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quinta-feira, 4 de março de 2010

Relatórios do IPCC baseados em literatura cinzenta

Já todos ouvimos a referência de que os estudos do IPCC são todos baseados em trabalhos e publicações peer-reviewed. O tretas Pachauri insistia nisso, mas entretanto já suavizou o discurso.

Entretanto, os cientistas que não temem, como Richard Tol, que é apenas um dos melhores economistas do Mundo, vão dando mais achas para esta fogueira que consome o IPCC. Neste artigo, a conclusão é clara:

Chapter 11 of AR4 WG3 suggests that climate policy could stimulate economic growth and would create jobs. These claims are supported by gray literature only, and they are biased.

Neste outro artigo, as conclusões são igualmente devastadoras:


The Fourth Assessment Report (AR4) of Working Group II (WG2) of the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) has been discussed extensively in recent months. A number of errors were discovered. Few documents are without fault. What is surprising, however, is that the IPCC has denied obvious mistakes; and that the errors all point towards alarmism about the impacts of climate change.
The WG3 report did not attract the same scrutiny. This could create the impression that WG3 wrote a sound report. That impression would be false. Just as WG2 appears to have systematically overstated the negative impacts of climate change, WG3 appears to have systematically understated the negative impacts of greenhouse gas emission reduction.

Como se isto não fosse suficiente, depois das análises de Tol, num artigo muito detalhado, verifica-se que das 330 referências do WG3, 139 são de literatura cinzenta! 42% das referências desse capítulo não são peer-reviewed! Estão admirados?

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Novas regras para o IPCC


O presidente do IPCC, Rajendra Pachauri, não tem saída. Já está tão envolto em contradições, que já não se sabe se o que diz é a sério ou não, como é o exemplo do vídeo acima, bem provocado pela jornalista Sandra León . Depois de ter dito que o IPCC não ía buscar conclusões aos jornais, agora é o vale tudo, desde que seja autêntico... Vejam as imagens, com a transcrição abaixo, retirada do EU Referendum:

Well. There are no errors. There is one error which we have acknowledged which was in respect of melting of the Himalayan glaciers.

Let me emphasise that the others are not errors and it is perfectly valid to use non-peer reviewed literature provided we look at the source of information that is contained in that non peer-reviewed literature and make sure that it's authentic.

You must realise that there are some parts of the world where you really don't have published research material. And therefore it's been the practice of the IPCC to use non peer-reviewed literature. With, of course, a lot of caveats and careful authentication of the source of that information.

And, what you're pointing out is really not correct. We have investigated these so-called errors. They're not errors and we are absolutely certain that what we have said over that can be substantiated on the basis of scientific information.

Except for the case that I mentioned, the Himalayan glaciers where it was said the glaciers would melt, would vanish by 2035 and that error we have acknowledged and have put a note on the IPCC website which I would request you to look at carefully.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

IPCC não acerta uma

O IPCC, prémio Nobel da Paz, liderado pelo grande especialista em Kama Sutra, Rajendra Pachauri, parece que não acerta uma. Agora que o planeta resolveu esmiuçar os relatórios, parece que são poucos os parágrafos que vão escapar incólumes.

Desta vez, são os Holandeses que estão chateados. Conforme se pode ver aqui, o IPCC afirma que a Holanda regista 55% do seu teritório abaixo do nível do mar, onde vive 60% da sua população e é gerado 65% do seu PIB.

Estes numeros estão completamente engatados. Como rapidamente uma visitinha ao Wikipedia confirma, apenas 20% do seu teritório está abaixo do nível do mar, vivendo aí apenas 21% da sua população. Até a Ministra do Ambiente lá do sítio conhece estes números, e por isso está zangada. A Ministra, Jaqueline Cramer, já mandou abrir uma investigação sobre como é que o IPCC chegou a estes números, mas segundo esta outra notícia, parece que alguém não sabe somar como deve ser!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Churrasco verde

As notícias da treta são o prato forte da silly-season... João Luís Monteiro, da Liga de Protecção da Natureza (LPN), conseguiu convencer o DN a fazer um artigo sobre como fazer um churrasco verde. É uma autêntica pérola!

Donde vem o carvão? Se é das árvores, é porque foram abatidas. Por isso, em vez de carvão, sugere utilizar gás propano! Porque envia menos dióxido de carbono para a atmosfera? Mas, então, as árvores não reciclam o CO2 da atmosfera, enquanto o propano é introduzido, sendo um combustível fóssil? Louvável, esta atitude de um ecologista a preferir um combustível fóssil...

Mas melhor para ele seria um forno solar! Dá para ser um churrasco demorado, porque para José "um churrasco não foi feito para gente com pressa". Ele já deve ter experimentado o cozido das Furnas...

Se usamos acendalhas, podem provocar cancro. O melhor é usar umas pinhas e caruma. José sugere também umas acendalhas ecológicas, feitas de madeira prensada e embebidas em ceras parafinadas. Mas será que o José sabe donde vem a parafina?

Mas o mais importante num churrasco, está no planeamento. José sugere que se faça uma lista dos participantes, para não se comprar nenhum ingrediente a mais. E não se esqueça de pedir aos participantes para dizer o que vão trazer: já agora, faça o papel de forreta, porque assim eles trazem tudo e a sua pegada ecológica é assim menor? O maior temor dele é que haja o risco de ter cinco saladas de massa que ninguém vai comer... Santa paciência! Continuando, não churrasque carne, porque assim o Pachauri não vem. Grelhe tofu, com maçarocas de milho ou bananas?

Finalmente, para o José, pão duro e unhas de fome: "Escolha um sítio central para todos os convidados e que seja acessível a pé ou de bicicleta ou de transportes públicos, para poupar nas emissões." Ou seja, o mais longe de sua casa: consome gasolina, mas poupa no resto...

http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1311836&seccao=Biosfera

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Regresso à Idade Média

Estou cada vez mais estupefacto com a quantidade de estupidez que continua a acumular com a fraude do aquecimento global. Mas as duas últimas que li deixaram-me KO.

Na primeira, Rajendra Pachauri, que preside ao IPCC, e que ganhou ignobilmente o Prémio Nobel o ano passado, sugere que devemos deixar de comer carne! Porque a produção de carne produz muito metano! O que vamos comer então? Vegetais? Mas esses são os que transformam CO2 nomeadamente em oxigénio! Não tarda nada e vamos ver que a abstinência das várias religiões tem uma virtude suplementar...

No segundo exemplo, sugere-se que deixemos de lavar a roupa na máquina e que se passe a lavar à mão, como os nossos antepassados! A conclusão é de um tal Francisco Javier Navarro, da Universidade de Queensland, Austrália. Que ainda compara as virtudes do algodão versus o poliéster, e como o primeiro pode ser utilizado mais vezes sem lavar, por não "cheirar" tanto.

O que se seguirá? Não tomar banho como na Idade Média?

http://news.bbc.co.uk/2/hi/science/nature/7600005.stm
http://economictimes.indiatimes.com/Earth/Global_Warming/Wash_dirty_linen_yourself_fight_global_warming/articleshow/3458266.cms