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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Certificar o mau tempo

Um leitor enviou-me um apontador para uma notícia do Sol, de há cerca de um mês, sobre quanto é que custa certificar o mau tempo em Portugal. Todos aqueles que já tiveram que lidar com as consequências do mau tempo, e tiveram que activar um seguro, sabem que os meandros da burocracia envolvem o Instituto de Meteorologia.

E ainda que a existência de uma taxa moderadora deva ser um facto, a verdade é que o problema não está no custo. Está no tempo que se perde, nos recursos afectos pelo Instituto de Meteorologia a atestar coisas que toda a gente sabe, como foi manifestamente o caso da queda de saraiva em Lisboa, a 29 de Abril de 2011. Da leitura do artigo do Sol se depreende que muito há realmente a fazer! Mas como as certidões representam quase 50% do total de pedidos recebidos pelo IM, há pouco incentivo para acabar com elas...

sábado, 30 de julho de 2011

Abaixo o Fundo Português de Carbono

Já aqui nos referimos no passado ao Fundo Português de Carbono. Um sumidoiro de dinheiros públicos, que interessa terminar tão rapidamente quanto possível! Para que fiquem com uma ideia dos buracos que se criam com este Fundo, analisemos uma das suas medidas mais emblemáticas: MAe3 – Melhoria da eficiência energética ao nível da procura de electricidade

Segundo o link anterior, foram oferecidas ou subsidiadas, em 2008 1725278 lâmpadas de baixo consumo, e 2062203 lâmpadas em 2009. O estoiro de dinheiros público continuou em 2010, conforme se pode ver nos detalhes desta notícia da EDP. Segundo a Resolução do Conselho de Ministros n.º 1/2008, só o Programa de Eficiência Energética lançado pela ERSE terá tido um orçamento de 10 milhões de euros/ano.

Acresce a isso a introdução de taxas e taxinhas, de que são exemplos o Decreto-Lei 108/2007, Portaria 54/2008 e a
Portaria 63/2008. A quantia exacta de dinheiro que foi extorquida aos Portugueses por esta via não a encontrei.

A parte curiosa desta medida é que ela tinha um objectivo: reduzir em 2010, 1020 GWh no consumo de electricidade. O grande problema é que nunca como em 2010 se consumiu tanta electricidade em Portugal!!!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

A imbecilidade da Quercus

Algumas vezes penso que poucos pensam como eu... Mas depois tenho muitos leitores, muitos dos quais me enviam notícias, e muitas referências às tretas que por aí se dizem. Sobre o post que fiz sobre o aumento das taxas nos combustíveis, um leitor apontou-me para a barraca da proposta dos imbecis da Quercus, que já tinha visto na semana anterior. Mas no link para a notícia do DN, que o leitor me fez chegar, o que realmente me fez pensar foram os comentários dos leitores do DN, das quais destaco alguns abaixo. Lendo os 67 comentários na íntegra, ficamos com a certeza que não estamos sozinhos, e que estes imbecis estão condenados, com esta postura... Porque uma pesquisa rápida por sites onde comentários são permitidos (aqui e ali), revela exactamente o mesmo tipo de repulsa dos comentários do DN:
  • Anónimo: Gentinha verde estupida... Razão tem quem disse que deviam meter a mangueira num sitio que nos sabemos...
  • Casto!?: Definitivamente!… o povo deste País está verdadeira e completamente louco! Ter a gasolina ao preço que está e ainda vir um grupelho ironizar com uma questão tão séria é só de loucos! Fala-se em conselheiros do FMI?! Do que estamos urgentemente necessitados é que a UE nos valha com o envio maciço de profissionais da área de psiquiatria. Tenho por hábito dizer que as consultas nesta área (psiquiatria), de forma compulsiva ou não, transformar-se-ão em internamentos!… Estamos verdadeiramente perdidos, tal o descalabro mental de que enfermamos. Interrogo-me: estarei lúcido ou estarei louco? Tantas são as loucuras que vejo ao meu redor que já me interrogo se não será a minha mente que está a falhar!
  • Estou FARTO: De ser ROUBADO por esta PARASITAGEM da verdura! Ele é balúrdios na factura da luz para pagar as ventoínhas; ele é uma seita de parasitagem a coçar os tomates aos batráquios. ESTAMOS FARTOS!!!!
  • Anemona: Tudo o que é exagero está errado e estes fulanos estão fartos de exagerar. Desde a proibição de construções porque existem ninhos de ratos perto do projecto até ao ponto de apoiados em hipóteses pedirem mais imposto sobre combustíveis argumentando que esses impostos específicos estão abaixo da média europeia. Esqueceram-se de algumas variáveis entre elas a de que os ordenados do trabalhador comum sáo também dos mais baixos da UE mas isso pouco lhes importa porque hipocritamente tem mais valor para eles o bem estar de uma mosca varejeira de que o de um ser humano (desde que não sejam os próprios). Passaram já há algum tempo de úteis para ridículos.
  • E sobre a imbecilidade?: Devia haver impostos sobre a imbecilidade. A Quercus ia à falência amanhã
  • Não me lixem: Trabalho num edifício onde estes senhores da quer cús já estiveram e é caso para dizer que "bem prega Frei Tomás"! Tinham uma carrinha que largava uma poça de óleo onde estacionava, despejavam o lixo de forma "democrática", com tudo a ir para o mesmo contentor do lixo geral, fosse papel, plástico ou computadores! Mas nunca deixam de pregar a moral aos outros!
  • Jesus Cristo laico: Por vezes sou levado a pensar que os fundamentalistas da Quercus são terroristas. No caos em que se encontra o País estes petizes pretendem sacrificar Portugal e os portugueses para satisfação pessoal!
  • XXX: Eu nao sei se esses gajos teem apoios financeiros de alguem... DE qualquer forma peguem numa sachola e vao roçar om tojo para o meio do monte!!!! Trabalhar é o que lhes faz falta
  • E se fossem trabalhar???: Esta seita de cocós também quer lançar impostos? Agora a formiga tem catarro? Limitem-se à insignificância que são e já têm muita sorte de haver jornais que nos vão lembrando a vossa cretinice
  • Anónimo: Só cá faltavam estes porcos para animar mais a festa dos portugueses. Devem ter os combustíveis de borla por isso falam assim!
  • Lois: O gordo da Quercus devia era cortar na alimentação. Derretia as banhas e preservava recursos
  • luismartins351: Deveriam era CORTAR TODOS OS SUBDSIDIOS AOS MAMÕES DA QUERCUS e assim acabavam com as afirmações aberrantes dessa gentinha. Gente honesta que vive do seu ordenado não tem tempo para magicar e parir BERRAÇÕES.
  • Poluidor sem Trabalho: Aumentar impostos é sempre a solução mais fácil. O que precisamos é de postos de trabalho, de inovação e não de chorões e mamões de serviço. Esta Quercus mete nojo.
  • José: Ainda não repararam que esta foi mais uma notícia encomendada pelo PS? Desde que o PS é governo nunca mais a Quercus encontrou formigas que atravessam os locais aonde vão ser criadas autoestradas, ratos que nidificam aonde vão fazer barragens, etc etc é o que dá os subsídios...
  • Guerreiro: vamos todos reclamar no site da quercos entupir aquela ***., pode ser que eles percebam a porcaria que disseram.
  • Santos: Estes bananas da CÚercos, ou que é lá isso, devem ser daqueles que estão a mamar à conta do Estado, ou seja àq nossa conta. Vão trabalhar malandros.
  • CM: A Quercus tem contribuído mais para o descrédito entre os portugueses relativamente às questões ambientais do que qualquer outro organismo. As suas posições são invariavelmente fundamentalistas e próprias de quem se está pouco importando com as dificuldades e necessidades da população e os eu bem estar. esta subida dos impostos sobre os combustíveis não lembra ao diabo. Já não basta os portugueses ser tão sacrificados e massacrados com as medidas anti-crise e com o aumento escandaloso do preço combustíveis e estes idiotas vêm agora com uma proposta destas!:

terça-feira, 21 de julho de 2009

Papel Higiénico taxado

Ainda não é em Portugal. Mas só podem estar descansados um bocado. A novidade de taxar tudo o que possa ir pelo cano abaixo, apareceu nos Estados Unidos. Já sabemos que o dinheiro não chega para tudo; por isso, os Americanos, com a história do Ambiente à frente, prometem taxar tudo e mais alguma coisa... Vai ser apresentada já amanhã!

Earl Blumenauer, que suporta a "Water Protection and Reinvestment Act", está a pensar recolher 10 biliões de dólares com esta medida. Primeiro, taxa todos os lucros de empresas superiores a 4 milhões em 0.15%. Todos os recipientes de bebidas, excluindo álcool (porque será?), pagam 4% por cada recipiente. Sabonetes, detergentes, papel higiénico, e até óleos de cozinha são taxados a 3% sobre o valor total do produto. Até as farmaceuticas passam a pagar 0.5%!

O tretas do Earl Blumenauer acha que estas taxas são necessárias para reparar os sistemas de água, e acha que as taxas são modestas e justas... O que ele não deve saber, ou então quer esconder, é que esses custos supostamente já são pagos. Agora vão ser pagos duas vezes. E daqui a algum tempo, três vezes. E depois, ou antes, estoira de vez, e não são os canos! Pelo menos, evita que se entre em deflação...

http://planetgore.nationalreview.com/post/?q=YTY4NTQyMjJjN2NjZTgxMDhkOTkwN2YyNTIxNzEzNDU=
http://online.wsj.com/article/SB124761944347442547.html

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Défice Tarifário

Ainda não passaram seis meses sobre a negociata do défice tarifário, e ele já está por aí outra vez... Não há problema: alguém que pague nos próximos 15 anos! E venham mais eólicas e centrais solares, que os portugueses não se importam de pagar aos estrangeiros mais um bocadinho, e já agora com juros. Passamos a seguir o exemplo político de "nuestros hermanos", atulhados exactamente no mesmo problema!

http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/empresas/pt/desarrollo/1157221.html
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1338117

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Mais impostos verdes

A notícia não tem nada de surpreendente, mas a mensagem começa a chegar ao grande público. Estamos todos a subsidiar a EDP renováveis e companhia. O Correio da Manhã referiu na sua edição de hoje que cada português vai pagar este ano cerca de 35 euros nas contas de electricidade para o financiamento das energias renováveis.

Não se deixem enganar. A conta é ainda maior. Porque nem todos os portugueses pagam, e nós pagamos por esses. No total, os portugueses vão pagar 352 milhões de euros em 2008, o que quer dizer que uma família média de 4 pessoas pagará 140 euros por ano, ou seja mais de 10 euros por mês. Na verdade, as contas não são assim tão simples, e pode até acontecer que se morar sozinho pagará mais per-capita.

Resumindo, a DECO está contra. A Quercus a favor. E a Ana é que sabe!

http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/nacional/economia/pt/desarrollo/1149177.html

sábado, 17 de maio de 2008

Tributação ambiental

Num tempo em que os alemães, ingleses, etc., já fazem marcha atrás, há alguns eloquentes portugueses que acham que nós devemos cometer as mesmas barbaridades dos outros. Sérgio Vasques, professor da Faculdade de Direito de Lisboa, acha que devemos ter mais taxas e taxinhas ambientais. Nos recursos hídricos, deve alargar-se a tributação da água a todos os sistemas susceptíveis de ter impacte no ambiente. Alertou para a necessidade de aperfeiçoar o sistema de tributação automóvel. Arescentou ser também necessário pensar na tributação das grandes áreas pública. Não há pachorra...

www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=6555

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Outra taxa ambiental a caminho

Alguém bufou cá para fora que o Governo se preparava para instituir mais uma taxa ambiental: 5 cêntimos por cada saco de plástico saído de um hipermercado. O secretário de Estado do Ambiente esteve à sua altura habitual, fugindo rapidamente a sete pés do problema.

Sejamos claros: a medida tinha como único objectivo aumentar as receitas do Instituto da Conservação da Natureza, para o qual iriam reverter os tais 5 cêntimos. É só fazer as contas...

O problema está em que se consegue o mesmo de outras formas. Alguns dos hipermercados já estão a utilizar sacos degradáveis. O problema da taxa é tão real que aparentemente ninguém se lembrou de diferenciar os sacos. Para mim, o problema principal é deixarem as pessoas das caixas ensacarem os produtos, tendo em conta que elas trabalham por objectivos. Ainda conseguem desperdiçar mais que aqueles oportunistas interessados em coleccionar sacos. Uma formação adequada a essas pessoas resolvia metade do problema.

Mas ele não acaba aqui. Os sacos de plástico até são úteis. Eu pessoalmente utilizo-os para encher e separar o lixo. No final, todos vão parar correctamente ao EcoPonto. Sim, porque estes sacos são os mesmos que os da Vileda e companhia que se compram nas prateleiras dos mesmos hipermercados...

http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1312793&idCanal=57
http://tsf.sapo.pt/online/vida/interior.asp?id_artigo=TSF186123

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Mais uma taxa...

Todos estão prontos a surfar a onda do CO2. Agora foi o presidente da TAP a afirmar que mais uma taxa vem a caminho, e que naturalmente os preços dos bilhetes vão ser influenciados de uma forma importante.

A aviação aparentemente é mais um dos sectores a contribuir para o problema das emissões de CO2. São outros 2% para a contabilidade do somatório das emissões de CO2, que rapidamente tende para o infinito.

A verdadeira questão é: Para que servirá mais esta taxa?

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=30&id_news=89807