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sábado, 6 de março de 2010

Matar baleias aumenta efeito de estufa

Um leitor atento enviou-me uma referência para uma notícia verdadeiramente admirável. Segundo um estudo de Andrew Pershing, do Instituto de Pesquisa do Golfo do Maine (Gulf of Maine Research Institute) e da Universidade do Maine, no último século foram libertados para a atmosfera mais de 100 milhões de toneladas de dióxido de carbono, devido à caça daquele mamífero aquático. Tal acontece, dizem os investigadores, porque as baleias armazenam o CO2 no seu corpo, e quando morrem, o dióxido de carbono é libertado! A quatidade de CO2 libertado em 100 anos, estima Pershing, equivale à queima de 130.000 Km2 de floresta!

Mas isto não é nada! O tretas de Pershing esqueceu-se de fazer os cálculos do bacalhau, do atum, da sardinha, e de todos os outros peixes que os humanos pescam... E será que contabilizou também o gasóleo utilizado na pesca? Por estas e por outras, qualquer dia nem umas ervinhas poderemos comer, porque elas também armazenam CO2! Não há pachorra, ainda por cima quando até a própria WWF não concorda...

domingo, 13 de dezembro de 2009

Tubaroezinhos furiosos

Os media continuam a inundar-nos de lixo académico, daqueles que mereciam claramente um prémio Ig Nobel. Um dos melhores dos últimos dias foi-me encaminhado por um leitor, e refere que temperaturas mais quentes dos oceanos, causadas claro está pelo Aquecimento Global, tornariam os tubarões e outros peixes mais agressivos.

O estudo foi conduzido pela Universidade de Nova Gales do Sul, e chegou à conclusão que uma subida de dois ou três graus Celsius, tornariam os peixinhos até 30 vezes mais agressivos, do que normalmente são. O investigador Peter Biro fez a descoberta com peixes damsel, mas extrapolou para os tubarões, um peixinho do nosso imaginário, indicando que tal está associado ao seu metabolismo...

http://news.ninemsn.com.au/world/979699/climate-change-could-enrage-sharks

terça-feira, 30 de junho de 2009

Ouvidos de peixe

Vale tudo para assustar a humanidade. E vale tudo em termos de investigação. Checkley et al. mostram-nos que peixe criado em níveis de concentração de CO2 elevados têm otólitos (mais ou menos os ouvidos dos peixes) maiores que o normal, ao contrário do que esperavam...

Na primeira experiência, a água tinha seis vezes a quantidade actual de CO2. Os otólitos tinham uma dimensão 15 a 17% superior ao normal. Ao repetirem a experência com 3.5 vezes o nível de CO2, os otólitos eram 7 a 9% maiores...

E depois? Será que os peixes até gostam da ideia? Será que ouvem melhor?

www.sciencemag.org/cgi/content/abstract/324/5935/1683

domingo, 21 de junho de 2009

Bendito Rodovalho

Os ecologistas são assim. Nada pode acontecer, e o ideal seria regressarmos à Idade Média. A Pescanova queria construir uma instalação de aquicultura no Cabo de Touriñán, na Galiza. Os ecologistas fizeram-lhes a vida negra, pelo que a Pescanova decidiu investir em Mira. Enquanto a Pescanova enfrentava então a Quercus e companhia, os galegos imploravam para que voltassem...

Felizmente, numa altura em que os stocks de pesca estão afectados, e que se combate a pesca selvagem, esta é certamente uma forma de assegurar um futuro sustentável...

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1387828&idCanal=10
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1306721