profetas da desgraça esquecem-se que o Homem e a Humanidade não estão quietos. Segundo este documento da Citi Investment Research & Analysis, para o qual o leitor Horst Stricker me apontou, o conceito do peak-oil está outra vez a ser enterrado e adiado. Tudo porque os Estados Unidos, e as suas reservas de shale-oil, estão a torná-lo no país com maior crescimento na produção de petróleo. E esse crescimento só não é maior porque Obama, e as melancias, estão a tentar evitá-lo! Mas como o gráfico abaixo evidencia, o crescimento na produção de gás e petróleo é imparável, nos últimos anos, nos Estados Unidos:


O documento evidencia como a Europa está, também neste campo, a perder o comboio. Já aconteceu com o gás xisto, e isso explica porque também o preço de petróleo Brent está a descolar do WTI. Como é visível abaixo, quem está a beneficiar são os Americanos, e quem está na crise somos nós europeus:

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O Canadá é que sabe!

O Canadá é definitivamente um País na vanguarda da luta contra o alarmismo climático. Depois do abandono do protocolo de Kyoto, o Ministro do Ambiente canadiano, Peter Kent, começou a livrar-se do excesso de ciência da treta, despedindo no processo 60 cientistas. Ainda não se sabe exactamente em que domínios operam, mas não deve ser difícil imaginar...

Entretanto, a Religião da treta tenta vingar-se dos seus, e contribui para a escalada da estupidez global neste domínio. Segundo a NASA, e o seu cientista Duane Walliser, é justamente no Canadá que se vão verificar das maiores alterações ecológicas massivas, lá para 2100... O mais interessante é que essas alterações massivas se vão verificar no local onde mais dói aos alarmistas: onde os Canadianos estão a extrair grandes quantidades de hidrocarbonetos. Até o Obama se meteu nesta guerra, mas os Canadianos já perceberam também que os Chineses estão disponíveis para receber uma fatia desses hidrocarbonetos... Outros dizem que o Canadá vai ser invadido por espécies alienígenas (preciso ler para perceber)!

É neste 8 ou 80 que estamos actualmente. De um lado, aqueles que tentam tirar partido dos seus recursos, agora e não em 2100, e que lutam contra aqueles que só querem que voltemos à Idade Média... Felizmente, os políticos começam a ganhar juízo, e a perder o medo à Religião Verde... Por cá é que ainda demora!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Alterações Climáticas são um segredo nacional!

Um leitor interessado enviou-me um link para uma notícia da Federação dos Cientistas Americanos de hoje. Ela é relativa a um pedido de FOIA à CIA, sobre as actividades do seu Centro das Alterações Climáticas e Segurança Nacional. Na resposta dada, a CIA considera que toda a informação desse Centro, contida em documentos com mais de cinco páginas, é secreta!

Se a informação que a CIA tem sobre as Alterações Climáticas é secreta, só podemos aqui imaginar porquê... Porque se o segredo é sobre a subida dos mares, então a Miss Rhode Island 2006 já divulgou tudo no outro dia. Se é sobre o impacto que os extra-terrestes possam ter no clima da Terra, também isso já foi divulgado... Se fosse qualquer coisa de alarmista, acreditem que já ouvimos falar dela!

Ou talvez então eles, a CIA, tenham finalmente descoberto o segredo: que isto das Alterações Climáticas são uma fraude! Ora aí está um segredo nacional que interessa preservar... Como poderia o Al Gore perdoar ao seu amigo Obama tal revelação? Como poderia a Miss Rhode Island 2006 voltar a dar a cara? O que seria feito dos nobres cientistas da NASA? Enfim, razões muito fortes para que as Alterações Climáticas sejam um grande segredo!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Nilton diz que vai chover

No seu artigo de hoje do Diário Económico, Nilton refere:

O preço dos combustíveis deve subir hoje devido às preocupações do impacto do furacão Irene sobre as refinarias dos EUA. As perguntas são: é suposto pagarmos as preocupações dos Srs. do petróleo? E já agora, qual impacto? Pagar adiantado por algo que ainda não aconteceu é o mesmo que pagar o arranjo antes de bater com o carro. Se o Irene provar ser apenas uma tempestade com mau feitio e não um furacão a sério, devolvem-nos o dinheiro?

As más notícias para o Nilton é que ninguém lhe vai devolver dinheiro, pela passagem do furacãozinho. Que foi um valente flop, a que pessoalmente assisti em directo ontem de manhã na CNN. Os repórteres andavam literalmente à procura do furacão, mas não o encontraram... Filmavam as sarjetas, os bordos do rio Hudson, enfim, lá conseguiram mostrar uns charcos de água, umas árvores caídas, e um rio mais elevado no pico da maré alta.

Para mim, era evidente desde o início que o Irene não iria ser grande coisa. Afinal, nem sequer o nosso Instituto de Meteorologia lhe deu ouvidos, ao contrário do Emily de há menos de um mês atrás! Mas como o comandante Obama estava ao controlo, num centro de comando estratégico, não se podia dizer que este era uma tempestade tropical. Aliás, a NOAA foi aguentando o barrete enquanto podia, e ontem pelas 13 horas portuguesas, reafirmava tratar-se de um furacão, quando os ventos das estações meteorológicas nem metade do limite, para ser um furacão, atingiam! Enfim, o Irene é o primeiro furacão a atingir os Estados Unidos em três anos! E a lista dos furacões que já atingiram Nova Iorque no passado parece interminável... Nada pior para os alarmistas, que esperavam uma coisa histórica!

Mas voltando ao Nilton, e ao cómico da situação, deixo-vos quatro vídeos memoráveis. No primeiro, Tucker Barnes na reportagem a partir de Ocean City, nem se dá conta que está metido no meio da m*rda. No segundo, outro repórter é gozado à brava em directo! No terceiro vídeo temos um excerpto da emissão da CNN, e como Anderson Cooper se diverte desancando na ausência do prometido furacão! Mas o melhor é mesmo o quarto, visto no WUWT, e que é uma boa rábula à forma como os Media se aproveitam duns ventozitos da treta...


Actualização: Bónus vídeo número 5: este eu vi em directo e mostra como o Anderson Cooper dá conta de uma meteorologista:



Actualização II: Está confirmado que o Irene nunca foi um furacão quando chegou a solo firme.

sábado, 28 de maio de 2011

Alguém anda irritado...

As notícias do ambientalismo da treta irritam-me e tiram-me frequentemente do sério. Mas não sou o único! Os meus leitores habituais também o sentirão... Mas parece que quem mais sofre recentemente é o Henrique Pereira dos Santos, a cujo estado já nos referimos repetidamente! Mas, agora confessa que está mesmo irritado, e que o tiraram do sério... Por causa de uma notícia da secção da Ecosfera, esse canto escuro e hipócrito do Público, que refere a morte de mais de 150 golfinhos no Golfo do México, desde o início do ano. Verifiquemos como a irritação de HPS é genuína:

O título da notícia é "Mais de 150 golfinhos morreram este ano por causa da maré negra no Golfo do México". É um título claro que diz que mais de 150 golfinhos morreram por causa da maré negra.

A notícia começa logo a desmentir o título no primeiro parágrafo: "Os mais de 150 golfinhos encontrados mortos no Golfo do Mexido desde o início do ano, número anormalmente elevado". Ou seja, pelos vistos todos os anos há golfinhos mortos, mas os números deste ano são anormalmente elevados. Quanto? Não sabemos, a notícia é omissa nesse ponto, só ficamos a saber que não é verdade que tenham morrido mais de 150 golfinhos por causa da maré negra, o que é verdade é que morrerram mais de 150, menos o habitual que não se diz quanto é, por causa da maré negra.
“O petróleo e os dispersantes afectaram a cadeia alimentar. Isso poderá ter impedido as mães golfinhos de se alimentarem de maneira adequada e assim desenvolver a camada de gordura necessária”. Pode? Então não era "morreram ... por causa da maré negra"?

Mas o que me tirou do sério foi o grande final:

"De acordo com Worthy, as temperaturas anormalmente baixas deste Inverno, conjugadas com as consequências da maré negra no organismo destes mamíferos levaram ao “desastre do século”, a morte de muitos golfinhos".

Como disse? Temperaturas anormalmente baixas no Inverno? Mas afinal não tinha sido a maré negra? Ou seja, talvez a cadeia alimentar esteja contaminada, talvez esta contamização tenha diminuído a camada de gordura e de certeza que as temperaturas foram anormalmente baixas, portanto conclui-se no título da notícia que a maré negra matou mais de 150 golfinhos.

Está bem, abelha.

Mas HPS ficaria ainda mais farto e irritado se tivesse feito uma investigaçãozinha de 10 minutos, como eu fiz... Então, na press-release da Universidade da Flórida, a justificação original é:

The cold was a very unusual circumstance, but one which dolphins can normally survive, but we may also be seeing an indirect effect stemming from the BP oil spill.

Conseguem ver como a declaração original já vai muito deturpada? É claro que não sabemos por quantas fontes intermédias passou a notícia até chegar ao Público... A pista do frio é clara, mas a investigação que a refere apenas é encontrada nos Media locais, porque a nível global, a censura Verde impera, como o demonstra o acto da administração de Obama, que proibiu os cientistas de falar sobre estas mortes? Mas a coisa pode ainda piorar, como na lei de Murphy. Então, não é que três dos golfinhos mortos este ano, foram mortos pelos próprios investigadores da NOAA? E que a vida marinha floresceu depois do acidente do Deep Water Horizon, porque a pesca foi proibida... É claro que não é preciso ser cientista para perceber porquê! Mas é preciso perceber os golfinhos, para perceber que eles não são santos... O Santos vai ficar ainda mais irritado quando souber disto tudo!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Ban Ki-moon salta fora

Uma notícia do Guardian, de há umas poucas horas atrás, relata que o Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, terminou o seu envolvimento pessoal nas conversações abordando as alterações climáticas! A ser verdade, é a segunda machadada significativa na Religião Verde, em menos de 48 horas, depois de ante-ontem o Presidente Americano, o Yes we can Obama, ter atirado para o esquecimento o tema, não o abordando no seu longo discurso do Estado da União.

É preciso lembrar que Ban Ki-moon tinha feito da questão uma missão pessoal, o que releva a importância desta notícia. No entendimento das fontes do Guardian, o secretário geral entende que depois dos fracassos de Copenhaga e de Cancún, já não há lugar para grandes entendimentos futuros. É claro que as minhas fontes de inspiração me dizem que a variação natural do Clima, nomeadamente o regresso aos Invernos de antigamente, terá tido mais impacto na sua decisão...

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Morte na negociação de carbono nos EUA

Anthony Watts referencia hoje, uma notícia que não foi notícia! Nos Estados Unidos, a bolsa de carbono de Chicago, CCX (Chicago Climate Exchange), anunciou a 21 de Outubro que cessaria a negociação de carbono este ano, depois de as cotações terem atingido os valores mínimos possíveis, acima de zero. A previsão era clara, como o referimos aqui no passado.

A notícia é que esta notícia não foi notícia. Ou seja, os Media fizeram um blackout à morte anunciada. Nasceu há dez anos atrás, e na altura as perspectivas eram grandiosas, primeiro com 500 biliões de dólares, que chegaram a ser inflacionadas para 10 triliões de dólares. Muitos fizeram parte desta história triste, incluindo o actual presidente dos EUA, Barack Obama. Al Gore também não faltou, mas parece que teve o bom senso de sair quando o funeral ainda não havia sido anunciado. Enquanto isso, já deve estar a apostar na bolsa ao lado, que lançou este mês futuros de pluviosidade!!! Pode ser que algúem se lembre de regar os pluviometros, para ganhar um dinheirinho fácil...

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Nada será como dantes!

As eleições de ontem nos Estados Unidos dão-nos a garantia de que nada será como dantes, naquela que ainda é a maior potência mundial. As políticas socialistas de Obama estão a levar a grande potência à falência, e os Americanos há muito que o toparam... A Câmara dos Representantes foi tomada, literalmente, pelos Republicanos, o que garantirá certamente que as propostas loucas, no domínio climático, não passarão!E mesmo que os alarmistas cantem vitória, na derrota da Prop. 23 da California, a verdade é que cerca de 40% dos votantes (decorridos 60% da contagem), ou seja mais de 2 milhões de pessoas, não se deixaram enganar, como dantes. Estas pessoas todas passaram a ser pessoas informadas, que é um seguro valiosíssimo! Estas pessoas não se deixaram enganar perante a publicidade enganosa, nos quais os oportunistas ambientais tiveram que investir alguns dos subsídios que vêm recebendo dos contribuintes...

Actualização: Foram mais de 2.8 milhões aqueles que votaram SIM à Prop. 23.

domingo, 24 de outubro de 2010

O hipócrita James Cameron

James Cameron é um tretas que já abordamos aqui várias vezes. Agora, os realizadores de "Not Evil Just Wrong" realizaram o filme abaixo, que expõe o hipócrita James Cameron. Cameron, que disse ao LA Times que tínhamos que viver com menos (We're going to have to live with less), poderia começar por dar o exemplo. Podia dar estas casinhas à sociedade e ir para longe, para o meio da verdalhada, por exemplo!

O filme abaixo é ainda parte da luta que se trava na California em torno do logro da Economia Verde. Hipócritas como James Cameron, que fugiram de Hollywood para realizar Avatar, devido a questões de impostos, deixando atrás os desempregados, tentam agora compensar com uns milhões. Enquanto os consumidores e contribuintes desse Estado, quase exterminado, vão sentindo o peso dos impostos, das taxas e do desemprego, os outros farsantes (Obama, Al Gore, Bill Gates, etc.) tentam forçar a tecla... Se estes vencerem, os californianos que paguem a factura!

Entretanto, e felizmente, os irmãos brasileiros dão-lhe o tratamento adequado!

domingo, 25 de julho de 2010

Lavagem de painéis solares

Na sequência do post Obama solar, tenho recebido algumas mensagens criticando as contas efectuadas, sobretudo pelo facto de não se contabilizar a energia gratuita que o Sol gera. A ideia de que a energia solar é gratuita é um mito. Neste post destacarei o problema da lavagem dos painéis, já depois de ter aqui registado o problema da limpeza de neve nos mesmos.

Um dos melhores sítios para começar é neste link, em que ambientalistas puro e duros lhe explicam como lavar painéis solares. Na verdade, não é uma tarefa muito diferente da de lavar vidros, pelo que alguns dos empregos fixos dessas instalações devem aceitar profissionais da limpeza... Para terem uma noção de como isto é importante, nada como ver o que o Google tem a dizer da sua própria instalação fotovoltaica... Da primeira vez que lavaram os painéis solares, alguns deles passaram a registar o dobro da produção de energia! Agora, passaram a fazê-lo mais frequentemente, o que quer dizer que o emprego verde aumentou para aqueles lados...

sexta-feira, 23 de julho de 2010

O grande Obama

Já aqui nos referimos muitas vezes ao grande Obama. Em particular, o presidente americano tem o dom de enfurecer os ambientalistas, que o esperavam como um salvador! O Andrew Revkin escreve no New York Times aquilo que já havíamos referenciado (realces da minha responsabilidade):

Clearly there are many forces impeding congressional action on climate besides a lack of presidential assertiveness, but here are some things that Obama has not done:

- He has not given a substantial speech focused on the responsibility of the world’s greatest emitter of greenhouse gases to face up to the long-term risks posed by the rising human influence on the climate system and pursue the opportunities that lie in a sustained “energy quest.” There is a path toward action that can avoid the paralysis around the cap-and-trade concept that has become the best friend of stasists seeking status-quo energy policy. Perhaps after the November elections, the path toward a new framing on the climate issue is possible. We’ll see.

- He has not invited a variegated stream of researchers and analysts of climate science and policy to the White House. Whatever you think of the climate policies of President George W. Bush, at least he did this in his first year, forcing his cabinet — not lower functionaries — to sit through something like a dozen sessions of what amounted to “Climate 101.”
(...)
- Obama has also failed to challenge fossilized foes of meaningful action on energy and climate change, from Senator James Inhofe to the many conservative columnists — along with some liberals — who’ve distorted the American discourse on climate into an either-or debate over beliefs little different than that on abortion or gun rights.

Os alarmistas mais radicais falam do falhanço da presidência de Obama. A revista Rolling Stone já efectuou as condolências à legislação climática, declarando que descanse em paz! Muitos mais artigos são de leitura obrigatória, para perceber como eles estão aflitos! Mas, será que, será que o Obama é um céptico?

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Obama solar

O grande Obama anunciou há uns dias um apoio de quase 2 biliões de dólares na área de energia. Este apoio todo vai apenas para duas empresas, incluindo a espanhola Abengoa. O apoio visa construir centrais de aproveitamento de energia solar, para abastecer de energia eléctrica umas quantas milhares de casas. Com isso criam-se cerca de 5000 empregos, mas apenas 1600 são permanentes, o que quer dizer que cada emprego tem um subsídio de bem mais de 1 milhão de dólares!!!

É claro que os espanhóis da Abengoa estão todos contentes! Para construir uma central de uns 250MW, vão receber apoios de cerca de um bilião de euros! Para quem não sabe, a potência instalada de 250MW é o equivalente a cerca de 5 Amarelejas, mas inferior às potências instaladas da maior barragem portuguesa, da maior central de gás combinado ou das centrais de carvão de Sines. A central da Abengoa criará 85 postos de trabalho permanentes, o que significa um subsídio de mais de 13 milhões de euros por trabalhador!!!

Várias análises na Internet têm dificuldade em compreender a crueza destes números. Até eu tenho! Com esse dinheiro todo, eu criava pelo menos 100 vezes mais emprego! Facilmente...

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Avanço americano

No blog Watts Up With That, Harrison Schmitt tem um artigo inspirador, sobre uma Nação que foi capaz de ir à Lua várias vezes, mas que é incapaz de tapar um buraco!

O artigo referencia a colagem que Obama, e a administração Americana, estão a fazer do buraco da BP, às dificuldades que se viveram na missão da Apollo 13. Mas será que há realmente semelhanças entre as duas situações? Veja-se o detalhe das explicações de Harrison Schmitt, o último humano até hoje, a pousar pé na Lua:

“Failure was not an option” for Gene Kranz and his Apollo 13 flight controllers and engineers. In contrast, failure clearly has been an option for President Obama and those claiming to have been on top of this situation “from day one” in his White House and in the Departments of Interior, Energy and Homeland Security. With no single, competent, courageous and knowledgeable leader in charge of a comparably competent, courageous and knowledgeable team as we had with Apollo 13, the Administration has been doomed to failure from the start. The President, without any experience in real-world management of anything, much less a crisis, has no idea how to deal with a situation as technically complex as the Gulf oil spill.

Whatever may be the culpability of British Petroleum and its federal regulators in causing and dealing with the accident, it has been left to BP engineers and managers and to Gulf State officials to respond as best they can in a regulatory environment that is politically charged, incompetent, fearful and hesitant.

Absolutely no reason exists to assume that any part of the Federal Government has engineering expertise comparable to the petroleum industry that can be applied to this or any future energy-related crisis. Certainly, White House Chief of Staff Rahm Emanuel, Interior Secretary Ken Salazar, Homeland Security Secretary Janet Napolitano, and Energy Secretary Steven Chu have no more experience in these matters than does the President.

Salazar’s empty threat to “push BP out of the way” has no basis as a realistic option and best illustrates the floundering of the Obama Administration. Indeed, from “day one,” the expertise of the entire U.S. and British drilling and production industry should have been mobilized to combat this spill, with a single experienced engineering manager in charge. It still is not too late to start doing it right.

A more appropriate analogy from the Apollo era would be the recovery from the tragic fire during a pre-launch test on January 27, 1967, that took the lives of astronauts Gus Grissom, Ed White and Roger Chaffee.

The lessons from the 204 fire were applied and we moved on. In contrast, President Obama’s and his Administration’s otherwise rambling response to the Deepwater Horizon explosion has been to stop offshore oil exploration by the United States. How misguided and, indeed, how either ignorant or devious can our President be!?

President Obama has shown repeatedly that the best interests of the American people are a lower priority than his ideological goal of changing America from what it has been, to some mystical, socialist utopia with a renewable-energy-based standard of living equivalent to that of the late 1800s. As if the Administration could not make its ineffective, disjointed response to the Deepwater Horizon accident any worse, it did not even use previously established sea surface burn-off and dispersant procedures to minimize the effects of the spill.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Buraco de todo o tamanho

Já aqui me tinha referido à bronca que começava a estalar em Espanha, sobre a insustentabilidade das energias alternativas de nuestros hermanos. A bronca foi crescendo um bocado por todo o lado, e agora chegou aos Estados Unidos. Eles descobriram que o exemplo do seu Presidente Obama é afinal um buraco de todo o tamanho! Os espanhóis já não conseguem negar as evidências, como se atesta por esta notícia de página inteira no La Gaceta de hoje. Para quando o acordar, no nosso país?

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Copenhaga como realmente foi


Já tinha visto a versão em alemão, mas com subtitles é muito melhor! O mais elucidado parece ser Barack Obama, aos 6:30 do vídeo, quando já preparava as suas férias no quentinho Hawai:

"We're not staying until tomorrow. I'm just letting you know. Because all of us obviously have extraordinarily important other business to attend to."

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Como os Governos corrompem a Ciência

Arthur Robinson é um investigador do Instituto de Ciência e Medicina do Oregon, nos Estados Unidos, que é reconhecido por ter criado uma petição, que se opõe à origem antropogénica do Aquecimento Global, e que já reuniu o suporte e assinaturas de mais de 31000 cientistas norte-americanos. Escreveu agora um documento onde realça a forma como os Governos corrompem a Ciência. Recomendo a sua leitura integral, destacando os seguintes excerptos:

Today, the "truth" seems surrounded by "lies," and those whom we have depended upon to tell the truth appear no longer to be reliable. Worst of all, many of our scientists whom we depend upon to know the truth are … silent.


At Caltech, in the 1950s and 1960s, intellectual honesty was rigorously taught – by example. There were no courses in this. The student was simply surrounded by people who always approached their work with complete honesty. Dishonesty in any action meant immediate expulsion from the campus by one's peers. Sadly, this is no longer the case at Caltech today.


Government funding has now become so pervasive that scientific institutions and the scientists who work in them are wary of offending government. Competition for government grants is fierce, and a competing scientist strives to offend no one – and to see that other scientists on his campus are similarly cautious.


Grantsmanship gradually became the most important "scientific" skill, and the amount of grant money a scientist commands is now, in most institutions, the most important parameter that determines his advancement. The new "scientist" rushes from meeting to meeting, furiously writes grant proposals, and strives to obtain news coverage of his latest "discoveries," while leaving the actual research to technicians and students.


When the Obama administration took office in Washington in 2009, one of its first acts was to greatly increase the funds for "grants" to academic science – a reward for political support during the election. The immediate result was that research in these institutions slowed almost to a halt, as the "scientists" furiously wrote additional grant requests to compete for tickets on the new gravy train.


Increasingly, good scientists are forced to lie about their work – pretending to do the work permitted, while actually (and illegally) using their laboratories and resources for "bootlegged" research in the areas that are important. Another common technique is to complete the work and then ask for funds to do it, thereby increasing the chance for a grant from bureaucrats anxious to fund "successful" research. These activities undermine the absolute honesty that science requires.

terça-feira, 9 de março de 2010

EspañaGate

Interesting information has surfaced, through FOIA requests, regarding the reply to last year's Gabriel Calzada's "Study of the effects on employment of public aid to renewable energy sources". The FOIA request and emails are available here, analysis here, with some interesting examples following:

>>> "Elizabeth Salerno" 5/13/200910:15 AM

Steve, Jeff, Suzanne, Jack -

The AWEA team just met yesterday (and at WINDPOWER last week) on how to deal with this Spanish jobs study which won't die and the Alvarez guy is on E&E TV today again talking about it, http://www.eenews.net/tv/2009/05/13/. Attached is the series of events I have been tracking. Jack from the Business Council has been tracking as well so jump in with more info (Jack, we met on the spot so I didn't have a chance to get you over here!)

Attached are a variety of talking points that have been developed by either GWEC,the Spanish Wind Energy Association, or us, but we need to go further because this thing won't die. I am trying to reach out to CAP today to see what they can do to help (they put out a response article), but wanted to see if UCS has done anything already. Suzanne, this is what I wanted to chat today about.

Thoughts?

Liz

From: Kline, David
Sent: Friday, May 15,2009 7:01 AM

Econ Impacts team:

I spoke with Gian about developing a response to the Spanish study, including a review of what Avi Gopstein already put together. We agreed that your team should go ahead with it, estimated budget of $5K.

There's a short run need for a response to the Spanish study during the next 10 days to two weeks.
(...)

From: Tegen, Suzanne
Sent: Friday, May 29, 2009 1:21 PM
(...)
Avi Gopstein has rebutted this study as well. And we are working with AWEA (who is working with UCS and others) to put out a response to this report, which is methodologically unsound, and states that renewable energy policy in Spain (and therefore in the U.S.) is a waste of money and actually costs jobs rather than creates jobs. The report directly addresses the Obama Administration's ideas and policies.
(...)

From: Kline, David
Sent: Thursday, July 02, 2009 9:55 AM
(...)
There's more to say about why I offered to plug in at the beginning, but it would be better as a phone conversation than an email. I am extremely conservative about what I will put in emails. If you have a chance to talk for five minutes today-even though we're both crashing before being out - we can do that. But it's not urgent. We can take it up when I'm back on the 13th if you'll be here then.

The one more thing I'd add is that I bet this controversy is not going to go away. It would be useful to take a step back and think about what's important for us to say, rather than doing repeated one-off responses to each new salvo that comes in. You'd be the appropriate thought leader for the Lab on that question; I'm happy to be a sounding board if useful.

From: Arent, Doug
Sent: Tuesday, September 22,200912:19 PM

Folks:
There is considerable "traffic flow" on the origins of the Spanish Job report, stemming from congressional inquiries to EERE. We have had inquiries from EE-l and GFO to Exec mgmt here, and then multiple inquiries thru program offices.

We need to ensure consistent responses to ALL inquiries, and that message is as follows:

NREL conducted the review as part of its ongoing work to support EERE/SPA under David Rodgers in which NREL regularly reviews public information to provide credible, objective information relative to current information that has been published. The initial NREL review was provided for internal use only, and followed an internal memo drafted by Avi Goldstein. Post internal (EERE) communications of an NREL "publication" on this subject, NREL received numerous inquiries for an "NREL report"--from Megan and Jacques in particular and subsequently completed our review and published the white paper.
(...)

España Gate

O Expresso fez eco este fim de semana de um estudo de Gabriel Calzada, já com um ano, atempadamente referenciado neste blog. Há muita gente encavacada neste domínio, e até o próprio Obama se referiu a Espanha, oito vezes, como o exemplo a seguir... Se as coisas estavam mal, o pior acabou de chegar!

O Competitive Enterprise Institute fez um pedido ao abrigo do FOIA (Freedom of Information Act), solicitando a informação sobre a forma como oficialmente os Estados Unidos responderam aos estudos de Calzada, e também doutro estudo dinamarquês, também aqui referenciado no blog há seis meses atrás. A documentação recolhida permitiu averiguar que a resposta governamental foi feita com a intervenção dos grupos de lobby que se batem pela energia eólica nos Estados Unidos.

Adicionalmente, foram divulgados emails, ao abrigo do FOIA, que mostram um cenário aterrador. Em vez de se concentrarem em defender os argumentos técnicos, e discutir os dados de Calzada, os emails concentram-se nas implicações políticas do estudo de Calzada, e como o desacreditar! Oportunamente, transcreveremos aqui excerptos destas pressões.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Uma casa branca para o Al Gore


Muitos leitores têm-me feito chegar notícias sobre a dimensão da tempestade de neve que nos últimos dias tem afectado a costa leste dos Estados Unidos. A coisa está tão branca que foram batidos recordes históricos da maior queda de neve num Inverno, na região de Baltimore-Washington, e que remontavam a 1898-99. Até o Obama está impressionado, e chamou a esta tempesatade um Snowmageddon...

Mas a parte que achei mais interessante foi o cancelamento de sessões no Senado envolvendo os impactos do Aquecimento Global! O gozo é geral, e anoto aqui as provocações mais interessantes:

Jim DeMint: It's going to keep snowing in DC until Al Gore cries "uncle"
Mitch McConnell: Where’s Al Gore when we need him?

Mas Al Gore tem razões para estar contente. Tem uma casa nova. Cortesia dos netinhos do Jim Inhofe!