A perseguição das vaquinhas é muito típica dos alarmistas do Aquecimento Global. Tudo porque elas produzem um pouquinho de metano, que para esses alarmistas é ainda pior que o maldito CO2. E este alarmismo continua a ser reciclado, como o prova a reportagem abaixo da Euronews, emitida a semana passada. Qual é o segredo? É que estes cientistas andam a estoirar uns milhões de libras, há vários anos, a ver como se reduz as emissões de metano, com alho! Como todos nós sabemos, e se sabe desde a Idade Média, o alho tem potentes propriedades antimicrobianas, mas estes cientistas andam obviamente a re-inventar a roda!
Para mim, não admira que os micróbios lá das vaquinhas morram quase todos... O que não quero é imaginar como será o hálito e o ambiente lá dos estábulos! Enfim, espero pelo menos que não andem a alimentar o gado com alho chinês... E que bebam lá o leite já com o sabor a alho, porque se se sabe que o leite é um dos melhores segredos contra o hálito do alho, como se resolveria o problema depois?
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
As tretas do Álvaro
Terminei hoje a leitura do Portugal na Hora da Verdade, do actual Ministro da Economia, Álvaro. O livro parece dar-nos uma ideia clara do fosso em que estamos mergulhados, e até concordo com a análise que o Álvaro fazia aqui há uns meses atrás, sobre as renováveis (todos os realces da minha responsabilidade): | É verdade que as energias renováveis ainda são relativamente caras em relação a outras fontes de energia. Ainda assim, a aposta nelas deve continuar, desde que se satisfaçam duas condições. Primeiro, os subsídios e os apoios extraordinários que têm vindo a ser concedidos às eléctricas nacionais têm de ser gradualmente retirados. Segundo, a estratégia de incentivo às renováveis não pode inibir uma maior concorrência no sector. Se estas duas condições não estiverem presentes, não valerá a pena continuar a apoiar as renováveis, pois a factura do apoio será sempre demasiado cara. Por outro lado, se os subsídios e os apoios extraordinário forem retirados e se uma maior concorrência no sector da energia for garantido, penso que teremos toda a vantagem em continuar a investir nele. |
O problema começa quando começamos a ler outras tiradas. A seguinte do Álvaro é verdadeiramente desprezível. Mas tem uma virtude: evidenciar que os impostos de carbono não tem nada a ver com a salvação do clima:
| Outra possibilidade para melhorarmos a competitividade das nossas exportações seria utilizar a nossa fiscalidade para conseguirmos a tão almejada redução dos custos unitários do trabalho. Como? Reduzindo as contribuições fiscais e sociais afectas ao factor trabalho em contrapartida de um aumento dos impostos sobre o consumo e/ou da criação de um imposto verde (um imposto sobre as emissões de carbono). |
Curiosamente, também hoje, um leitor alertou-me para uma entrevista do Álvaro ao Financial Times:
| Portugal has sought to reassure wind energy producers that measures to cut costs and subsidies, required under the country’s €78bn financial rescue agreement, will not affect the value of their assets or financing agreements. “We will not break any contracts” Álvaro Santos Pereira, economy minister, told the Financial Times. “The rule of law is sacred to us.” He was responding to the concerns of some wind farm owners that plans to reduce the cost of subsidising green energy production could affect the terms of project finance contracts totalling about €3bn. |
Enfim, mais um troca-tintas! Talvez o Álvaro queira desconsiderar o enquadramento legal do subsídio de Natal. Pode-se cortar nesse, mas não nas vacas sagradas associadas às renováveis. Assim, não vamos lá!
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sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Those deadly cute polar bears
When I first read this sad news, I could only remember about the Leaf commercial below, and their cute and sweet polar bear. The AGW sickness has figured polar bears as those sweet big animals, that are being affected by global warming... Well, they are not that friendly!
Someone should have said that to Horatio Chapple, who died from a polar bear attack, when on an expedition with the British Schools Exploring Society, in Svalbard. The expedition, which in 2008 was named "Techniques to Investigate Climate Change in Svalbard", really featured the famous polar bear (both references only available at the moment through Google Cache):
Four other people were also injured, before the bear was killed. They have had the time of their lives, for £2,900 each. They will not see the polar bear as the Nissan Leaf's marketeers:
More information was given by the young explorers, in the expedition blog. On this July 27th entry, written by Marcus Wright, they were eager for the close encounter:
I'm sure the AGW crowd will not read this blog entry and will blame the lack of ice around Svalbard as the reason for the attack. They were also pretty confident they would tame those cute polar bears. From another entry in the blog:
After all, they already had past experiences. See how they dealed with the issue in 2006. You can just see how these fires feel about polar bears:
Someone should have said that to Horatio Chapple, who died from a polar bear attack, when on an expedition with the British Schools Exploring Society, in Svalbard. The expedition, which in 2008 was named "Techniques to Investigate Climate Change in Svalbard", really featured the famous polar bear (both references only available at the moment through Google Cache):
| Since discovery in 1596, Svalbard has been an epic destination for diverse groups such as whalers, hunters, miners, researchers and polar explorers, many of whom began their race to the North Pole form here. More than half of the archipelago is covered by glaciers and although the vegetation is sparse allowing for fascinating geological study, there are over 150 species of plant and numerous birds and mammals including the walrus, beluga whale and famous polar bear. Svalbard is not only an exciting destination for adventure and exploration but also of tremendous importance in the gathering of data that has historically contributed, and continues to contribute, to issues such as climate change, ocean currents, glacial and geological processes and even the shape of the world! |
Four other people were also injured, before the bear was killed. They have had the time of their lives, for £2,900 each. They will not see the polar bear as the Nissan Leaf's marketeers:
More information was given by the young explorers, in the expedition blog. On this July 27th entry, written by Marcus Wright, they were eager for the close encounter:
| After arriving in Longyearbyen to see our first midnight sun we were all so relived to see our tents set up and waiting. I think we must of all dreamt of Polar bears because the next day was eagerly waiting for the ice flows to break up so we could move on to base camp. There was a P.bear sighting across the fjord about a mile away. Unfortunately a Westerly wind and freak climatic events have led to an unprecedented amount of ice in the fjord meaning we are marooned here for the time being. Despite this everyone was in good spirits because we encountered another P.bear floating on the ice, this time we were lucky enough to borrow an kind Norwegian guides telescope to see it properly. After that experience I can say for sure that everyone dreamt of P.bears that night. The ice flows are still dominating the fjord and our movements. We understand the depression causing the Westerly wind may not move off until Sunday. In light of this we have planned to strike camp and re locate to a more remote part of the island – should we find ourselves un able to get the boats to base camp again. During our time here we have explored Longyearbyen’s surrounding area. Although we are all itching to move to base camp, many including myself are thinking of home and the people awaiting our return. We are all thinking about you and want you to know everyone is enjoying themselves. Five weeks will fly by out here. |
I'm sure the AGW crowd will not read this blog entry and will blame the lack of ice around Svalbard as the reason for the attack. They were also pretty confident they would tame those cute polar bears. From another entry in the blog:
| The Fires spent a lot of time learning how they could make their lives easier once in the Arctic, the teams learnt how to work their stoves, put up their tents and were even trained in polar bear defence which is a requirement if spending time in Svalbard (not that a BSES Expedition has needed it!) |
After all, they already had past experiences. See how they dealed with the issue in 2006. You can just see how these fires feel about polar bears:
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Vento e frio de Julho
Creio que todos os que vivem em Portugal se deram conta do tempo miserável que passamos em Julho... No entanto, o Instituto de Meteorologia, na sua notícia de hoje, na sua mentalidade alarmista conhecida, destacou que a temperatura máxima do ar superou os valores normais nos três primeiros dias do mês e a partir do dia 25. Não há pachorra para a manutenção de um Instituição, paga pelos nossos impostos, cuja única motivação parece ser a do alarmismo climático, como aliás o atesta a referência à tempestade tropical Emily, de meados da semana, que diz absolutamente ZERO aos contribuintes e habitantes de Portugal!É claro que é inconveniente dizer que Julho foi o mais frio dos últimos 27 anos. Quem vem de fora, queixou-se do frio. E obviamente quem depende do turismo não gostou mesmo nada de mais um episódio do Aquecimento Global, como está expresso no vídeo abaixo...
E como se tudo isso não fosse suficiente, o vento soprou com mais força do que habitual... Para além do azar dos banhistas, também é azar para os consumidores e contribuintes. Porque todos sabemos que quanta mais energia eólica se produz, mais pobre ficamos! E em Julho, a produção de energia eólica subiu 51% relativamente a Julho do ano passado... Enquanto o consumo de electricidade diminuiu 5.3%, que deve ser mais ou menos o que a Cristas poupou, pelo facto de agora já não haver gravatas!
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Conta sem explicação
Os jornalistas são um bom exemplo dos portugueses que foram enganados pelo anterior Governo, e pelo ex-Primeiro Ministro em particular. Por isso, têm uma enorme dificuldade em digerir o que ontem foi dito no parlamento. Deve ser surpreendente verificar que o défice tarifário pode atingir o equivalente a três submarinos, em três anos. Mas como eles estão todos atordoados, poucos associam isto ainda à fraude das renováveis. Mas alguns começam a acordar, como o Correio da Manhã, que referencia na edição de hoje o tema dos aumentos em pelo menos três locais. Na contra-capa, o director-adjunto, nada mais nada menos Armando Esteves Pereira, é outro dos atordoados, ao ponto de ter escrito esta pérola (realces da minha responsabilidade):| Na actual conta da luz, cerca de 40% da factura são custos políticos. Nesta lista, inclui se a subsidiação às energias renováveis, um dos negócios mais chorudos da última década em Portugal. Era de esperar que a liberalização e a maior transparência no negócio exigidas pela troika se reflectissem em alguma poupança para os consumidores . Mas estas expectativas não se aplicam ao estranho mercado português, onde a extinção de tarifas reguladas e o aumento da suposta concorrência deverá levar a uma subida dos preços, acima de 10%. As 700 mil famílias mais pobres vão ser subsidiadas, com uma média de 6 euros. Uma pequena esmola numa factura que esmaga milhões de famílias. |
Depois de lerem o texto uma vez, tem que lê-lo uma segunda vez, para perceberem a atordoação do director-adjunto. É que estas pessoas, e a Sociedade em geral, levaram uma lavagem tão grande aos miolos, que pensam que isto das energias renováveis é qualquer coisa barata e sustentável. Agora que estão a começar a acordar, paguem! E quando vierem as facturas no futuro, atordoados vão continuar... Porque há que pagar toda esta Fraude com juros!
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Certificar o mau tempo
Um leitor enviou-me um apontador para uma notícia do Sol, de há cerca de um mês, sobre quanto é que custa certificar o mau tempo em Portugal. Todos aqueles que já tiveram que lidar com as consequências do mau tempo, e tiveram que activar um seguro, sabem que os meandros da burocracia envolvem o Instituto de Meteorologia.E ainda que a existência de uma taxa moderadora deva ser um facto, a verdade é que o problema não está no custo. Está no tempo que se perde, nos recursos afectos pelo Instituto de Meteorologia a atestar coisas que toda a gente sabe, como foi manifestamente o caso da queda de saraiva em Lisboa, a 29 de Abril de 2011. Da leitura do artigo do Sol se depreende que muito há realmente a fazer! Mas como as certidões representam quase 50% do total de pedidos recebidos pelo IM, há pouco incentivo para acabar com elas...
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Top Gear e veículos eléctricos
Mais um gozo à la Top Gear! Outra vez sobre carros eléctricos... A jornalista Sara Mota, do Diário Económico, que fez recentemente um artigo medíocre sobre carros eléctricos devia ver este episódio, cem vezes, de castigo! Não preciso de dizer mais nada, porque como é de costume, a equipa do Top Gear não deixa nada por dizer!
Quer dizer, podem ver também, no segundo vídeo, a versão "making of" de um habitante de Lincoln, onde os carros eléctricos do Top Gear ficaram sem energia. A melhor parte é sem dúvida os múltiplos empurrões manuais...
Como não há duas sem três, parece que os actuais donos dos Nissan Leaf vão ter uma pequena surpresa quando tiverem que trocar de baterias. É que vão custar mais do dobro do que estão à espera, talvez aí umas 19 mil libras por Leaf. É bem feita aos artistas que andam a alimentar esta fraude!
Quer dizer, podem ver também, no segundo vídeo, a versão "making of" de um habitante de Lincoln, onde os carros eléctricos do Top Gear ficaram sem energia. A melhor parte é sem dúvida os múltiplos empurrões manuais...
Como não há duas sem três, parece que os actuais donos dos Nissan Leaf vão ter uma pequena surpresa quando tiverem que trocar de baterias. É que vão custar mais do dobro do que estão à espera, talvez aí umas 19 mil libras por Leaf. É bem feita aos artistas que andam a alimentar esta fraude!
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