quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

A Igreja do Aquecimento Global

James Follett é um analista de negócio, dizendo-se empregado numa empresa de energias renováveis. Tem também jeito para o design... Mas isso é apenas a introdução para alguém que produziu um magnífico vídeo, e que merece ser divulgado! Só vi, para já, os primeiros 10 minutos, mas adorei (especialmente a música, dos Hell City Glamours)!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Ciclista ressuscitada

O Reino Unido, um dos países, que por via do seu Governo autista, mais tem insistido na tecla do Aquecimento Global, teve uma visitinha da Mãe Natureza. Até o alarmista Guardian tenta encontrar palavras suaves, mas não há como esconder a triste realidade das escolas fechadas, aeroportos fechados, comboios praticamente bloqueados, carros atolados, e até o Metro com atrasos...

Mas os eco-xiitas lá do sítio tem sempre sugestões inovadoras para ultrapassar a neve, como ir de bicicleta para o emprego! Infelizmente, estas sugestões estupidificantes levam a problemas sérios, como o de Sarah Archdale, que utilizou essa estratégia, e ia morrendo. Despistou-se e ficou enterrada na neve, na estrada, e foi sendo coberta por ela... Valeu-lhe o facto do condutor Colin Dodds ter visualizado o farol da sua bicicleta, e tendo-a encontrado inconsciente, sem respirar, lhe devolver a vida, com ajuda de outro condutor!

Felizmente, ainda há finais felizes para sugestões estupidificantes...

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Aquecimento Cultural

Quando tudo de maluco parecia já ter acontecido, há uma história ainda pior. No Reino Unido, a utilização de carvão é quase um pecado, pelo CO2 que liberta. Um saco de 20 quilos de carvão para aquecimento custa cerca de 5 libras, mas é supostamente necessário para aqueles lados, onde se esperam temperaturas fortemente negativas nos próximos dias.

Mas os pensionistas, aqueles que são mais afectados por estas políticas verdes loucas, que também varrem o reino de Sua Majestade, são dos poucos que ainda sabem fazer contas. E então descobriram que é muito mais barato queimar livros. É que um livro de 500 gramas, numa loja de caridade pode custar apenas 5p, ou seja 100 vezes menos que os 20 quilos de carvão, mas apenas 1/40 do peso do carvão comparável!

O aquecimento mais desejado é o das enciclopédias, pois são os livros que têm mais volume. As lojas livram-se dos stocks, e os pensionistas arranjam uma forma mais económica de se aquecerem! É que desde Janeiro de 2008, o gás subiu 40% e a electricidade 20%, enquanto o custo da cultura baixou...

A triste história de Peter Spencer

Já aqui nos referimos ao absurdo do que acontece na Austrália, a coberto de uma política comuna verde. Agora surge mais um exemplo, que está a ter finalmente uma grande cobertura na Austrália, mas que ainda é desconhecido no resto do planeta.

Peter Spencer é um agricultor australiano, que detém uma propriedade de 5385 hectares, que foi declarada um sumidouro de carbono. Em função disso, e doutros muitos casos semelhantes, a Austrália beneficia directamente em muitos biliões de dólares, no âmbito do protocolo de Kyoto.

Mas para Peter Spencer, nem sequer indeminização há! Nem sequer pode agora cultivar as suas terras... Por isso, entrou há 44 dias numa greve de fome, para chamar a atenção para este problema. Entrincheirou-se numa tenda, a meio de um torre de monitorização de vento, e já tem uma legião de seguidores.

A notícia está finalmente a chegar aos medias australianos, e esperemos que rapidamente a todo o Mundo! Ele exige uma explicação do primeiro ministro australiano, Kevin Rudd, que politicamente, se diz próximo dos pequeninos!

Espalhem a notícia, antes que sejamos todos nacionalizados (planetizados?) e comunizados a nível global!

Actualização: Resumo mais actualizado aqui.

Saldos de lâmpadas economizadoras

A lógica ecológica é muitas vezes perversa. A empresa energética alemã Npower, enviou 12 milhões de lâmpadas economizadoras, não solicitadas, para famílias do Reino Unido. Podem pensar que o objectivo é poupar-se energia, mas desenganem-se: a maioria nem chegará ao seu destino. Mas o objectivo último foi poupar uma multa estimada de 40 milhões de libras!

A prenda idiota de Natal surge como forma de cumprir as obrigações legais de corte de emissões de CO2. A Npower é a última a abusar deste truque, sendo que um estudo de Julho havia revelado que cerca de 200 milhões de lâmpadas economizadoras haviam sido enviadas ao abrigo do esquema CERT (Carbon Emissions Reduction Target).

Até o partido Verde lá do sítio criticou o envio. Lendo o seu comunicado, não se percebe muito bem porquê, até porque são estes idiotas dos poucos que defendem acerrimamente estas lâmpadas! Mais um monumental barrete...

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Neve por todo o lado

Todos andam surpreendidos com o mau tempo. Temporariamente, deixamos de ser incomodados com a nova religião Verde, que todos os dias nos incomodava os sentidos. Os exemplos vem de todo o lado. No Reino Unido, o caos é significativo. Na China, milhares de escolas fecharam em consequência do frio, uma medida pouco habitual, mas lógica depois da maior queda de neve num dia, desde 1951. Na Coreia do Sul, 25 centímetros de neve caíram em Seoul, o valor mais elevado desde que há registos, no longínquo ano de 1937. Nos Estados Unidos, foram estabelecidos recordes de várias décadas de queda de neve num dia.

Como já havíamos referido há dois meses, o que está a dar é ir para a neve!

Trabalhar para aquecer


Pinto de Sá, no seu blog, escreveu no final do ano como são difíceis de fazer as contas da energia em Portugal. Como ele diz, "quando o vento sopra mais forte, e dado que as barragens estão cheias de água da chuva e não podem armazenar mais, que tem feito a REN ao excesso de energia eólica existente?"

No primeiro gráfico acima, tirado do site da REN, a linha grossa a preto representa o consumo verificado no dia 30 de Dezembro. Como se pode ver, durante grande parte do dia, a produção de energia foi muito superior à consumida. Como se pode ver no segundo gráfico, verificou-se uma exportação de energia significativa durante grande parte do dia. Curiosamente, teve que se importar energia em dois períodos do dia, para se efectuar essencialmente bombagem!

É claro que se houve tanta exportação de energia, ela teve que ir para Espanha... Mas vendo as estatísticas da Red Eléctrica de España, também nesse dia se observou uma quantidade importante de exportação de energia. Nos períodos em que Portugal importou, os valores da exportação de Espanha são semelhantes. Mas nos momentos em que Portugal exportou, apenas se verificou uma importação irrisória no país vizinho!

Pode-se e deve-se perguntar para onde vai a energia exportada? França não costuma importar, mas não consegui obter números concretos. E depois, porque aparecem importações de energia, quando não precisamos dela? Como o Pinto de Sá refere, é mais provável que estejemos, nós Portugueses, a subsidiar alguém. Ou então falta um item na legenda da REN, que é energia deitada fora!