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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Aula prática de ecologia

O Prof. Ramiro Marques escreveu hoje um artigo sobre uma aula prática de ecologia. Os ecologistas e a Religião Verde fazem de tudo para nos limitar as nossas escolhas, e Ramiro Marques mostra como isso é verdade na nossa Sociedade de hoje. O seu texto fez-me lembrar aquele que é um dos posts mais emblemáticos sobre a fraude das lâmpadas economizadoras, que como podem ver no vídeo seguinte, demonstra de forma clara como nos impingem falsidades. Vejam como uma lâmpada incandescente avariada, consegue consumir mais energia que uma lâmpada economizadora!



Na minha colecção de posts sobre lâmpadas economizadoras tenho referenciado os inúmeros problemas que elas nos trazem, e que os leitores do ProfBlog tão bem enunciam. Mas o que se trata é mesmo de dar uma aula, porque há aqueles que nunca aprendem. Como o vídeo acima, que já mostrei a alguns ecologistas convictos (fora do blog, claro...), e que não foram capazes de perceber o que estava mal nas imagens, optando por evidenciar as supostas virtudes das lâmpadas economizadoras! Há aqueles que não aprendem, nem querem ver...

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Perigos das lâmpadas economizadoras

Já aqui me referi extensamente ao problema das lâmpadas economizadoras. Enquanto os árbitros assobiam para o ar, e os ecologistas chutam para canto, descobri este documento da IKEA, que todos devem ler, porque infelizmente é difícil fugir à praga das novas lâmpadas que por aí andam... É de louvar a atitude da IKEA, na forma como informa os consumidores, transcrevendo-se abaixo aquelas partes que são mais relevantes para todos nós:

Como deitar fora uma LFCi quando esta já não funciona.
Estas lâmpadas não devem ser colocadas no lixo doméstico. Em vez disso, devem colocar-se no ponto de recolha correspondente, de acordo com a legislação ambiental local referente à eliminação de resíduos.
Enquanto cliente, o que significam estas medidas para mim?
Ao garantir que as LFCi são colocadas no lugar adequado e que são correctamente recicladas estará a evitar algumas consequências nefastas para o ambiente e para a saúde humana. Por exemplo, todas as lâmpadas contêm mercúrio, que se for libertado no fluxo normal de resíduos, pode ser prejudicial à saúde humana e ao ambiente.
Como sei que uma LCFi não deve ser colocada juntamente com o lixo doméstico e que deve ser reciclada?
Como todos os produtos eléctricos e electrónicos da gama IKEA, as LFCi estão assinaladas com o símbolo de um caixote de lixo com uma cruz vermelha por cima. Este é um símbolo europeu para a Directiva WEEE (Waste of Electric and Electronic Equipment) e significa que quando um produto chega ao seu final de vida deve ser entregue para reciclagem, no local adequado.
Quebra
Ao partir uma lâmpada fria, é libertada uma pequena quantidade de mercúrio em forma de gotas. As gotas caem rapidamente no chão, juntamente com os pedaços da lâmpada partida, por exemplo, vidro partido. Se partir uma lâmpada quente, é libertado para o ar algum mercúrio em estado gasoso.
Recomendações para quando se parte uma lâmpada fria.
Recolha os pedaços da lâmpada partida, usando, por exemplo, um bocado de papel duro ou cartão, e coloque-os num frasco de vidro com tampa. De seguida, limpe o chão com um pano húmido. Coloque o pano num frasco de vidro, feche bem e coloque uma etiqueta com a devida informação, por exemplo: "poderá conter mercúrio de uma lâmpada de baixo consumo". Coloque o frasco em instalações de reciclagem adequadas para resíduos prejudiciais ao ambiente.
Não utilize o aspirador. Existe o risco do aspirador vaporizar as gotas de mercúrio para o ar, aumentando o risco de inalação.
Recomendações para quando se parte uma lâmpada quente.
Feche as portas da divisão onde a lâmpada se partiu. Abra as janelas da divisão e abandone o espaço. A Federação Europeia dos Produtores de Lâmpadas (ELC) recomenda que ninguém permaneça na divisão durante 20-30 minutos.
Mais tarde, recolha os pedaços da lâmpada partida usando, por exemplo, papel duro ou cartão, e limpe o chão ou outras superfícies com um pano húmido. Coloque o pano num frasco de vidro, feche bem e coloque uma etiqueta com a devida informação, por exemplo: "poderá conter mercúrio de uma lâmpada de baixo consumo". Coloque o frasco em instalações de reciclagem adequadas para resíduos prejudiciais ao ambiente.
Não utilize o aspirador. Existe o risco do aspirador vaporizar as gotas de mercúrio para o ar, aumentando o risco de inalação.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Lâmpadas economizadoras com muitos problemas

Via Musings from the Chiefio descobrimos mais um conjunto de vídeos com Verdades Inconvenientes sobre as lâmpadas economizadoras. As queixas de saúde, o electro-stress, a electricidade suja, a presença de mercúrio, são abordadas nos vários vídeos abaixo. Os cinco primeiros são mais sérios, enquanto o último é mais humorístico...

É bom saber que os Media se começam a interessar pelo assunto! Temos abordado estas questões ao longo dos últimos anos, estando agrupadas na tag específica das lâmpadas economizadoras, mas são poucas as referências que chegam às pessoas que as utilizam. Eu, da minha parte, vou investigar as que tenho lá em casa. Entretanto, já açambarquei algumas lâmpadas incandescentes, antes que elas acabem...

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Custo lâmpadas economizadoras dispara

Era mais que previsível. O custo das lâmpadas está a disparar, e a culpa é das Políticas Verdes. E das companhias gulosas, como já aqui evidenciamos... Até a pobre DECO alinha no esquema!

O problema é que para fazer as lâmpadas economizadoras são precisos materiais raros. Nomeadamente, derivados de fósforo, e outros metais de terras raras. A China é responsável pela mineração de 97% de 17 desses metais raros, mas tem restringido as exportações, tendo provocado subidas de preço que ultrapassam os 1000%! A estratégia é clara por parte dos Chineses: rendição total do ocidente!

As subidas mínimas nas lâmpadas "novas" são de 20%, mas subidas superiores a 50% são observadas no Reino Unido. E subidas adicionais são esperadas ainda este ano. Com o término no final do mês de Agosto, da venda de lâmpadas incandescentes de 60W, a coisa só vai piorar!

É nisto que dão as decisões comunistas do planeamento centralizado de Bruxelas e companhia. Coagidos pelos alarmistas verdes. Estamos entregues à bicharada e daqui a un anitos à escravidão chinesa. Enfim, há alguns como Bjorn Lomborg, que ainda vão tendo alguns momentos de lucidez (realces da minha responsabilidade):

Porque é necessário, então, proibir as lâmpadas antigas? A razão é que o custo monetário é apenas um dos factores. Muitas pessoas consideram aborrecido que as CFL demorem tempo a "aquecer". Ou acreditam que a sua luz é "engraçada". Ou receiam que as lâmpadas se quebrem e libertem mercúrio. Para algumas pessoas, as lâmpadas eficientes podem causar ataques epilépticos e enxaquecas.
(...)
E em locais onde as lâmpadas são pouco utilizadas, as lâmpadas incandescentes podem ser mais baratas do que as lâmpadas eficientes.
(...)
Deixando de lado outras possíveis objecções a esta opinião, existe o problema de que assume que todas as lâmpadas incandescentes valem menos de 7 dólares por tonelada de CO2. Isto claramente não é verdade para quem sofre de enxaquecas ou de ataques epilépticos devido às novas lâmpadas, ou para quem está realmente preocupado com o mercúrio, ou para quem por outras razões prefere as lâmpadas incandescentes.

A solução deveria passar por melhorar a tecnologia - tornar as lâmpadas mais seguras, mais brilhantes, com um período de aquecimento mais rápido e capazes de poupar mais energia. Assim, mais pessoas irão trocar as suas lâmpadas.
(...)
Reduções reais nas emissões de carbono só vão ocorrer quando a tecnologia justifique que os indivíduos e as empresas alterem os seus comportamentos. As CFL e outros progressos permitem-nos avançar mas existem enormes obstáculos tecnológicos a superar antes que os combustíveis fósseis se tornem menos atractivos que as alternativas verdes.

É aqui que muitos decisores políticos estão errados. Os governos falam demasiado sobre a criação de um imposto sobre as emissões de carbono, e prestam pouca atenção à investigação e desenvolvimento, que poderia gerar os avanços necessários.

Limitar o acesso às lâmpadas "erradas" ou aos aquecimentos de exterior não é o melhor caminho. Só vamos resolver o aquecimento global se garantirmos que as tecnologias alternativas são melhores do que as opções actuais. Nessa altura, as pessoas vão optar por usá-las.

sábado, 30 de julho de 2011

Abaixo o Fundo Português de Carbono

Já aqui nos referimos no passado ao Fundo Português de Carbono. Um sumidoiro de dinheiros públicos, que interessa terminar tão rapidamente quanto possível! Para que fiquem com uma ideia dos buracos que se criam com este Fundo, analisemos uma das suas medidas mais emblemáticas: MAe3 – Melhoria da eficiência energética ao nível da procura de electricidade

Segundo o link anterior, foram oferecidas ou subsidiadas, em 2008 1725278 lâmpadas de baixo consumo, e 2062203 lâmpadas em 2009. O estoiro de dinheiros público continuou em 2010, conforme se pode ver nos detalhes desta notícia da EDP. Segundo a Resolução do Conselho de Ministros n.º 1/2008, só o Programa de Eficiência Energética lançado pela ERSE terá tido um orçamento de 10 milhões de euros/ano.

Acresce a isso a introdução de taxas e taxinhas, de que são exemplos o Decreto-Lei 108/2007, Portaria 54/2008 e a
Portaria 63/2008. A quantia exacta de dinheiro que foi extorquida aos Portugueses por esta via não a encontrei.

A parte curiosa desta medida é que ela tinha um objectivo: reduzir em 2010, 1020 GWh no consumo de electricidade. O grande problema é que nunca como em 2010 se consumiu tanta electricidade em Portugal!!!

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Lâmpadas incendiárias

A Science & Public Policy Institute elaborou um documento interessante onde se revela que as lâmpadas economizadoras têm mais uma verdade inconveniente: são potencialmente explosivas! Para uma referência mais rápida, de seguida se enumeram alguns exemplos, com o último a ter resultado mesmo na morte de uma pessoa:

www.eveningtribune.com/newsnow/x1882979636/Compact-fluorescent-light-bulb-to-blame-for-Hornell-fire
Those are the lights everybody’s been telling us to use. It blew up like a bomb. It spattered all over.

www.nbcactionnews.com/dpp/money/consumer/dont_waste_your_money/cfl-light-bulb-risks
Tom and Nancy Heim were watching TV recently, when Tom decided to turn on the floor lamp next to his recliner chair.
"I heard this loud pop...I saw what I thought was smoke, coming out o the top of the floor lamp," says Tom.
Nancy suddenly found glass in her lap. She says, "I did not see it. I just heard it, and I noticed i had glass on me."

www.newschannel5.com/story/14089367/disposal-of-cfl-light-bulbs-not-environmentally-friendly
That report by the Gallatin Fire Department cites such a faulty bulb, located on the back porch, outdoors, at the rehabilitative facility on Hartsville Pike as the likely cause of the mid-afternoon fire that took the life of Douglas Johnson, 45, a survivor of a traumatic brain injury, and residential client of that rehabilitative site, owned and operated by 21st Century Living Services.

Como se isto fosse pouco, os consumidores sentem-se enganados e furiosos com as lâmpadas... Vasta ver apenas este exemplo. Fiquem com um vídeo que mostra o que pode acontecer, neste caso provocado:

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Verdades sobre lâmpadas economizadoras

Via NoTricksZone, descobri a excelente reportagem abaixo. Embora em Alemão, ela cobre a realidade alemã das lâmpadas economizadoras. É importante termos consciência que o combate a esta Religião Verde se desenvolve aí com características martirizantes. Na primeira parte, podemos ver a Philips, que recentemente referenciamos como a principal interessada nestas lâmpadas, a efectuar uma migração de lâmpadas na ilha de Nordeney, do mar do norte, para estas lâmpadazinhas da treta. Apesar das perguntas dos habitantes, a Philips limita-se a neglicenciar, e mesmo mentir acerca dos riscos.

No segundo vídeo podemos observar como as lâmpadas recolhidas são transportadas ao longo de centenas de quilómetros, com muitas a serem mesmo partidas, e a deixarem atrás um rasto de mercúrio. Para este problema, a Philips tem uma solução: não é ela que é responsável por isso, antes as empresas de reciclagem... Por isso, o repórter segue essas empresas, e o resultado é horrível!

As lojas que vendem as lâmpadas, recolhem-nas correctamente. O problema começa no transporte para um centro de recolha. Lâmpadas partidas e condições de trabalho muito expostas ao mercúrio são claras. Não existem os contentores adequados para o armazenamento e transporte, no centro de recolha, da ilha exemplo: Nordeney. Até um trabalhador a lidar com mercúrio responde que utiliza luvas, e que foi imunizado!

Depois de sairem da ilha, não é difícil encontrar cada vez mais lâmpadas partidas... Continua a saga de trabalhadores a lidar directamente com o mercúrio: serão portugueses? Nenhuma reciclagem é efectuada: apenas as lâmpadas partidas são agrupadas. Numa terceira localização, a saga continua exactamente igual. Apenas na quarta localização é presumivelmente efectuada a reciclagem, em Bad Oeynhausen, a centenas de quilómetros de distância de Nordeney, mas longe da câmara do repórter! As lâmpadas continuam todavia a sua viagem para Essen, sendo presumível que a electricidade que pouparam esteja agora a ser consumida...

Finalmente, no terceiro vídeo, vemos as condições de trabalho na empresa de reciclagem final, a quinta da série. As lâmpadas são introduzidas num sistema de trituração à mão, sem que os trabalhadores sequer utilizem máscaras. Para o responsável, há uma sucção dos vapores de mercúrio... O resultado é enfiado nuns sacos, donde sai montes de pó! E depois, consome-se ainda mais energia para o processo de reciclagem, tanto, que aparentemente ninguém sabe muito bem quanto...

Talvez isto inspire as nossas televisões?

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Philips, Greenpeace, e lâmpadas economizadoras

Um leitor habitual enviou-me um link para um post, em que se expõe as reais motivações por detrás da imposição da utilização de lâmpadas economizadoras. A ideia era simples: para a Philips, as lâmpadas incandescentes eram demasiado baratas para gerarem lucro substancial, sobretudo com a competição dos chineses. Por isso, impõe-se lâmpadas diferentes, cujas patentes se controlam, obtém-se o Ámen dos ecologistas, leia-se Greenpeace. Todavia, mesmo assim, ninguém comprava as lâmpadas...

Por isso, em 20 de Março de 2007, os legisladores holandeses, pressionados pelo lobby Philips/Greenpeace, aprovaram uma proposta para banir as incandescentes. E incumbiram a Ministra do Ambiente, Jacqueline Cramer, de extender a proibição ao resto da Europa... A tarefa até foi simples, e rapidamente a proibição a nível europeu foi decretada!

Este é apenas mais um exemplo simples de que não é a protecção do ambiente a motivação desta cambada, mas antes a manutenção, ou mesmo subida, dos lucros. E nós, portugas, ainda compramos a ideia, como é o caso do Município de Seia, que se propõe distribuir gratuitamente 200000 lâmpadas destas pelo Concelho. E eu e você, leitor, é que pagamos toda esta palhaçada...

domingo, 2 de janeiro de 2011

Lâmpadas economizadoras, Computadores e Dores de Cabeça

No blog de Igor Khmelinskii, saiu um artigo muito interessante sobre algumas verdades das lâmpadas economizadoras. Igor aborda as características das novas lâmpadas, e as diferenças substanciais para com a ilumicação a que o olho humano se habituou durante milhares de anos: a luz solar. Do artigo relevo a comparação dos espectros fotografados de vários tipos de lâmpadas (incandescente, três fluorescentes compactas e uma de LED), que Igor obteve a partir desta página, e que incluo ao lado. Notem as diferenças muito substanciais, que têm sido associadas inclusivemente a problemas de saúde! Mais uma adição para a colecção de tretas sobre estas lâmpadas.

domingo, 26 de dezembro de 2010

O mercúrio das lâmpadas

Já há muito tempo que alertamos aqui no blog para o problema das lâmpadas economizadoras, e em particular o problema do mercúrio. Agora, políticos alemães querem também banir estas lâmpadas, depois de terem estado entretidos a banir as lâmpadas incandescentes... Só agora descobriram que quando uma lâmpada se quebra, a contaminação por mercúrio é 20 vezes superior ao limite permitido!

Herbert Reul é um desses políticos, mas também Silvana Koch-Mehrin, Vice Presidente do Parlamente Europeu, está preocupada como mãe! Mas a Comissão Europeia faz ouvidos moucos... E pior que nós estão os trabalhadores chineses, os grandes fabricantes deste tipo de lâmpadas, que estão a ser contaminados de forma muito significativa nas suas fábricas... É também por estas razões que a poluição por mercúrio, na China, é tão significativa!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

A lâmpada inteligente

José António Saraiva tem no Sol um artigo de opinião muito pertinente, sobre os vários tipos de lâmpadas, e as poupanças associadas. Não deixem de ler na íntegra, pois aborda algumas das questões que tenho aqui referenciado sobre as lâmpadas economizadoras. Entretanto, destaco um extracto do texto, porque todos gostam muito de falar da Inteligência Artificial, seja nos computadores ou nas redes, mas que quase sempre se revela uma estupidez pegada:

Trabalhei uns tempos num edifício em que as luzes e o ar condicionado eram comandados por computador. Supostamente, obter-se-ia com isso uma racionalização máxima da energia consumida. Pois bem, o que se passava era o seguinte: se eu saía do gabinete às quatro da tarde, as luzes e o ar condicionado ficavam abertos até às nove da noite. Não havia maneira de os apagar. Inversamente, se eu ficava a trabalhar até mais tarde, impreterivelmente às nove da noite apagavam-se as luzes e desligava-se o ar condicionado - e, para os repor a funcionar, era o cabo dos trabalhos.

Esse edifício pretensamente esperto revelou-se, assim, o mais estúpido em que trabalhei. As luzes e os aparelhos de ar condicionado estavam horas e horas ligados sem necessidade, com as salas e os gabinetes vazios. E pregava-nos partidas, deixando-nos às escuras nas situações mais inconvenientes.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Mais física de lâmpadas


Um leitor atento apontou-me para o facto de que a página do Youtube que regista o vídeo do post da Fraude nas lâmpadas economizadoras, ter logo na primeira alternativa, um link para outro vídeo semelhante. Na verdade, neste vídeo que se destaca acima, outro fabricante de lâmpadas entendeu utilizar uma roda giratória, como nos contadores mais habituais. Mas a roda que gira mais, é aquela que corresponde a uma lâmpada avariada, o que evidentemente levanta a pergunta do que é que move aquela roda???

sábado, 17 de julho de 2010

Fraude nas lâmpadas economizadoras


Há uns tempos, um leitor atento tinha-me chamado a atenção para o problema. Tenho andado a reparar mais nos corredores das lâmpadas dos hipermercados. Aproveitem para reparar também nuns mostradores que mostram o consumo das lâmpadas normais, vs. lâmpadas economizadoras. Verificarão que estas terão uns valores de consumo inferiores às normais...

Mas nem tudo o que parece é! No vídeo acima, uma lâmpada avariada continua a consumir electricidade, o que é uma aberração física! Mas nesses mostradores dos hipermercados, experimentem desatarrachar a lampada normal (ou a económica...), e verifiquem que o contador continua! Melhor, troquem as lâmpadas de posição, e verifiquem que as lâmpadas economizadoras afinal são piores que as normais...

Isto é uma monumental fraude, que vou comunicar às entidades competentes. Aos leitores que detectarem locais onde a marosca está a enganar os consumidores, agradecia indicação desses locais. E se alguém tiver os conhecimentos técnicos para fazer um filme melhor e colocá-lo no Youtube, não deixem de me fazer chegar o URL! Façam também queixas, mas não já... Deixem algum tempo para todos nós fazermos, nos hipermercados e não só, uma re-apredizagem dos conceitos da Física...

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Saldos de lâmpadas economizadoras

A lógica ecológica é muitas vezes perversa. A empresa energética alemã Npower, enviou 12 milhões de lâmpadas economizadoras, não solicitadas, para famílias do Reino Unido. Podem pensar que o objectivo é poupar-se energia, mas desenganem-se: a maioria nem chegará ao seu destino. Mas o objectivo último foi poupar uma multa estimada de 40 milhões de libras!

A prenda idiota de Natal surge como forma de cumprir as obrigações legais de corte de emissões de CO2. A Npower é a última a abusar deste truque, sendo que um estudo de Julho havia revelado que cerca de 200 milhões de lâmpadas economizadoras haviam sido enviadas ao abrigo do esquema CERT (Carbon Emissions Reduction Target).

Até o partido Verde lá do sítio criticou o envio. Lendo o seu comunicado, não se percebe muito bem porquê, até porque são estes idiotas dos poucos que defendem acerrimamente estas lâmpadas! Mais um monumental barrete...

sábado, 19 de dezembro de 2009

LEDs congelados

Um leitor atento mandou-me uma referência deliciosa para as consequências que advém da utilização, sem pensar muito, das tecnologias que visam evitar o aquecimento global. Os semáforos a LEDs supostamente consomem menos que os semáforos normais, mas será que a tecnologia foi testada e aprovada?

Nos Estados Unidos (como um pouco por todo o lado), este Inverno (que ainda não começou) rigoroso, está a pôr à prova esses semáforos. E já se descobriu que, uma vez que não emitem calor, ficam susceptíveis às tempestades de neve, impedindo que os condutores vejam as luzes dos semáforos! A brincadeira já foi responsável por muitos incidentes, e pelo menos uma morte. Lisa Richter já não está neste mundo, ficando como mais um dos mártires da teoria do Aquecimento Global.

Mas as autoridades já tem uma solução. Colocar elementos de aquecimento nos semáforos! Ou então, equipas especializadas a tirar a neve à mão! Enquanto não há uma solução à mão, e como voltar para as antigas lâmpadas é politicamente incorrecto, as equipas estão a utilizar compressores de ar para limpar os semáforos...

Dá para acreditar nisto?

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Lâmpadas mentirosas

Começou hoje a retirada das lâmpadas incandescentes, para serem substituídas pelas lâmpadas economizadoras, também conhecidas por fluorescentes compactas. A ordem vem da União Europeia, como é costume.

Qual é a lógica? Muito simples: a de que os consumidores são estúpidos! Eles são incapazes de comprar as outras, porque são muito mais caras... Portanto, para os obrigar a comprar as novas, proibem-se as existentes. Não interessa que as novas sejam a nova mina de mercúrio que vai andar por aí a empestar o ambiente; não interessa que não caibam nos locais onde as outras cabiam; não interessa que causem problemas à visão humana; não interessa que sejam eficientes apenas um minuto depois de serem ligadas; não interessa que os trabalhadores chineses estejam a ser envenenados no processo de fabrico. A lista continua e continua...

Mas agora, há mais uma fonte de preocupação. Afinal, temos vindo a ser aldrabados nas suas reais vantagens. Um estudo simples efectuado no Reino Unido confirma aquilo que já quase todos verificamos: que a luz produzida pelas compactas fluorescentes é muito inferior ao que é advogado pelos fabricantes. Quando se diz que uma lâmpada CFL de 11W corresponde à de uma lâmpada incandescente de 60W, estamos a ser enganados!

Resumindo, uma lâmpada CFL de 11W produz apenas 58% da iluminação de uma lâmpada equivalente de 60W, mesmo depois de 10 minutos de aquecimento! Até a Comissão Europeia concorda, referindo que os fabricantes fazem afirmações exageradas sobre a capacidade de iluminação de tais lâmpadas economizadoras.

Os resultados detalhados são esclarecedores:

Incandescentes tradicionais
-Osram 60W (700 lumens) – 126 lux
-Philips 60 W (700 lumens) - 114 lux
-Tesco 60W (700 lumens) – 122 lux
-Maxim Pearl 60W pearled (no lumen info) – 101 lux

Compactas fluorescentes (supostamente equivalentes a 60W)
-Philips 12W T60 Softone (610 lumens) – 77 lux
-Southern Electric/GE 11W (610 lumens) – 79 lux
-Tesco Greener living stick 11W (640 lumens) – 70 lux
-Eveready Energy Saver 11W (no lumen info) – 60 lux
-Osram Duluxstar 11W (600 lumens) – 67 lux

http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1398578
www.telegraph.co.uk/news/worldnews/europe/eu/6110547/Energy-saving-light-bulbs-offer-dim-future.html

domingo, 15 de março de 2009

Comichão de lâmpadas economizadoras

Depois de todos os problemas associados às lâmpadas economizadoras, apareceu agora mais um. No Reino Unido, Robert Sarkany, um foto-dermatologista do Hospital de São Tomás, em Londres, tem tratado comichões de pele causados por exposição a lâmpadas economizadoras. Ele afirma que tais lâmpadas causam ainda inchaço a pessoas com sensibilidade de pele, causada pela exposição a luz ultra-violeta.

O problema parece ser maior para os lados do Reino Unido porque as lâmpadas incandescentes estão a ser proibidas. As lâmpadas economizadoras tem-se revelado extremamente impopulares, pelo custo associado. Mas as recentes descobertas, que incluem igualmente relatos de epilepsia, são extremamente desfavoráveis. Somam-se igualmente relatos de lupus, uma doença do sistema imunitário que pode provocar hipersensibilidade da pele à luz. O problema já chegou ao Parlamento, com os pacientes com lupus a queixarem-se que as novas lâmpadas degradam seriamente a sua pele. A maior preocupação está relacionada com a luz ultra-violeta emitida pelas lâmpadas, e que afecta igualmente pessoas com eczema e psoríase...

www.dailymail.co.uk/news/article-1161899/Low-energy-light-bulbs-cause-rashes-swelling-sensitive-skin-warn-experts.html

sábado, 1 de março de 2008

Lâmpadas economizadoras?

Todos os ecologistas andam num frenesim para impôr as lâmpadas supostamente mais económicas. A Quercus quer mesmo banir as incandescentes até 2011. Qual é o problema?

As lâmpadas economizadoras contêm até 5mg de mercúrio, sendo este particularmente tóxico. As lâmpadas economizadoras só são verdadeiramente económicas se forem utilizadas durante muito tempo. E durante períodos de tempo longo, nada de andar sempre a ligar/desligar. A luz das economizadoras é muito diferente da que estamos habituados. Não devem ser utilizadas viradas ao contrário. Nem em locais vibratórios. Finalmente, os leds são um futuro muito mais apetecível...

Porque não nos deixam escolher, e tratam de resolver entretanto os problemas que elas vão criando?

www.quercus.pt/scid/webquercus/defaultArticleViewOne.asp?categoryID=567&articleID=2330
www.spiked-online.com/index.php?/site/article/4281/