Era suposto a biomassa ser uma solução interessante para alguns problemas. Todavia, como já constatei no passado, a deturpação acontece! Agora, chega mais uma notícia perturbadora. Em vez de utilizar as árvores para produzir madeira ou papel, agora é para queimar! Em função desta situação, as fábricas de painéis de derivados de madeira fizeram greve na passada sexta-feira, em protesto. A portuguesa Sonae Indústria aderiu também ao protesto, por ter que importar já um terço da madeira que utiliza. E esta madeira importada, nomeadamente mais cara, tem implicações nos preços finais dos produtos... Enquanto isso, a notícia nota a indicação de que parte da madeira nacional está mesmo a ser exportada para Itália, igualmente para queimar, porque lá pagam muito bem o kWh de energia da biomassa... A história, já a vimos com os biocombustíveis, pelo que já sabemos como acabará...
domingo, 31 de outubro de 2010
Greve à biomassa
Era suposto a biomassa ser uma solução interessante para alguns problemas. Todavia, como já constatei no passado, a deturpação acontece! Agora, chega mais uma notícia perturbadora. Em vez de utilizar as árvores para produzir madeira ou papel, agora é para queimar! Em função desta situação, as fábricas de painéis de derivados de madeira fizeram greve na passada sexta-feira, em protesto. A portuguesa Sonae Indústria aderiu também ao protesto, por ter que importar já um terço da madeira que utiliza. E esta madeira importada, nomeadamente mais cara, tem implicações nos preços finais dos produtos... Enquanto isso, a notícia nota a indicação de que parte da madeira nacional está mesmo a ser exportada para Itália, igualmente para queimar, porque lá pagam muito bem o kWh de energia da biomassa... A história, já a vimos com os biocombustíveis, pelo que já sabemos como acabará...
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sábado, 30 de outubro de 2010
Abram os olhos!
Via Espectador Interessado, tomei conhecimento das palavras de um artigo do Público, de Campos e Cunha, ex Ministro das Finanças. O mesmo artigo parece estar disponível integralmente aqui, e saiu ontem, sob o título "A década perdida". Campos e Cunha é, portanto, mais uma destacada personalidade portuguesa a abrir os olhos. Outros se seguirão... Aqui está o extracto relevante para os leitores deste blog:| (...)depois foi a moda, politicamente correcta, das renováveis, com especial destaque para os últimos 5 anos. A aposta nas energias alternativas - vento e sol - saíu caríssima às famílias e às empresas, que já estão a pagar a factura, com perdas acrescidas de bem-estar e competitividade. |
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sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Défice energético essencial para resolver dívida externa???
Os leitores enviam-me muitas notícias interessantes, e elas têm-se estado a acumular, devido a alguma investigação que tenho efectuado nos últimos tempos. As notícias envolvendo o disparate da energia eólica são as que se acumularam em maior quantidade... A energia eólica atingiu a dimensão que tem, tendo como justificação a redução a nível de gases de efeito de estufa. Há apenas aqui um problema: tal não é verdade! Todas estas supostas vantagens da energia eólica são na verdade um castelo de cartas...
No Reino Unido, onde o vento sopra com muito maior intensidade que em Portugal, e onde a penetração das ventoinhas é muito menor, eles já perceberam há muito que isto é negócio que não lhes interessa. Nesta notícia podem ler como as revoltas contra as ventoinhas são às centenas, com apenas um terço a passarem a nível local, devido à fúria das populações! E a nível de Inglaterra, a taxa de aprovações ao nível do planeamento baixou 50% nos últimos doze meses!
Entretanto, na Vestas, o maior fabricante de ventoinhas, o futuro são os despedimentos. E são feitos na Dinamarca, onde mais dói! As suas acções estão em valores mínimos de 4 anos, e o caminho é para baixo...
Por cá, tivemos o fim de semana passada, o ditador Chavez a falar daquilo que não sabe, na visita à nossa fábrica do vento. Talvez lhe estejam a vender banha da cobra; mesmo assim, diz que sim, mas depois o negócio é outro, seja em casas, soja, obras-públicas, etc. Infelizmente, nesta visita, não consta que a Joana Cruz se tenha aproximado...
Adicionalmente, a ordem é avançar com os projectos o mais rapidamente possível, antes que a população se porte como a Inglesa, ou seque a têta do Estado. Já em desespero de argumentação, o nosso inarrável Ministro da Economia motiva, pelo seu discurso anti-económico, títulos absolutamente impossíveis, como o seguinte: "Vieira da Silva considera défice energético essencial para resolver dívida externa".
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quinta-feira, 28 de outubro de 2010
As ONGs do Ambiente (ONGA)
Depois do post de segunda-feira, um leitor enviou-me uma referência para a lista completa de ONGs do Ambiente em Portugal. A lista disponível na Agência Portuguesa do Ambiente, já datada, relativa a Março de 2008, enumera cerca de 120 organizações.Uma lista mais recente, em Diário da República, relativa a 31 de Dezembro de 2009, revela um conjunto igualmente significativo, mas de difícil contabilização, dadas as repetições observadas. Não há dúvidas que há muita gente a chuchar. Entretanto, deixo aqui algumas das organizações porventura mais chamativas:
- Associação de Jovens Ambientalistas de Queluz — Grupo de Cicloturismo “Kid Carcaça”
- Senhores Bichinhos — Associação de Protecção aos Animais
- Projecto Palhota Viva — Associação de Defesa do Ambiente
- AGRIARBOL — Associação dos Produtores Agro-Florestais da Terra Quente
- Liga Portuguesa de Profilaxia Social
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quarta-feira, 27 de outubro de 2010
O buraco sem fim
No dia de hoje, a analogia gráfica que melhor se enquadra é a que referencio ao lado. Sobre Sócrates, já todos sabemos que cada dia que passa em São Bento, só contribuiu para a nossa infelicidade colectiva. Esta cambada que nos desgoverna já lá não devia estar, mas nós Portugueses gostamos de sofrer! Gostamos dos aumentos do ano passado, e não escutamos a Velha. Agora, pagamos!Mas o PSD não está propriamente melhor! Este mês lançou o site www.cortardespesas.com. Como era minha obrigação, coloquei lá a sugestão de cortar nas tarifas feed-in. É uma opção muito mais realista do que aumentar o IVA ou cortar nos salários, e ainda tornaria a Economia Portuguesa mais competitiva. E sempre vão ser 700 milhões de euros este ano... O PSD lançou depois o Relatório Síntese das propostas recebidas, mas a minha proposta, apesar da sua dimensão, nem sequer lá apareceu. Ainda pedi uma explicação por escrito, mas obviamente posso continuar à espera!
Nada que não me admire! Afinal o PSD, e especialmente Pedro Passos Coelho, também se alimentam das energias renováveis... A Fomentinvest é um dos players nesta área, sendo bem conhecida a ligação anterior de Pedro Passos Coelho. Aliás, já aqui no passado tínhamos observado que Pedro estava passado com as suas inspirações! Conseguem topar onde ele está no filme?
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terça-feira, 26 de outubro de 2010
Going down
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One year and a half ago, we had noticed that the rate of sea level rise given by the University of Colorado (satellite data) was going down. It had gone down from 3.3 ± 0.4 mm/year to 3.2 ± 0.4 mm/year. This last value can be seen in the first image above. This October, the rate of rise has declined again! Now it has come down to 3.1 ± 0.4 mm/year, as can be seen in the second image above! The image properties shows that the image was uploaded to the site on October 6th, 20:45 GMT, which is confirmed by their release notes. This rate has been steadily going down since the beginning of 2006, when it reached the highest value, at a rate of 3.5 mm/year.
This means, to say the least, that the rate of rise of sea level is declining. Nothing really new, as we have noticed in the past. But this is a hard blow on alarmists, who have been promoting accelerated sea level rise 1 2. But what is worse, and can be seen clearly in the graph, is that the decline is even greater in recent years. Since Jason-1 data is being used, from 2002 onwards, the rate of rise is only 2.3 mm/year, only slightly higher that the whole 20th century rate of rise. Expect more declines in the near future!
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segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Chucha da Utilidade Pública
- O TAGIS — Centro de Conservação das Borboletas de Portugal, pessoa colectiva de direito privado n.º 506770311, com sede na freguesia de São Mamede, concelho de Lisboa, presta, desde 2004, relevantes e continuados serviços à comunidade onde se insere através da promoção e do desenvolvimento de actividades de carácter cultural e científico, designadamente, da promoção do conhecimento da natureza, realizando acções e projectos nas áreas da educação ambiental e da investigação científica.
- A ATRIAG — Associação para Tratamento de Resíduos Industriais de Águeda, pessoa colectiva de direito privado n.º 503627860, com sede na freguesia de Borralha, concelho de Águeda, presta, desde 1996, relevantes serviços à comunidade regional onde se insere, na área do ambiente, designadamente, através da promoção do tratamento e eliminação dos resíduos industriais.
- A Campo Aberto — Associação de Defesa do Ambiente, pessoa colectiva de direito privado n.º 505093278, com sede na freguesia de Águas Santas, concelho da Maia, presta, desde 2000, relevantes e continuados serviços à comunidade onde se insere visando a defesa do ambiente e conservação da natureza, designadamente, através da edição de publicações, intervenções públicas, participações e promoção de debates.
- A ASPAFLOBAL — Associação de Produtores Florestais do Barlavento Algarvio, pessoa colectiva de direito privado n.º 501829881, com sede na freguesia e concelho de Monchique, presta, desde 1985, relevantes serviços à comunidade onde se insere através da promoção da protecção da floresta, quer pela introdução de novas técnicas de exploração que permitam criar bases de sustentabilidade da floresta algarvia quer pela criação e manutenção de uma equipa de sapadores florestais. Coopera com as mais diversas entidades privadas e públicas, nomeadamente ao nível da administração local, com as Câmaras Municipais de Monchique e Portimão, na prossecução dos seus fins.
Não obstante, a entidade deverá abster -se de fazer uso do estatuto para exercer actividades susceptíveis de reduzir a capacidade competitiva dos demais agentes económicos e assegurar que nos documentos enviados a autonomização dos custos e receitas relativos às actividades que não possam ser abrangidas pelos benefícios que o estatuto de utilidade comporta sem que se verifique a violação das regras da concorrência. Deve ainda, demonstrar, anualmente, a manutenção da situação de
estabilidade e suficiência financeira. - A Associação Florestal e Ambiental do Concelho de Chaves, pessoa colectiva de direito privado n.º 504961934, com sede em Chaves, presta, desde 2000, relevantes serviços à comunidade onde se insere. Tem vindo a desenvolver um meritório trabalho na defesa e na gestão ambiental, contribuindo para o desenvolvimento sustentado dos recursos florestais e dos espaços a ele associados. Coordena uma equipa de sapadores florestais. Tem protocolos de cooperação celebrados com várias entidades oficiais, designadamente com a Câmara Municipal de Chaves.
- A ADAPTA — Associação para a Defesa do Ambiente e do Património na Região da Trofa, pessoa colectiva de direito privado n.º 505068281, com sede na freguesia de São Martinho de Bougado, concelho da Trofa, presta, desde 2001, relevantes serviços à comunidade onde se insere através da defesa, da conservação e da melhoria do ambiente e do património natural e construído na região da Trofa, numa perspectiva da promoção do desenvolvimento sustentável e da qualidade de vida das populações, segundo as vertentes da educação, de informação, de formação e de intervenção, bem como da realização de acções para a resolução de problemas ambientais específicos.
- A AGROBIO — Associação Portuguesa de Agricultura Biológica, associação de direito privado n.º 501632484, com sede na freguesia de Alcântara, concelho de Lisboa, é uma organização não governamental de ambiente de âmbito nacional e registada, desde 10 de Janeiro de 1988, no Registo Nacional das ONGA e equiparadas, preenchendo os requisitos da Lei n.º 35/98, de 18 de Julho. Dedica -se à divulgação da agricultura biológica em Portugal através da sensibilização, da formação e do apoio ao desenvolvimento técnico e comercial deste tipo de agricultura no nosso país.
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