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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Nilton diz que vai chover

No seu artigo de hoje do Diário Económico, Nilton refere:

O preço dos combustíveis deve subir hoje devido às preocupações do impacto do furacão Irene sobre as refinarias dos EUA. As perguntas são: é suposto pagarmos as preocupações dos Srs. do petróleo? E já agora, qual impacto? Pagar adiantado por algo que ainda não aconteceu é o mesmo que pagar o arranjo antes de bater com o carro. Se o Irene provar ser apenas uma tempestade com mau feitio e não um furacão a sério, devolvem-nos o dinheiro?

As más notícias para o Nilton é que ninguém lhe vai devolver dinheiro, pela passagem do furacãozinho. Que foi um valente flop, a que pessoalmente assisti em directo ontem de manhã na CNN. Os repórteres andavam literalmente à procura do furacão, mas não o encontraram... Filmavam as sarjetas, os bordos do rio Hudson, enfim, lá conseguiram mostrar uns charcos de água, umas árvores caídas, e um rio mais elevado no pico da maré alta.

Para mim, era evidente desde o início que o Irene não iria ser grande coisa. Afinal, nem sequer o nosso Instituto de Meteorologia lhe deu ouvidos, ao contrário do Emily de há menos de um mês atrás! Mas como o comandante Obama estava ao controlo, num centro de comando estratégico, não se podia dizer que este era uma tempestade tropical. Aliás, a NOAA foi aguentando o barrete enquanto podia, e ontem pelas 13 horas portuguesas, reafirmava tratar-se de um furacão, quando os ventos das estações meteorológicas nem metade do limite, para ser um furacão, atingiam! Enfim, o Irene é o primeiro furacão a atingir os Estados Unidos em três anos! E a lista dos furacões que já atingiram Nova Iorque no passado parece interminável... Nada pior para os alarmistas, que esperavam uma coisa histórica!

Mas voltando ao Nilton, e ao cómico da situação, deixo-vos quatro vídeos memoráveis. No primeiro, Tucker Barnes na reportagem a partir de Ocean City, nem se dá conta que está metido no meio da m*rda. No segundo, outro repórter é gozado à brava em directo! No terceiro vídeo temos um excerpto da emissão da CNN, e como Anderson Cooper se diverte desancando na ausência do prometido furacão! Mas o melhor é mesmo o quarto, visto no WUWT, e que é uma boa rábula à forma como os Media se aproveitam duns ventozitos da treta...


Actualização: Bónus vídeo número 5: este eu vi em directo e mostra como o Anderson Cooper dá conta de uma meteorologista:



Actualização II: Está confirmado que o Irene nunca foi um furacão quando chegou a solo firme.

sábado, 28 de maio de 2011

Alguém anda irritado...

As notícias do ambientalismo da treta irritam-me e tiram-me frequentemente do sério. Mas não sou o único! Os meus leitores habituais também o sentirão... Mas parece que quem mais sofre recentemente é o Henrique Pereira dos Santos, a cujo estado já nos referimos repetidamente! Mas, agora confessa que está mesmo irritado, e que o tiraram do sério... Por causa de uma notícia da secção da Ecosfera, esse canto escuro e hipócrito do Público, que refere a morte de mais de 150 golfinhos no Golfo do México, desde o início do ano. Verifiquemos como a irritação de HPS é genuína:

O título da notícia é "Mais de 150 golfinhos morreram este ano por causa da maré negra no Golfo do México". É um título claro que diz que mais de 150 golfinhos morreram por causa da maré negra.

A notícia começa logo a desmentir o título no primeiro parágrafo: "Os mais de 150 golfinhos encontrados mortos no Golfo do Mexido desde o início do ano, número anormalmente elevado". Ou seja, pelos vistos todos os anos há golfinhos mortos, mas os números deste ano são anormalmente elevados. Quanto? Não sabemos, a notícia é omissa nesse ponto, só ficamos a saber que não é verdade que tenham morrido mais de 150 golfinhos por causa da maré negra, o que é verdade é que morrerram mais de 150, menos o habitual que não se diz quanto é, por causa da maré negra.
“O petróleo e os dispersantes afectaram a cadeia alimentar. Isso poderá ter impedido as mães golfinhos de se alimentarem de maneira adequada e assim desenvolver a camada de gordura necessária”. Pode? Então não era "morreram ... por causa da maré negra"?

Mas o que me tirou do sério foi o grande final:

"De acordo com Worthy, as temperaturas anormalmente baixas deste Inverno, conjugadas com as consequências da maré negra no organismo destes mamíferos levaram ao “desastre do século”, a morte de muitos golfinhos".

Como disse? Temperaturas anormalmente baixas no Inverno? Mas afinal não tinha sido a maré negra? Ou seja, talvez a cadeia alimentar esteja contaminada, talvez esta contamização tenha diminuído a camada de gordura e de certeza que as temperaturas foram anormalmente baixas, portanto conclui-se no título da notícia que a maré negra matou mais de 150 golfinhos.

Está bem, abelha.

Mas HPS ficaria ainda mais farto e irritado se tivesse feito uma investigaçãozinha de 10 minutos, como eu fiz... Então, na press-release da Universidade da Flórida, a justificação original é:

The cold was a very unusual circumstance, but one which dolphins can normally survive, but we may also be seeing an indirect effect stemming from the BP oil spill.

Conseguem ver como a declaração original já vai muito deturpada? É claro que não sabemos por quantas fontes intermédias passou a notícia até chegar ao Público... A pista do frio é clara, mas a investigação que a refere apenas é encontrada nos Media locais, porque a nível global, a censura Verde impera, como o demonstra o acto da administração de Obama, que proibiu os cientistas de falar sobre estas mortes? Mas a coisa pode ainda piorar, como na lei de Murphy. Então, não é que três dos golfinhos mortos este ano, foram mortos pelos próprios investigadores da NOAA? E que a vida marinha floresceu depois do acidente do Deep Water Horizon, porque a pesca foi proibida... É claro que não é preciso ser cientista para perceber porquê! Mas é preciso perceber os golfinhos, para perceber que eles não são santos... O Santos vai ficar ainda mais irritado quando souber disto tudo!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Ban Ki-moon salta fora

Uma notícia do Guardian, de há umas poucas horas atrás, relata que o Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, terminou o seu envolvimento pessoal nas conversações abordando as alterações climáticas! A ser verdade, é a segunda machadada significativa na Religião Verde, em menos de 48 horas, depois de ante-ontem o Presidente Americano, o Yes we can Obama, ter atirado para o esquecimento o tema, não o abordando no seu longo discurso do Estado da União.

É preciso lembrar que Ban Ki-moon tinha feito da questão uma missão pessoal, o que releva a importância desta notícia. No entendimento das fontes do Guardian, o secretário geral entende que depois dos fracassos de Copenhaga e de Cancún, já não há lugar para grandes entendimentos futuros. É claro que as minhas fontes de inspiração me dizem que a variação natural do Clima, nomeadamente o regresso aos Invernos de antigamente, terá tido mais impacto na sua decisão...

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Morte na negociação de carbono nos EUA

Anthony Watts referencia hoje, uma notícia que não foi notícia! Nos Estados Unidos, a bolsa de carbono de Chicago, CCX (Chicago Climate Exchange), anunciou a 21 de Outubro que cessaria a negociação de carbono este ano, depois de as cotações terem atingido os valores mínimos possíveis, acima de zero. A previsão era clara, como o referimos aqui no passado.

A notícia é que esta notícia não foi notícia. Ou seja, os Media fizeram um blackout à morte anunciada. Nasceu há dez anos atrás, e na altura as perspectivas eram grandiosas, primeiro com 500 biliões de dólares, que chegaram a ser inflacionadas para 10 triliões de dólares. Muitos fizeram parte desta história triste, incluindo o actual presidente dos EUA, Barack Obama. Al Gore também não faltou, mas parece que teve o bom senso de sair quando o funeral ainda não havia sido anunciado. Enquanto isso, já deve estar a apostar na bolsa ao lado, que lançou este mês futuros de pluviosidade!!! Pode ser que algúem se lembre de regar os pluviometros, para ganhar um dinheirinho fácil...

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Nada será como dantes!

As eleições de ontem nos Estados Unidos dão-nos a garantia de que nada será como dantes, naquela que ainda é a maior potência mundial. As políticas socialistas de Obama estão a levar a grande potência à falência, e os Americanos há muito que o toparam... A Câmara dos Representantes foi tomada, literalmente, pelos Republicanos, o que garantirá certamente que as propostas loucas, no domínio climático, não passarão!E mesmo que os alarmistas cantem vitória, na derrota da Prop. 23 da California, a verdade é que cerca de 40% dos votantes (decorridos 60% da contagem), ou seja mais de 2 milhões de pessoas, não se deixaram enganar, como dantes. Estas pessoas todas passaram a ser pessoas informadas, que é um seguro valiosíssimo! Estas pessoas não se deixaram enganar perante a publicidade enganosa, nos quais os oportunistas ambientais tiveram que investir alguns dos subsídios que vêm recebendo dos contribuintes...

Actualização: Foram mais de 2.8 milhões aqueles que votaram SIM à Prop. 23.

domingo, 24 de outubro de 2010

O hipócrita James Cameron

James Cameron é um tretas que já abordamos aqui várias vezes. Agora, os realizadores de "Not Evil Just Wrong" realizaram o filme abaixo, que expõe o hipócrita James Cameron. Cameron, que disse ao LA Times que tínhamos que viver com menos (We're going to have to live with less), poderia começar por dar o exemplo. Podia dar estas casinhas à sociedade e ir para longe, para o meio da verdalhada, por exemplo!

O filme abaixo é ainda parte da luta que se trava na California em torno do logro da Economia Verde. Hipócritas como James Cameron, que fugiram de Hollywood para realizar Avatar, devido a questões de impostos, deixando atrás os desempregados, tentam agora compensar com uns milhões. Enquanto os consumidores e contribuintes desse Estado, quase exterminado, vão sentindo o peso dos impostos, das taxas e do desemprego, os outros farsantes (Obama, Al Gore, Bill Gates, etc.) tentam forçar a tecla... Se estes vencerem, os californianos que paguem a factura!

Entretanto, e felizmente, os irmãos brasileiros dão-lhe o tratamento adequado!

domingo, 25 de julho de 2010

Lavagem de painéis solares

Na sequência do post Obama solar, tenho recebido algumas mensagens criticando as contas efectuadas, sobretudo pelo facto de não se contabilizar a energia gratuita que o Sol gera. A ideia de que a energia solar é gratuita é um mito. Neste post destacarei o problema da lavagem dos painéis, já depois de ter aqui registado o problema da limpeza de neve nos mesmos.

Um dos melhores sítios para começar é neste link, em que ambientalistas puro e duros lhe explicam como lavar painéis solares. Na verdade, não é uma tarefa muito diferente da de lavar vidros, pelo que alguns dos empregos fixos dessas instalações devem aceitar profissionais da limpeza... Para terem uma noção de como isto é importante, nada como ver o que o Google tem a dizer da sua própria instalação fotovoltaica... Da primeira vez que lavaram os painéis solares, alguns deles passaram a registar o dobro da produção de energia! Agora, passaram a fazê-lo mais frequentemente, o que quer dizer que o emprego verde aumentou para aqueles lados...

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Buraco de todo o tamanho

Já aqui me tinha referido à bronca que começava a estalar em Espanha, sobre a insustentabilidade das energias alternativas de nuestros hermanos. A bronca foi crescendo um bocado por todo o lado, e agora chegou aos Estados Unidos. Eles descobriram que o exemplo do seu Presidente Obama é afinal um buraco de todo o tamanho! Os espanhóis já não conseguem negar as evidências, como se atesta por esta notícia de página inteira no La Gaceta de hoje. Para quando o acordar, no nosso país?

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Copenhaga como realmente foi


Já tinha visto a versão em alemão, mas com subtitles é muito melhor! O mais elucidado parece ser Barack Obama, aos 6:30 do vídeo, quando já preparava as suas férias no quentinho Hawai:

"We're not staying until tomorrow. I'm just letting you know. Because all of us obviously have extraordinarily important other business to attend to."

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Como os Governos corrompem a Ciência

Arthur Robinson é um investigador do Instituto de Ciência e Medicina do Oregon, nos Estados Unidos, que é reconhecido por ter criado uma petição, que se opõe à origem antropogénica do Aquecimento Global, e que já reuniu o suporte e assinaturas de mais de 31000 cientistas norte-americanos. Escreveu agora um documento onde realça a forma como os Governos corrompem a Ciência. Recomendo a sua leitura integral, destacando os seguintes excerptos:

Today, the "truth" seems surrounded by "lies," and those whom we have depended upon to tell the truth appear no longer to be reliable. Worst of all, many of our scientists whom we depend upon to know the truth are … silent.


At Caltech, in the 1950s and 1960s, intellectual honesty was rigorously taught – by example. There were no courses in this. The student was simply surrounded by people who always approached their work with complete honesty. Dishonesty in any action meant immediate expulsion from the campus by one's peers. Sadly, this is no longer the case at Caltech today.


Government funding has now become so pervasive that scientific institutions and the scientists who work in them are wary of offending government. Competition for government grants is fierce, and a competing scientist strives to offend no one – and to see that other scientists on his campus are similarly cautious.


Grantsmanship gradually became the most important "scientific" skill, and the amount of grant money a scientist commands is now, in most institutions, the most important parameter that determines his advancement. The new "scientist" rushes from meeting to meeting, furiously writes grant proposals, and strives to obtain news coverage of his latest "discoveries," while leaving the actual research to technicians and students.


When the Obama administration took office in Washington in 2009, one of its first acts was to greatly increase the funds for "grants" to academic science – a reward for political support during the election. The immediate result was that research in these institutions slowed almost to a halt, as the "scientists" furiously wrote additional grant requests to compete for tickets on the new gravy train.


Increasingly, good scientists are forced to lie about their work – pretending to do the work permitted, while actually (and illegally) using their laboratories and resources for "bootlegged" research in the areas that are important. Another common technique is to complete the work and then ask for funds to do it, thereby increasing the chance for a grant from bureaucrats anxious to fund "successful" research. These activities undermine the absolute honesty that science requires.

terça-feira, 9 de março de 2010

EspañaGate

Interesting information has surfaced, through FOIA requests, regarding the reply to last year's Gabriel Calzada's "Study of the effects on employment of public aid to renewable energy sources". The FOIA request and emails are available here, analysis here, with some interesting examples following:

>>> "Elizabeth Salerno" 5/13/200910:15 AM

Steve, Jeff, Suzanne, Jack -

The AWEA team just met yesterday (and at WINDPOWER last week) on how to deal with this Spanish jobs study which won't die and the Alvarez guy is on E&E TV today again talking about it, http://www.eenews.net/tv/2009/05/13/. Attached is the series of events I have been tracking. Jack from the Business Council has been tracking as well so jump in with more info (Jack, we met on the spot so I didn't have a chance to get you over here!)

Attached are a variety of talking points that have been developed by either GWEC,the Spanish Wind Energy Association, or us, but we need to go further because this thing won't die. I am trying to reach out to CAP today to see what they can do to help (they put out a response article), but wanted to see if UCS has done anything already. Suzanne, this is what I wanted to chat today about.

Thoughts?

Liz

From: Kline, David
Sent: Friday, May 15,2009 7:01 AM

Econ Impacts team:

I spoke with Gian about developing a response to the Spanish study, including a review of what Avi Gopstein already put together. We agreed that your team should go ahead with it, estimated budget of $5K.

There's a short run need for a response to the Spanish study during the next 10 days to two weeks.
(...)

From: Tegen, Suzanne
Sent: Friday, May 29, 2009 1:21 PM
(...)
Avi Gopstein has rebutted this study as well. And we are working with AWEA (who is working with UCS and others) to put out a response to this report, which is methodologically unsound, and states that renewable energy policy in Spain (and therefore in the U.S.) is a waste of money and actually costs jobs rather than creates jobs. The report directly addresses the Obama Administration's ideas and policies.
(...)

From: Kline, David
Sent: Thursday, July 02, 2009 9:55 AM
(...)
There's more to say about why I offered to plug in at the beginning, but it would be better as a phone conversation than an email. I am extremely conservative about what I will put in emails. If you have a chance to talk for five minutes today-even though we're both crashing before being out - we can do that. But it's not urgent. We can take it up when I'm back on the 13th if you'll be here then.

The one more thing I'd add is that I bet this controversy is not going to go away. It would be useful to take a step back and think about what's important for us to say, rather than doing repeated one-off responses to each new salvo that comes in. You'd be the appropriate thought leader for the Lab on that question; I'm happy to be a sounding board if useful.

From: Arent, Doug
Sent: Tuesday, September 22,200912:19 PM

Folks:
There is considerable "traffic flow" on the origins of the Spanish Job report, stemming from congressional inquiries to EERE. We have had inquiries from EE-l and GFO to Exec mgmt here, and then multiple inquiries thru program offices.

We need to ensure consistent responses to ALL inquiries, and that message is as follows:

NREL conducted the review as part of its ongoing work to support EERE/SPA under David Rodgers in which NREL regularly reviews public information to provide credible, objective information relative to current information that has been published. The initial NREL review was provided for internal use only, and followed an internal memo drafted by Avi Goldstein. Post internal (EERE) communications of an NREL "publication" on this subject, NREL received numerous inquiries for an "NREL report"--from Megan and Jacques in particular and subsequently completed our review and published the white paper.
(...)

España Gate

O Expresso fez eco este fim de semana de um estudo de Gabriel Calzada, já com um ano, atempadamente referenciado neste blog. Há muita gente encavacada neste domínio, e até o próprio Obama se referiu a Espanha, oito vezes, como o exemplo a seguir... Se as coisas estavam mal, o pior acabou de chegar!

O Competitive Enterprise Institute fez um pedido ao abrigo do FOIA (Freedom of Information Act), solicitando a informação sobre a forma como oficialmente os Estados Unidos responderam aos estudos de Calzada, e também doutro estudo dinamarquês, também aqui referenciado no blog há seis meses atrás. A documentação recolhida permitiu averiguar que a resposta governamental foi feita com a intervenção dos grupos de lobby que se batem pela energia eólica nos Estados Unidos.

Adicionalmente, foram divulgados emails, ao abrigo do FOIA, que mostram um cenário aterrador. Em vez de se concentrarem em defender os argumentos técnicos, e discutir os dados de Calzada, os emails concentram-se nas implicações políticas do estudo de Calzada, e como o desacreditar! Oportunamente, transcreveremos aqui excerptos destas pressões.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Uma casa branca para o Al Gore


Muitos leitores têm-me feito chegar notícias sobre a dimensão da tempestade de neve que nos últimos dias tem afectado a costa leste dos Estados Unidos. A coisa está tão branca que foram batidos recordes históricos da maior queda de neve num Inverno, na região de Baltimore-Washington, e que remontavam a 1898-99. Até o Obama está impressionado, e chamou a esta tempesatade um Snowmageddon...

Mas a parte que achei mais interessante foi o cancelamento de sessões no Senado envolvendo os impactos do Aquecimento Global! O gozo é geral, e anoto aqui as provocações mais interessantes:

Jim DeMint: It's going to keep snowing in DC until Al Gore cries "uncle"
Mitch McConnell: Where’s Al Gore when we need him?

Mas Al Gore tem razões para estar contente. Tem uma casa nova. Cortesia dos netinhos do Jim Inhofe!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Viva Copenhaga

Felizmente, houve um acordo da treta em Copenhaga. Ainda bem! Assim ficam felizes e incomodam menos... Assim Obama já pode partir, embora atrasado, para as suas merecidas férias no Hawaii. O Gordon pode voltar para Inglaterra, onde o espera um valente nevão e uma nação já a suplicar pelo Aquecimento Global. E Sócrates pode voltar para Portugal, onde tem assuntos mais importantes para resolver!

Mas é importante que esta palhaçada tenha acabado para que os Mugabe e Chavez voltem lá para as suas terrinhas, donde nunca deviam ter saído! E enquanto o primeiro está demasiado velho para diatribes, já o segundo, se lhe derem alguma corda, ainda acordamos, mais dia, menos dia, com um Stalinzinho em potência!

http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1414599

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Marte Ataca! no Diário de Notícias

Há muito que deixei de ler o Diário de Notícias, por razões que são óbvias. Mas dois leitores atentos chamaram-me a atenção para dois artigos, que não posso deixar de mencionar aqui.

O primeiro artigo é uma amálgama mal escrita, ao jeito do Diário de Notícias. Vejam se conseguem entender o artigo, extraído do primeiro link abaixo:

A intrusão de piratas informáticos nos servidores da unidade de investigação sobre o clima da Universidade de East Anglia, na Grã-Bretanha, em que manipularam mensagens de cientistas sobre dados relevantes em relação às mudanças climáticas está a ser usada pelos críticos de Copenhaga para pôr em causa os objectivos da cimeira. Os extractos das mensagens, ainda que manipulados, mostram "que os fundamentos científicos do que a ONU leva a Copenhaga são falsos", dizia ontem Ben Lieberman, da Fundação Heritage, republicana. Em causa está a questão das temperaturas que, contrariando a tendência dos últimos 150 anos, estariam agora a diminuir. O facto de a Universidade haver, logo a seguir à divulgação do Climagate, anunciado terem sido destruídos os dados sobre evolução climatérica dos anos 80 veio adensar as suspeitas. A responsável pelas questões do clima na Administração Obama, Carol Browner, apesar das pressões que o Presidente está a sofrer por parte dos grupos de pressão das petrolíferas e do nuclear para não assinar qualquer acordo na capital dinamarquesa, garantiu que tudo vai decorrer como previsto.

Já o segundo artigo está melhor escrito, muito bem escrito aliás, mas é mais um dos artigos de opinião, a única forma do Climategate chegar à grande maioria dos media portugueses. Junto um extracto, do segundo link abaixo, com alguns realces meus:

Se calhar, para muitos a história é mesmo novidade. Embora, no mínimo, os e-mails insinuem a forte possibilidade de a lengalenga em volta do clima constituir uma desmesurada fraude, a verdade é que os "media" não lhes têm dedicado um milésimo da atenção merecida, por exemplo, pelo "documentário" de Al Gore, um projecto com o rigor científico de Marte Ataca!. Os media nacionais, então, não dedicam aos e-mails atenção nenhuma, enquanto Marte Ataca!, perdão, Uma Verdade Inconveniente continua em exibição nas escolas a título de evangelho.
Claro que a indiferença com que a imprensa procura enterrar o escândalo é compreensível: deve ser embaraçoso admitir um logro que se divulga há anos. Aliás, se formos justos compreendemos a indiferença de todos, incluindo da comunidade científica "oficial", que arrisca perder os abundantes financiamentos, e da classe política, que apanhada algures no meio dos negócios e da histeria ergueu o "aquecimento global" a centro da sua retórica. A partir de determinada aceleração, o avião não pode interromper a descolagem. Principalmente se o avião levanta rumo à Dinamarca, onde decorrerá a Cimeira de Copenhaga.
(...)
Assim, durante os próximos dias, sumidades e estadistas vários arriscam discutir de cara séria uma calamidade imaginária, mais ou menos como se o planeta se mobilizasse para inventariar os estragos dos marcianos, enfrentar a ameaça dos marcianos e impor medidas ruinosas a pretexto dos marcianos. Até prova em contrário, os marcianos não existem. Além de perigosa, a Cimeira de Copenhaga será hilariante.


http://dn.sapo.pt/especiais/interior.aspx?content_id=1438317&especial=Cimeira%20de%20Copenhaga&seccao=MUNDO
http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1440289&seccao=Alberto%20Gon%E7alves&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco

sábado, 17 de outubro de 2009

A nova ordem mundial

O documentário "The Obama Deception", no primeiro vídeo abaixo, dá-nos uma visão muito forte de como o Mundo anda iludido. Até mete medo ao ver o documentário, que parece estar para além do limite da Teoria da Conspiração! A nova ordem mundial parece estar à beira de conseguir o domínio mundial, e como já havíamos aqui referido, o Aquecimento Global parece ser uma das peças mais importantes nesta estratégia!

Esta semana, no Minnesota, Estados Unidos, Christopher Monckton, ex-conselheiro da primeira ministra Margaret Thatcher, e um dos mais esclarecidos pensadores no movimento que desafia as teorias do Aquecimento Global antropogénico, voltou a largar a bomba. Segundo ele, os Estados Unidos e todos os países do Mundo assinarão um tratado em Copenhaga, que poucos conhecem. Uma leitura do que está proposto permite concluir que um novo Governo Mundial está a ser criado. Esse Governo, segundo o artigo 38º, administrará os fundos recolhidos dos países ricos, que supostamente distribuirá aos países pobres, Uma redistribuição de riqueza, ao velho estilo comunista. Curiosamente, no documento, não aparecem os conceitos de "eleição", "democracia" ou "voto". O segundo vídeo abaixo, da sua apresentação, é superior a hora e meia, e a quantidade de slides da apresentação é de 174!

Mas não se deixem enganar facilmente. Não é o comunismo que está de volta! É uma nova forma desta Nova Ordem reinar. Ela extorquirá os poucos recursos que ainda restam nos bolsos dos cidadãos mundiais, e a seguir reinará a ditadura dessa Nova Ordem. Quem está por trás dela não se sabe, nem interessa. Não interessa que seja o Novo Capitalismo ou o Novo Comunismo, os chineses ou o Bin Laden!

Urge acção e divulgação! Estamos a condenar o nosso futuro e a submeter-nos a uma nova ditadura!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Fim do Mundo a partir de 2016

Ele há políticos que não têm qualquer noção do que estão a dizer. Shintaro Ishihara, governador de Tóquio, é concerteza um deles. A cidade de Tóquio concorre para as Olimpíadas de 2016, juntamente com as cidades de Madrid, Rio de Janeiro e Chicago. Nesse contexto, Ishihara afirmou que as Olimpíadas de 2016 seriam as últimas, devido à ameaça imediata do Aquecimento Global!

Qualquer político sabe que o sprint final pode ser decisivo. É que é amanhã que se decide a atribuição dos Jogos Olímpicos de 2016, e como é em Copenhaga, há que ter uma consciência ambiental na abordagem... Por isso, na perspectiva de Ishihara, é preciso arranjar medidas para que os Jogos Olímpicos perdurem por mais tempo! Por isso, o estádio Olímpico proposto para Tóquio é totalmente alimentado por energias renováveis, incluindo energia solar...

Mas os Japoneses não são os únicos malucos! Os nossos irmãos brasileiros andaram a plantar milhares de árvores para apagar pegadas ecológicas. Também não devem ir longe assim, mas mesmo assim prometem plantar 3 milhões de árvores até ao início dos Jogos, mas só se ficarem com eles, claro!

Mas, espera. Falta, o Obama! Esse não se preocupa aparentemente com a pegada, e leva dois "Air Force", o One e o Two, mais uma cambada de artilharia pesada... Nos EUA é actualmente o gozo total, mas a viagem de regresso será ainda mais interessante!

www.reuters.com/article/olympicsNews/idUSLU38985020090930
www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5hDBTFyOWdVToGtDUQh1rOzwwsMXQ
www.foxnews.com/story/0,2933,558222,00.html

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Nem tudo vai bem no reino da Dinamarca

A energia eólica tem muitas histórias engraçadas para contar. Em Portugal já se descascou alguma coisa, mas há ainda muito para descascar. Aqui ao lado em Espanha, a coisa já foi descascada. Curiosamente, a Dinamarca é outro reino eólico que vai nu... Coitado do Obama, que tem andado a dar estes dois países como exemplo: pode ser que ele agora se vire para Portugal...

Mas o que é que vai mal para aqueles lados do reino da Dinamarca? Quase tudo... Quando Copenhaga se potencia como um dos maiores fiascos da História Moderna, sai um estudo em que, literalmente, o castelo de cartas se desmorona completamente.

Para começar, o preço da electricidade doméstica é, de longe, o mais caro da Europa. Pior, o preço elevado que os consumidores domésticos dinamarqueses pagam serve para subsidiar o preço dos consumidores dos países vizinhos (Noruega, Suécia e Alemanha). Curiosamente, pagam 2.5 vezes o preço da electricidade que paga a indústria... Nos últimos anos, cerca de 916 milhões de euros foram assim extraídos dos bolsos das famílias do país. Esse subsídio foi exportado, sem que tivesse havida uma redução significativa no consumo de combustíveis fósseis e emissões de CO2.

É verdade que isso contribuiu para incrementar o negócio do vento na Dinamarca. Todavia, isso também foi feito à custa do contribuinte, com subsíduos anuais entre os 1.7 e 2.6 biliões de coroas dinamarquesas. O subsídio por posto de trabalho foi de 600.000 a 900.00 coroas dinamarquesas por ano, o que constitui entre 175% a 250% do salário de um trabalhador da indústria dinamarquesa!

Curiosamente, as partes este e oeste da Dinamarca não estão interconectadas em termos eléctricos, o que só se espera que aconteça em 2010. Supostamente, o país produz 19% da sua energia a partir das suas 5500 eólicas (uma por cada 1000 habitantes!). Mas também isso é falacioso... Em 2006 apenas 5% da energia foi produzida a partir das eólicas, com uma média de 9.7% nos últimos cinco anos. O que a Dinamarca tem é boas ligações aos seus vizinhos. Quando há muito vento, a Dinamarca exporta energia, porque não a consegue consumir. Mas quando essa energia é exportada, normalmente no Inverno, os seus vizinhos estão cheios de energia, sobretudo das barragens. E portanto pagam uma ninharia para enfiar a água de novo para cima nas barragens. Quando o vento não sopra, os dinamarqueses têm que importar energia, e aí pagam-na por várias vezes mais...

Resumindo, tentem ler o estudo no link abaixo. É assustador como eles estão a ficar cada vez mais pobres. Bem feita!

www.windaction.org/?module=uploads&func=download&fileId=1889

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Furacãozinho Bill

O Furacão Bill deve ser um furacãozinho muito especial, pelo menos para o nosso Instituto de Meteorologia. Para além de andarem a justificar as passeatas às conferências internacionais, no Instituto de Meteorologia também dão muita atenção às supostas alterações climáticas, especialmente àquelas sem qualquer interesse para os Portugueses! É preciso mostrar trabalho...

O furacão Bill foi um achado, o primeiro no Atlântico em 2009, num ano muito parco nestes monstronzinhos da natureza. O furacãozinho começou ao largo de Cabo Verde, abeirou-se das Bermudas, passeou pela zona de férias do Obama, mas não fez mossa... Mas justificou quatro notícias do Instituto de Meteorologia!

A evolução das notícias é estonteante. Em cada uma delas conhecemos as coordenadas precisas do furcãozinho. Depois conhecemos a rapidez, com 28 km/h na primeira notícia, para 26 km/h, 30 km/h e 28 km/h nas notícias seguintes! No dia 18 era um furacãozinho de categora 2 na escala Saffir-Simpson, tendo sido declarado um furacão de categoria 4 no dia seguinte, mas despromovido logo a categoria 3 no dia seguinte, apesar da previsão do IM no dia anterior...

Mas o IM não descansa. Agora virou-se para a tempestade tropical Danny. Que nem a furacão chegou, e que passou ainda mais longe das nossas costas. Não há paciência!

www.meteo.pt/pt/media/noticias/index.html?year=2009
http://en.wikipedia.org/wiki/Hurricane_Bill_%282009%29

Actualização: O Danny foi retirado ontem, mas fica aqui uma imagem ao lado, providenciada pela cache do Google, para recordar o momento!

quarta-feira, 1 de julho de 2009

O Indiano é que sabe!


O ministro do Ambiente da Índia, Jairam Ramesh, anunciou que rejeitará qualquer tratado que vise reduzir as emissões de gases de efeito de estufa na Índia. Para ele, quem deve arcar com isso são os países industrializados. Para um país onde cerca de 800 milhões de pessoas vivem com menos de dois euros por dia, não há negociação neste domínio!

O ministro está igualmente a envolver o Brasil, China e África do Sul no processo. Os indianos são responsáveis por apenas 4.6% das emissões globais, enquanto os Estados Unidos são responsáveis por 20.9%. Grande Ministro! O Al e o Obama que paguem...

www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601091&sid=aWs0Pts2Kxes