Não, não me refiro ao discurso hoje de Assunção Cristas em Durban. Que foi desenxabido, e para perceiros europeus verem. O que está a dar em Durban nestes dias é o cepticismo. Que grassa com intervenções como as do Ministro do Ambiente do Canadá, que considerou o protocolo de Kyoto uma coisa do passado...
O que realmente este dia teve de interessante foi a conferência da CFACT, cujo vídeo está abaixo. Com exposições muito interessantes como as de Marc Morano ou Christopher Monckton. Já haviam dado nas vistas ontem ao saltarem de paraquedas, para chamarem a atenção dos Media para o problema das revelações de fraude científica, entre outras, reafirmadas pelos correios electrónicos do Climategate 2.0. Marc Morano apresentou igualmente um documento muito interessante, com uma compilação das asneiras propagandeadas pelos alarmistas.
Entretanto, mais informação continua a surgir sobre o circo de Durban. Neste post do WUWT, Willis Eschenbach sumariou os dados das presenças no COP17, que já havíamos evidenciado para Portugal. Parece que a Quercus não está efectivamente sozinha na infiltração nas delegações governamentais. A estratégia parece ser a de integrar as delegações, para ter acesso mais directo às negociações, e assim poder influenciá-las. A promiscuidade é tão grande que algumas delegações nacionais são completamente manietadas pelos ecologistas. E o pior desses países é um de língua oficial portuguesa, a Guiné Bissau. Dos 19 elementos da delegação, a grande maioria parecem ser da China, tão evidente pelos nomes dos próprios apelidos.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
O Ecotretas no Mundo
Embora alguns países tenham apenas uma visita, houve um Indonésio que ficou mais de meia hora a ver o site! E foram vários os visitantes de Macau e Timor Leste. Todos os restantes PALOP marcaram também presença! Mas há locais do Planeta onde o Ecotretas ainda não chegou, como é o caso da China e grande parte de África. Embora pontualmente elabore posts em Inglês, e mantenha a lista Skeptical Views in non-English Countries, o Ecotretas continuará essencialmente dirigido a expor as tretas ecológicas, em Português! Mesmo para uma audiência global, que vem reconhecendo cada vez mais a nossa intervenção, com investigação de factos absolutamente originais.
Serve a presente mensagem para agradecer a todos os que lêem com regularidade este blog. E também pedir desculpas a todos os leitores que me enviam sugestões por correio electrónico, e aos quais muitas vezes não tenho tempo de responder pessoalmente. Como sabem, o tempo disponível para manter este blog é muito limitado, ao contrário dos alarmistas, que são pagos e mantidos para espalharem as desgraças da Religião Verde. Mas, como sabem, o Ecotretas não está sozinho nesta luta. Como podem ver pela extensa lista de sites do lado esquerdo, são muitos os blogs em Português que também evidenciam os disparates ecológicos e energéticos que se dizem por aí! Não deixem de os consultar também...
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Canadá salta fora de Kyoto
É oficial: o Canadá não fará parte de nenhuma segunda edição do protocolo de Kyoto. A boa nova foi dada pelo própria Ministro do Ambiente canadiano, Peter Kent. A principal crítica dos Canadianos é o facto de alguns dos principais poluidores não estarem englobados no protocolo de Kyoto, entre os quais a China, o maior poluidor do Mundo. Na teleconferência a partir de Durban, e que o Ecotretas colocará abaixo logo que ela esteja disponível, o Ministro não confirmou se a retirada se fará antes do final do ano, ou seja mesmo antes de terminar oficialmente o protocolo de Kyoto.Este é o primeiro país a debandar, depois dos Estados Unidos nunca ter saltado dentro. Este avanço do Canadá é, em meu entender, o melhor tributo que se poderia fazer a um dos cépticos mais reconhecidos do planeta, Steve McIntyre, um Canadiano de gema, mais conhecido por ter dado cabo do hockey-stick. Mas é uma notícia que escapará aos Media, tão inconveniente que é...
Actualização: Não estando disponível a teleconferência, tanto quanto saiba, disponibiliza-se o vídeo da intervenção de Peter Kent no Cop17, onde ele reafirma claramente que Kyoto é uma coisa do passado:
Etiquetas:
Durban,
Hockey Stick,
kyoto
domingo, 4 de dezembro de 2011
O herético Freeman Dyson
Nunca aqui me referi a um dos cépticos mais heréticos do planeta. Um leitor chamou-me a atenção para um texto de Freeman Dyson, publicado no blog Tempo Contado, donde extraí estas suas declarações (realces da minha responsabilidade):
Que palavras mais sábias! Quando as li, consegui-me identificar imediatamente com elas. A entrevista acima foi dada à revista Elsevier, sendo mais detalhada neste site em holandês, e referenciada neste outro artigo da Elsevier. Infelizmente, não me foi possível encontrar o texto original.
Mas não foi difícil encontrar mais pérolas deste eminente cientista. A mais significativa foi esta entrevista ao New York Times, absolutamente brilhante, da qual destacaria as seguintes afirmações:
Outro artigo que merece uma leitura atenta é este publicado na Edge. E eu a pensar que já sei umas coisas disto, dou por mim a descobrir mais Verdades Inconvenientes, como a que ele descreve a seguir:
Enfim, muita mais informação interessante está disponível sobre Dyson. Vejam por exemplo este artigo de 1977, em que Dyson descreve como resolver o problema do CO2... Simplesmente notável! Deixo-vos finalmente uma entrevista a Dyson, em dois vídeos, bem como uma conferência na Universidade de Boston, onde se verifica como é eloquente:
| Os efeitos do aquecimento global, segundo Dyson, serão mais vantajosos que prejudiciais. Os seus cálculos sobre o dióxido de carbono levam-no a concluir que: Muitos leigos crêem que esse gás na atmosfera resultará em séculos de desastre. Nada menos verdade. Uma molécula de CO2 permanece apenas sete anos na atmosfera, sendo depois absorvida pelos oceanos ou pela vegetação. É um equilíbrio muito dinâmico e totalmente ignorado pelo público. Um facto matemático que também deveria ser mais conhecido, acha Dyson, é existir uma função logarítmica nos efeitos físicos do CO2. O que significa que quanto maior for o volume desse gás na atmosfera, mais diminuirão os seus efeitos. Do ponto de vista da sociedade isso é extremamente tranquilizante. - É interessante notar – diz o jornalista – que muitos (cientistas) cépticos acerca do aquecimento global são pessoas idosas. Porque será? Dyson permanece calado alguns segundos, o seu olhar preso no do interlocutor: - Os cientistas idosos são financeiramente independentes e podem falar com toda a liberdade… Fora de dúvida existe um lobby do clima. Há um vasto número de cientistas que ganha dinheiro assustando o público. Não digo que o façam conscientemente, mas é facto que muitos rendimentos provêm desse medo. O presidente Eisenhower disse um dia que o poder dos militares em determinado momento se torna perigoso, pois é tão grande. O mesmo se constata com o lobby do clima: com o poder de que dispõe torna-se perigoso." |
Que palavras mais sábias! Quando as li, consegui-me identificar imediatamente com elas. A entrevista acima foi dada à revista Elsevier, sendo mais detalhada neste site em holandês, e referenciada neste outro artigo da Elsevier. Infelizmente, não me foi possível encontrar o texto original.
Mas não foi difícil encontrar mais pérolas deste eminente cientista. A mais significativa foi esta entrevista ao New York Times, absolutamente brilhante, da qual destacaria as seguintes afirmações:
| Al Gore’s just an opportunist. The person who is really responsible for this overestimate of global warming is Jim Hansen. He consistently exaggerates all the dangers. |
Outro artigo que merece uma leitura atenta é este publicado na Edge. E eu a pensar que já sei umas coisas disto, dou por mim a descobrir mais Verdades Inconvenientes, como a que ele descreve a seguir:
| The fundamental reason why carbon dioxide in the atmosphere is critically important to biology is that there is so little of it. A field of corn growing in full sunlight in the middle of the day uses up all the carbon dioxide within a meter of the ground in about five minutes. If the air were not constantly stirred by convection currents and winds, the corn would stop growing. |
Enfim, muita mais informação interessante está disponível sobre Dyson. Vejam por exemplo este artigo de 1977, em que Dyson descreve como resolver o problema do CO2... Simplesmente notável! Deixo-vos finalmente uma entrevista a Dyson, em dois vídeos, bem como uma conferência na Universidade de Boston, onde se verifica como é eloquente:
Etiquetas:
Al Gore,
Aquecimento Global,
CO2,
Fraude Científica
sábado, 3 de dezembro de 2011
A desinformação a partir de Durban
Parece um puto pequeno que descobriu um Mundo Novo... É assim Francisco Ferreira em Durban! O seu relato da chegada à África do Sul, à boleia da delegação Portuguesa, Mas pior é o que vem a seguir... Num post de ontem sobre Cabo Verde, Franicsco Ferreira espalha um misto de desinformação e mentiras geográficas, em duas curtas frases:
| Assim, países como Cabo Verde, desaparecerão primeiro porque são pequenos, pobres e precisam de ajuda, mas os maiores também não irão muito mais longe. Se não fizermos nada desde já para salvar as ilhas Africanas, Cabo Verde terá o mesmo destino de Kiribati e Tuvalu. |
Francisco Ferreira não faz mesmo a menor ideia do que se passa neste Planeta! Kiribati é um dos locais do planeta onde o nível do mar mais tem baixado nos últimos anos. Gráficos de longo prazo evidenciam que está tudo absolutamente normal para aqueles sítios, nas últimas décadas! A situação de Tuvalu é a mesma, e a única coisa que se consegue fazer para aquele lado é esconder a descida do nível do mar... Dados actualizados evidenciam como as preocupações do Chico relativamente a Tuvalu são igualmente um completo disparate!
Bem, se Cabo Verde tiver a mesma sorte dessas duas ilhas, será que terá um futuro risonho? Da última vez que andamos a investigar, Cabo Verde estava um espectáculo... Os relatos mais recentes indicam a felicidade dos agricultores com a chuva, com colheitas fartas, com a única excepção das favas, "por causa do excesso de humidade"??? A única certeza dos Cabo Verdianos é que se isto é culpa do Aquecimento Global, então queremos ainda mais! E se o Chico pensa que a subida no nível do mar é um problema para os Cabo Verdianos, deve primeiro ir consultar a orografia de Cabo Verde, para perceber que esse é o último problema dessas ilhas montanhosas!
No post seguinte, Francisco Ferreira volta à carga com mais duas ilhas. Desta vez com as ilhas de Grenada (Chico: escreve-se com "e") e Nauru. Grenada foi uma surpresa para mim, porque nunca tinha ouvido referências suas... O risco de inundação destas ilhas montanhosas (3% apenas ao nível do mar) não existe... O que será que eles querem? Depois de mais alguns minutos descobri o problema deles: passou por lá o furacão Ivan em 2004... Mas o problema da população de Grenada é que já havia esquecido furacões anteriores, como o Janet de 1955, que matou cerca de 500 pessoas, ao contrário das 39 pessoas do Ivan... E todos sabemos que a actividade dos furacões está em mínimos! Quando nos focamos no CO2 e no Aquecimento Global, e nos esquecemos do que a História nos tem para dizer, dá nisso...
Nauru é uma ilha mais familiar. Pertence à Micronésia, e conforme evidenciei neste post, são ilhas que também andam entretidas a esconder a descida do nível do mar... Na altura não mostrei o gráfico do nível do mar de Nauru, mas a sua visualização permite perceber que é mais um local do planeta onde absolutamente nada de anormal se passa, pelo menos em relação ao nível do mar!
Com esta desinformação a partir de Durban, continuam assim os tiros nos pés, por parte da Quercus... Em vez de andar a fazer alguma coisa de jeito, anda mas é nas manifs... Já são tantos os tiros, que já mais parece metralha!
Actualização às 20:58: Francisco Ferreira garante-nos que é a Quercus que paga integralmente a deslocação. Continua todavia a ser estranha a presença de uma ONG na delegação oficial de Portugal, quando isso não acontece noutros países (só vi por enquanto Espanha e França), e quando existe uma listagem separada para as ONGs presentes.
Etiquetas:
Durban,
Ecologistas,
furacões,
Quercus,
subida dos mares
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
O agitador Stefan Rahmstorf
Há quase um mês contamos aqui a história da jornalista Irene Meichsner (foto da esquerda), e do que ela sofreu nas mãos do alarmista alemão Stefan Rahmstorf. Rahmstorf é um cientista do PIK (Potsdam Institute for Climate Impact Research), conselheiro governamental da Srª Merkel, e um dos membros envolvidos no Climategate, e também do site alarmista realclimate.org.Ontem, o Der Spiegel voltou à carga, num artigo escrito por Jana Hauschild. O artigo refere o escândalo que representa o ataque de um cientista aos jornalistas, bem como a atitude do jornal (Frankfurter Rundschau) onde Irene escreveu um resumo do seu artigo original, publicado no Stadt-Anzeiger em 7 de Fevereiro de 2010. Irene levou o cientista a tribunal, e ganhou a causa, com Rahmstorf a ter que pagar à jornalista 511.58 euros, mais juros, e dois terços dos custos judiciais. As leituras dos blogs de Roger Pielke, Jr., P Gosselin e Luboš Motl dão uma visão complementar sobre estas mentiras do Rahmstorf.
Rahmstorf, que neste artigo (visão detalhada da questão, em inglês) da WPK, uma associação de jornalistas alemã, do início deste ano, é equacionado como "agitador político", continua empenhado em fazer com que o nível do mar suba mais do que as próprias previsões do IPCC, quando os dados reais apontam para uma pequena subida, ou mesmo estagnação...
Etiquetas:
Fraude Científica,
Media,
subida dos mares
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Perigos das lâmpadas economizadoras
Já aqui me referi extensamente ao problema das lâmpadas economizadoras. Enquanto os árbitros assobiam para o ar, e os ecologistas chutam para canto, descobri este documento da IKEA, que todos devem ler, porque infelizmente é difícil fugir à praga das novas lâmpadas que por aí andam... É de louvar a atitude da IKEA, na forma como informa os consumidores, transcrevendo-se abaixo aquelas partes que são mais relevantes para todos nós:| Como deitar fora uma LFCi quando esta já não funciona. Estas lâmpadas não devem ser colocadas no lixo doméstico. Em vez disso, devem colocar-se no ponto de recolha correspondente, de acordo com a legislação ambiental local referente à eliminação de resíduos. Enquanto cliente, o que significam estas medidas para mim? Ao garantir que as LFCi são colocadas no lugar adequado e que são correctamente recicladas estará a evitar algumas consequências nefastas para o ambiente e para a saúde humana. Por exemplo, todas as lâmpadas contêm mercúrio, que se for libertado no fluxo normal de resíduos, pode ser prejudicial à saúde humana e ao ambiente. Como sei que uma LCFi não deve ser colocada juntamente com o lixo doméstico e que deve ser reciclada? Como todos os produtos eléctricos e electrónicos da gama IKEA, as LFCi estão assinaladas com o símbolo de um caixote de lixo com uma cruz vermelha por cima. Este é um símbolo europeu para a Directiva WEEE (Waste of Electric and Electronic Equipment) e significa que quando um produto chega ao seu final de vida deve ser entregue para reciclagem, no local adequado. Quebra Ao partir uma lâmpada fria, é libertada uma pequena quantidade de mercúrio em forma de gotas. As gotas caem rapidamente no chão, juntamente com os pedaços da lâmpada partida, por exemplo, vidro partido. Se partir uma lâmpada quente, é libertado para o ar algum mercúrio em estado gasoso. Recomendações para quando se parte uma lâmpada fria. Recolha os pedaços da lâmpada partida, usando, por exemplo, um bocado de papel duro ou cartão, e coloque-os num frasco de vidro com tampa. De seguida, limpe o chão com um pano húmido. Coloque o pano num frasco de vidro, feche bem e coloque uma etiqueta com a devida informação, por exemplo: "poderá conter mercúrio de uma lâmpada de baixo consumo". Coloque o frasco em instalações de reciclagem adequadas para resíduos prejudiciais ao ambiente. Não utilize o aspirador. Existe o risco do aspirador vaporizar as gotas de mercúrio para o ar, aumentando o risco de inalação. Recomendações para quando se parte uma lâmpada quente. Feche as portas da divisão onde a lâmpada se partiu. Abra as janelas da divisão e abandone o espaço. A Federação Europeia dos Produtores de Lâmpadas (ELC) recomenda que ninguém permaneça na divisão durante 20-30 minutos. Mais tarde, recolha os pedaços da lâmpada partida usando, por exemplo, papel duro ou cartão, e limpe o chão ou outras superfícies com um pano húmido. Coloque o pano num frasco de vidro, feche bem e coloque uma etiqueta com a devida informação, por exemplo: "poderá conter mercúrio de uma lâmpada de baixo consumo". Coloque o frasco em instalações de reciclagem adequadas para resíduos prejudiciais ao ambiente. Não utilize o aspirador. Existe o risco do aspirador vaporizar as gotas de mercúrio para o ar, aumentando o risco de inalação. |
Etiquetas:
Lâmpadas economizadoras,
Poluição
Subscrever:
Mensagens (Atom)

