Depois dos artigos sobre tornados, um leitor habitual enviou-me um link de um blogger de Arronches, que dá conta daquilo que as televisões e o resto dos Media, não dão. Como podem observar neste post do seu blog, os vendavais, tornados, ou coisas semelhantes, são coisas habituais no presente, e também o foram no passado. O problema é que as televisões não estavam lá, e até foi de noite. Por isso, a imagem do lado é do blogger, e evidencia a violência da natureza. Daqui a uns tempos, já ninguém se lembrará destes. E o mesmo se passa relativamente aos que ocorreram no passado... É apenas mau tempo!
sábado, 18 de dezembro de 2010
Mau tempo
Depois dos artigos sobre tornados, um leitor habitual enviou-me um link de um blogger de Arronches, que dá conta daquilo que as televisões e o resto dos Media, não dão. Como podem observar neste post do seu blog, os vendavais, tornados, ou coisas semelhantes, são coisas habituais no presente, e também o foram no passado. O problema é que as televisões não estavam lá, e até foi de noite. Por isso, a imagem do lado é do blogger, e evidencia a violência da natureza. Daqui a uns tempos, já ninguém se lembrará destes. E o mesmo se passa relativamente aos que ocorreram no passado... É apenas mau tempo!
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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Ridículo Global
Agora que estamos a entrar no fim de semana, deixo-vos dois vídeos muito interessantes, e que resumem em menos de quatro minutos, o estado do Aquecimento Global. O primeiro vi-o já ontem no Espectador Interessado, e é a visão de um esclarecido político e eurodeputado, Paul Nutall, que já goza com os seus pares, deste ridículo tema. O segundo vídeo apareceu hoje no WattsUpWithThat, e é a visão popular, e satírica, do mesmo Aquecimento Global. Este último vídeo, que já passou na BBC, no progama Armstrong & Miller, denota a atracção que os comediantes vão sentir pelo tema. A atracção vai ser tão forte, que o Aquecimento Global vai passar a ser o Ridículo Global.
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Péssimo jornalismo
A confrontação já a havia observado ontem no WattsUpWithThat. Não a tencionava mencionar aqui, porque evito repetir-me ao Anthony Watts, mas sobretudo porque era uma não notícia. Mas, o nosso alarmista Público, resolveu dar-lhe destaque...O que a infeliz jornalista, Susana Almeida Ribeiro, não percebe é que a mensagem de Bill Sammon, da Fox News, é uma inspiração para qualquer jornalista que se preze! Porque a sua mensagem é um exemplo de imparcialidade, a que os jornalistas deviam estar obrigados. Mas, mesmo reconhecendo as naturais diferenças editoriais, claramente assumidas nos Estados Unidos, como não deixar de ficar sensibilizado pelo conselho de imparcialidade, expresso por exemplo, na seguinte frase:
| Não é da nossa competência, como jornalistas, aferirmos estas noções como factos, especialmente enquanto este debate se intensifica. |
A triste Susana equaciona depois o momento da mensagem, por se tratar do momento em que "os líderes de cerca de 200 países se encontraram em Copenhaga para tentarem chegar a um acordo sobre as alterações climáticas"... Não saberá ela que os jornalistas não se devem deixar condicionar por momentos de inconveniência? E que o Climategate havia revelado, apenas dias antes, finalmente a marosca da pseudo-ciência climática?
O que a Susana verdadeiramente revela é o péssimo jornalismo a que o alarmista Público nos habituou! Revela que já deve ter esquecido o que aprendeu na Faculdade há não muito tempo, o Código Deontológico dos Jornalistas, e toda a ética e normas associadas a esta nobre profissão. E como a Susana delira sobre estas mensagens, o que realmente a gente precisava era de um Wikileaks no Público... Enquanto não as temos, o melhor que me ocorre para este comportamento jornalístico, é a imagem acima!
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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Fretes ao Governo
Mas uma das mais interessantes veio, como de costume, do Público:
| Os dados baralham a ideia tradicional de que os países com energia nuclear vendem energia mais barata, já que se verifica que na UE parte deles tem preços mais competitivos que Portugal e parte tem mais elevados. Em relação à média europeia, os portugueses pagam menos 2,6 por cento (domésticos) e menos 7,4 por cento (indústria). |
Eu bem sei que a Lurdes Ferreira, cujas iniciais assinam o artigo, anda permanentemente baralhada... E os leitores habituais do blog sabem que eu sou contra o nuclear, em Portugal. Porque pensa a Lurdes que em Espanha, a subida dos preços foi devida ao nuclear? E esconde convenientemente a referência a França, país por excelência do nuclear na Europa? Por isso, volto a colocar o gráfico de há duas semanas atrás (leiam o post para perceber que há um gato), dos dados do Eurostat que a Lurdes menciona, para que todos percebam que a subida de tarifas em Espanha foi devida, tal como cá, à recente política das renováveis (eólica + solar), enquanto em França o preço é, neste momento, bem inferior ao dos países ibéricos!
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Políticos não fazem bem ao ambiente
De vez em quando tropeço em artigos absolutamente estupidificantes! Como este, que saiu no Jornal de Notícias, intitulado "Políticos não fazem bem ao ambiente". A desconhecida cronista Paula Ferreira divaga sobre o insucesso de Cancún, não parecendo perceber o que por lá se passou. Depois passa ao ataque (realces da minha responsabilidade):| Não há tempo para mais hesitações. Nós, portugueses, estamos aí para o provar. Há poucos dias, milhares das pessoas da região centro ficaram praticamente sem nada, e ouvimos o insuspeito Filipe Duarte Santos explicar, de novo, aquilo que se sabe: fenómenos como o tornado que varreu Tomar e Ferreira do Zêzere serão cada vez mais frequentes. |
Sim, todos os leitores do blog sabem que o físico Filipe Duarte Santos é insuspeito. E sabem que os tornados não são propriamente uma novidade. Mas estes tretas sabem muito bem que sempre foi assim; a diferença é que agora há televisão para relatar a coisa!
Mas a Paulinha reforça:
| Como frequentes serão as inundações e os Verões tórridos. Afinal, de que estamos à espera para fazer alguma coisa antes que seja tarde? Os cidadãos parecem cada vez mais conscientes na defesa de formas de vida compatíveis com a natureza. Mas que adianta o gesto se os políticos ignoram essa realidade? |
E a frequência do frio, que se sente por estes dias, por quase todo o Planeta? A tretas Paula tem razão: os políticos têm ignorado a realidade, e por isso é que os militares ingleses tiveram que sair dos quartéis (e vão continuar a sair) e por isso também que cá em Portugal bastou a queda de uns poucos centímetros de neve, para tudo parar. Só para citar dois pequenos exemplos.
E conclui com:
| Mesmo quando não as ignoram - alguma da política energética do Governo de Sócrates é um bom exemplo disso - , há sempre alguém, tocado pelo populismo, pretende acabar com ela. Basta estar atento a uma certa corrente de opinião que questiona os subsídios às renováveis. O argumento é este: os portugueses que não beneficiam desses subsídios têm de os pagar. E será que não subsidiamos todos o petróleo? São os mesmos, afinal, que advogam, com poucos escrúpulos, que a crise é culpa dos beneficiários do rendimento social de inserção. |
Tocado pelo populismo? Rebater esta religião é tudo menos popular! Mas as coisas estão a mudar, e devaraginho as pessoas começam a iluminar-se. Chegará também o dia para a Paulinha... E que argumento é aquele? Confesso que fiquei confuso, até porque o argumento insinua que quem não paga a energia é que beneficia? E do petróleo? Deve ser mais uma das que continua às escuras...
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Recordes de carros eléctricos
Há pouco mais de um mês apareceram notícias espantosas sobre o alegado recorde, de um veículo eléctrico, que havia percorrido os 600 Km entre Munique e Berlim, sem recarregar as baterias. Mas para se provar um recorde, é preciso que ele seja verificável, ou verificado independentemente... Na altura, pareceu-me que as alegações avançadas eram extremamente duvidosas. Um novo tipo de bateria, mas, no site da empresa, referenciava-se o seu uso em monta-cargas eléctricos. Portanto, nada de novo! Depois verifiquei uma diferença de altitudes de cerca de 500 metros entre as duas cidades, o que facilita o consumo. Finalmente lembrei-me de uma viagem que fiz entre Madrid e Lisboa muito semelhante: são também cerca de 600 Km e a diferença de altitudes é semelhante.
Na altura, bati claramente as especificações de consumo do meu carro! Porquê? Porque estava um vento forte de este, que fazia com que o consumo fosse quase uma miragem! Os leitores poderão experimentar algo semelhante, quando vierem do Algarve, e havendo vento Sul com fartura, efectuem o reset de consumo do automóvel no topo da Serra do Caldeirão...
Talvez Mirko Hannemann, o condutor do automóvel, e CEO da DBM Energy, tenha tido mais uns truques na manga... Mas, por estas, e certamente por outras razões, não está disposto a verificar, de forma independente, o recorde. Porque será?
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Ilhas de Calor Urbano
O conceito de Ilha de Calor Urbano é bem conhecido dos leitores habituais do blog. O conceito é muito bem conhecido, até por aqueles que não sendo cientistas, observam com alguma atenção, um simples termómetro de carro, ao se aproximarem e afastarem dos grandes centros urbanos. Eu já encontrei diferenças de temperatura de 10ºC entre o centro de Lisboa e arredores, sendo especialmente visível durante a noite!Este tema tem sido varrido para debaixo do tapete pelos alarmistas. Porque os seus termómetros estavam na maioria, há umas dezenas de anos, fora das cidades. E hoje estão dentro das cidades. Veja-se o caso dos termómetros de Lisboa, para se ter uma ideia! E claro, esses termómetros têm vindo a registar um aumento das temperaturas... Porque será?
Num paper de 1990, o Phil Jones do Climategate já andava a esconder o gato. Esse gato continuou a ser escondido em estudos subsequentes, com ligeiras alterações, como é o caso deste paper, também de Phil Jones, depois de múltiplas críticas de cépticos. Entretanto, tornou-se doutrina do IPCC.
Afinal, o gato está escondido, mas com o rabo de fora! Via o magnífico WattsUpWithThat, chegamos a este estudo da NASA, que aproxima o impacto da subida das temperaturas, por via das Ilhas de Calor Urbano, até uns impressionantes 9ºC! A apresentação que eles disponibilizam é igualmente arrasadora. Não deixem de ler, na totalidade, porque irão ser uma grande referência, daqui para a frente!
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