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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

O criminoso Peter Gleick

Peter Gleick é um cientista alarmista, que já testemunhou várias vezes no Congresso Americano. Agora, e depois de uma investigação cerrada por parte dos cépticos, admitiu que foi ele quem se fez passar por terceira pessoa, roubando documentos a uma instituição privada (Heartland Institute), e passando-os aos lobos verdes, que sedentos de sangue, não hesitaram em espalhar essa informação, a mais substancial da qual é reconhecidamente falsa.

É isto que os supostos cientistas do clima e das alterações climáticas andam a fazer. A manipular informação. A roubar a informação da Resistência. A criar documentos falsos. Porque eles próprios sabem que têm que começar a cometer outros crimes, para esconder os crimes que andaram a cometer nos últimos anos!!! E que ainda nos tentavam dar lições de moral?

Por cá, os papagaios do costume embandeiraram em arco! Agora, esta notícia provavelmente só terá uma referência nas primeiras páginas do Correio da Manhã, aquelas dedicadas aos crimes do dia-a-dia. Mas não tenham dúvidas: este caso vai ter provavelmente ainda mais impacto que o Climategate! Vai mostrar a verdadeira natureza desta Ciência da treta, e dos seus pregadores. Sigam para já o thread no Watts Up With That, e esperem outras novidades brevemente...

Actualização: Este criminoso era ainda é presidente da Task Force em Ética Científica, da AGU (União de Geofísica dos Estados Unidos)
Actualização II: O criminoso já andou por território nacional, a vender o peixe na Fundação Gulbenkian...
Actualização III: O crime de Peter Gleick é de Wire fraud, punível com pena de prisão até 20 anos...
Actualização IV: Também já não vai aquecer o lugar na NCSE...

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Jornalistas climáticos na mó de baixo

Um leitor trouxe-me ao conhecimento mais um daqueles eventos sui-generis da Religião Verde. Este intitulou-se "As alterações climáticas nos media e na opinião pública", e decorreu no passado dia 21, no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.

Da leitura do notícia do alarmista Público, o único que referenciou o evento, depreende-se que estiveram lá os actores e responsáveis pelas notícias hard-core do alarmismo climático em Portugal, quase todos já conhecidos dos leitores habituais do Ecotretas.

As constatações foram de lamento. Queixam-se que a Sociedade não os ouve! Luísa Schmidt, investigadora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa queixa-se de que as alterações climáticas "são um assunto demasiado distante das pessoas, uma questão de grandes acordos internacionais que é decidida longe e com poucos reflexos a nível nacional". As lamúrias continuam com um "vivemos um momento extremamente complicado, quando a crise económica obscurece tudo". Do que ela não se queixa é do dinheirinho que recebe para dizer estas barbaridades...

Anabela Carvalho, do Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho, também se queixa: "A escala regional e local têm referências praticamente ausentes" nos jornais. Pudera, pois os jornalistas funcionam melhor com copy&paste dos evangelhos da Religião Verde, do que puxando pela cabecinha! O que ela anda realmente a fazer é a publicitação do seu recente livro, editado em Setembro de 2011. O seu livrinho foi até financiado por um projecto de investigação, dotado de 30 000 €, pago portanto por todos nós...

Mas realmente, do que interessa, não falam eles... Alguém viu alguma referência ao Climategate 2.0 em Portugal? Eu nãoSó surgiu tardiamente no Público, apesar da ampla cobertura internacional (1, 2, 3). Depois, queixem-se que ninguém lê os jornais!

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Ciência climática da treta, em 2009

O ano passado havia falado da parasitagem de fundos públicos de investigação, justificados com o alarmismo do Aquecimento Global, Alterações Climáticas, CO2, etc. Nos vários posts, havia referenciado 4.4 milhões de euros para umas dezenas de investigadores parasitas. Agora, dei-me conta que já estão disponíveis os projectos de 2009, conforme tabela abaixo. São mais 2.6 milhões, o que dá um total de 7 milhões de euros desperdiçados nesta ciência da treta. É fácil, por isso, perceber porque é que esta Religião, e o seu Clero, continua em alta!

ReferênciaInvestigador ResponsávelProjectoExtorsão
PTDC/AAC-AMB/110331/2009Lúcia Maria das Candeias GuilherminoSIGNAL - Effects of pollution on estuarine zooplankton-zooplanktivorous fish ecological interactions in relation to climate changes199000.00
PTDC/AAC-AMB/111349/2009Carlos Silva netoConsequences of past and present climatic changes on biodiversity patterns of peat-rich environments: from genes to communities79819.00
PTDC/AAC-AMB/111675/2009Maria Cristina Amaral Penas Nabais dos SantosMediterranean climate control on tree-ring growth dynamics: towards a mechanistic model and its applications in dendroclimatology (ONE RING)177000.00
PTDC/AAC-AMB/112438/2009Nelson José Cabaços AbrantesVITAQUA - Climate change: an additional threat to aquatic systems under intensive pressure from agricultural diffuse pollution162369.00
PTDC/AAC-AMB/113639/2009José Luis Monteiro TeixeiraEvaluation of climate changes impacts on irrigated systems and definition of adaptation measures.98256.00
PTDC/AAC-CLI/111706/2009Isabel Maria Cunha Antunes LopesSALTFREE- Previsão de efeitos da salinização em ecossistemas costeiros dulçaquícloas e edáficos devido às alterações climáticas160255.00
PTDC/AAC-CLI/111733/2009Alfredo Moreira Caseiro RochaClimate change of precipitation extreme episodes in the Iberian Peninsula and its forcing mechanisms - CLIPE81702.00
PTDC/AAC-CLI/112189/2009Cristina Isabel Coelho Dias LopesPast Analogs for Future Climate: tomorrow's predictions from North Pacific Ocean Pleistocene/Pliocene reconstructions154572.00
PTDC/AAC-CLI/112735/2009Joana Barcelos e RamosResponses of phytoplankton communities from the Subtropical North Atlantic Gyre to increasing CO2 concentrations and consequent carbonate chemistry changes in the ocean - Azores (ROPICO2)146000.00
PTDC/AAC-CLI/112936/2009Nuno Miguel Pinto de Sousa MonteiroSex at the edge: How temperature influences sexual selection175800.00
PTDC/AAC-CLI/114031/2009Daniele BortoliMATAGRO - Monitoring of Atmospheric Tracers in Antarctica with Ground -based Remote sensing Observations193108.00
PTDC/AAC-CLI/114512/2009Ana Maria Branco BarbosaRemote sensing of phytoplankton variability patterns off South-Western Iberia: a sentinel for climate change? (PHYTOCLIMA)134800.00
PTDC/AGR-ALI/110877/2009José Manuel Moutinho PereiraShort-term climate change mitigation strategies for Mediterranean vineyards (ClimVineSafe)163582.00
PTDC/AGR-CFL/112996/2009Glória Catarina Cintra da Costa PintoEcophysiolyptus: Physiological and gene expression profiles for early selection of Eucalyptus globulus in a climate change context190546.00
PTDC/ECM/113115/2009Carla Maria Duarte da Silva e CostaECO-Zement: Reuse of fluid catalytic cracking waste from oil refineries in cement-based materials156486.00
PTDC/MAR/111223/2009Iacopo BertocciRAP - Responses to Anthropogenic Perturbations: climatic and nutrient effects on rock pool assemblages68088.00
PTDC/MAR/114380/2009Helena Maria Leitão Demigné GalvãoPHYTORIA - Environmental regulation of phytoplankton in the Ria Formosa coastal lagoon125536.00
PTDC/MAR/115789/2009João Miguel Sousa da SilvaMäerl calcification, photosynthesis and metabolism in an acidified ocean193027.00

domingo, 8 de maio de 2011

O Barão de Abrantes

Via a Quarta República, tomamos conhecimento de como se gere uma empresa de uma forma comuna. A Alexandre Alves, o Barão Vermelho, já nos havíamos referido no passado. Mas é obrigatório voltar a esta notícia, para que os Portugueses percebam a bandalheira a que se chegou!

A notícia do Correio da Manhã refere que o pseudo-empresário, através da RPP Solar, já deve 3.6 milhões de euros à empresa Precore, uma empresa de pré-fabricação de betão do Montijo. Mas para além desta dívida, mais haverá certamente, dado que toda a história associada à RPP Solar assume contornos escandalosos. Já devia ter começado a produção há mais de um ano, e que daqui a uns meses prometia 1800 postos de trabalho. A autarquia, especialmente o ex-presidente Nelson Carvalho, também está embrulhada no meio desta trapalhada toda, mas ainda deve acreditar nisto da Economia Verde... Enquanto esta notícia não tenha uma cobertura Nacional que merece, podem ir lendo os posts dos blogs Cidadãos por Abrantes e Rexistir por Abrantes.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Nem na escola

Via Blasfemias, tomamos conhecimento de uma reportagem explosiva do Biosfera. Já tinha ficado com uma pulga atrás da orelha com as observações absolutamente insolentes do Trocaste, acerca dos absurdos gastos na remodelação de algumas escolas. Mal imaginava o que me esperava...

Na verdade, as Verdades Inconvenientes do Biosfera são mais que muitas:
  • Consumos energéticos aumentaram entre 3 a 10 vezes, para as mesmas escolas!
  • Mais 6000 a 7000 euros por mês de consumos energéticos
  • Aumentos de 10000/11000 euros em água, electricidade e gás, noutro caso
  • A qualidade do ar e o conforto térmico nas salas pode ficar pior do que estava antes das obras de modernização
  • Não se desligam equipamentos aos fins de semana
  • Absurdos dos regulamentos (porque será???)
  • Abuso dos ar condicionados, que funcionam constantemente...
  • Não há ventilação natural (não se devem abrir as janelas!)...
  • Arquitecto referencia que comportamento das escolas da década de 60 obtém níveis de classificação energéticos mais elevados que os actuais!
  • Custo/benefício dos painéis fotovoltaicos é negativo!
  • Desbastes irresponsáveis de árvores com dezenas de anos
  • Outros crimes ambientais
Resultado: Toca a desligar tudo, porque não há dinheiro... E ficar como uma escola pior que a antiga! Como resume Oliveira Fernandes, professor da FEUP, tudo isto "é uma manifestação de saloismo, parolismo, de incompetência, e de irresponsabilidade pública, que não tem classificação!" Por isso, não percam os primeiros 25 minutos do Biosfera.


Actualização I: Via A Educação do meu Umbigo, para os arquitectos que conceberam o Parque Escolar, parece que não faltou dinheiro...

terça-feira, 26 de abril de 2011

Globe International

A Globe International é um organização que faz lobby pelas questões ambientais em todo o Mundo. Segundo o jornal inglês Telegraph, parte da sua intervenção recente tem sido a de "lavar" o nome dos cientistas envolvidos no Climategate. Tal foi o caso de Lord Oxburgh, que liderou a investigação, mas que omitiu ser director da Globe... Segundo a notícia, entre outros, contam com o financiamento dos contribuintes ingleses e da BBC!

A Globe elaborou recentemente um documento extenso, onde enquadra a legislação sobre o Clima, nos países mais importantes do Globo. Portugal não está incluído, mas o que aí se pode observar é confrangedor, nos domínios evidenciados na imagem ao lado! Fica como uma referência para os leitores, sendo, enfim, mais um documento na tentativa de estabelecer uma Nova Ordem Mundial...

quarta-feira, 2 de março de 2011

Economia Verde destrói empregos

A BBC referenciou neste artigo de ontem, um artigo sobre o balanço na criação do emprego, resultante da Economia Verde. Como é óbvio, os resultados apurados para a Escócia são muito semelhantes aos observados noutros países, como os que já referenciamos aqui e ali.

O estudo referenciado, elaborado pela Verso Economics, conclui que 3.7 postos de trabalho são destruídos, por cada emprego verde criado. Obviamente, o governo da Escócia diz que o estudo é enganador, e acena com 60000 novos postos de trabalho até 2020. Tal significa que essa política destruirá mais de 200 mil outros postos de trabalho. Quanto mais, pior!

O resumo executivo do estudo intitulado Worth the Candle? merece uma leitura atenta. Na Escócia e Reino Unido foram transferidos 330 milhões de libras por ano, sendo que o sector está completamente dependente dos subsídios. O esquema lá do sítio chama-se "Renewables Obligation" e custou aos Ingleses 1100 mil milhões de libras, com mais 100 milhões de libras aos Escoceses. E não estão contados diversos subsídios! Por isso, está na hora de malhar nesta Economia que nos destrói!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Financiamento dos ambientalistas ingleses

Uma organização inglesa, The TaxPayers' Alliance, elaborou um documento interessantíssimo, que dá conta do nível de financiamento das organizações ambientais no Reino Unido. O relatório expõe pela primeira vez a verdadeira dimensão do financiamento destas organizações, com dinheiro dos contribuintes. O escrutínio efectuado permitiu descobrir algumas verdades inconvenientes, destacando-se as seguintes:
  • A total of £10.1 million was given to a range of environmental groups by the UK Government and the European Union in 2009-10.
  • The total includes £2.5 million from various UK councils, departments and Quangos.
  • It also includes £7.6 million in European Commission grants to environmental NGOs under the Financial Instrument for the Environment (LIFE+).
  • The European Environmental Bureau (EEB) was the European NGO that received the most funding from the European Commission, receiving a total of £825,888 in 2009-10.
  • The Foreign and Commonwealth Office made the largest UK payment of £342,929 to WWF UK.
  • Hackney council made the largest payment from a UK council at £141,246 to Global Action Plan.
  • Big Lottery Fund made the largest payment from a UK quango at £73,994, again to Global Action Plan.

Para quando uma investigação semelhante em Portugal?

sábado, 20 de novembro de 2010

Óbidos Solar em risco

A notícia surgiu esta semana nos Media, e relata a possibilidade de o projecto Óbidos Solar estar em risco. E ainda bem! Como já relatamos aqui no passado, é dos tipos de investimentos sem qualquer lógica!

Segundo os detalhes da notícia, os habitantes investem 1000 euros, mas cedem a posição contratual a uma empresa parceira. Os primeiros ficam com uma poupança de até 75% da factura energética, mas tal como nos saldos, cheira-me que o "até" é uma aldrabice. Quem financiava a coisa até agora era a empresa parceira, que investia entre 24.000 e 30.000 euros! Se existem 500 pessoas interessadas em aderir, é porque a negociata interessa... E quem paga no final são os restantes, eu e o leitor, também! A coisa fica claríssima quando se lê a transcrição da Acta da Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Óbidos, de 24 de Fevereiro passado (pag. 4):

O vereador Humberto Marques disse que se o Município de Óbidos tivesse seguido a estratégia sugerida pelo vereador José Machado, estava a dar às famílias, em média, apenas 400 euros anuais. Todavia o que o Município fez foi que, com o mesmo custo, num período de 15 anos, desse 30000 euros.

O problema é que agora o financiamento terá que vir da Banca! Imaginem lá porque é que o Governo decidiu assim? Embora as notícias não o refiram, na base do problema parecem estar as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 118-A/2010. Que permite mais produção, mas que dá uma golpada importante no preço por MWh. Uma no cravo, outra na ferradura!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Desemprego Verde

O Primeiro Ministro espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, prometeu a semana passada, em Seul, criar um milhão de empregos verdes nos próximos dez anos. O problema é que o vizinho ao lado, bem como nós, está a deitar fora os poucos empregos verdes que entretanto foram efectivamente criados. Segundo esta outra notícia de La Vanguardia, a verdade é que se perderam em Espanha 35 mil empregos nos sectores eólicos e fotovoltaico!

Na verdade, com uma subsidiação insustentável, todo o castelo de cartas se desmorona. Javier García Breva, antigo responsável de energia do PSOE, diz que Zapatero tem um discurso duplo: no estrangeiro é tudo rosas, enquanto em Espanha o cenário é negro... Não acham isto tão deja-vu? Segundo ainda o artigo de La Vanguardia, a culpa é do Regulador, do Ministério da Indústria, do Governo... Pelos vistos, nenhum deles sabe fazer contas! Agora há que cortar! Os projectos novos foram metidos na gaveta, e nos projectos existentes, já não se vai cumprir o contratado...

Segundo a Asociación de la Industria Fotovoltaica, desde 2008 perderam-se 30000 empregos (dos quais 90% eram temporários), enquanto que, segundo a Deloitte, em apenas 2009, se perderam 5000 postos de trabalho no sector eólico. Segundo Sergio de Otto, um analista do sector eléctrico, os fundos internacionais de investimento já não poem os pés em Espanha, tal o desprestígio gerado!

E enquanto em 2008 se criaram 2800 MW de potência fotovoltaica em Espanha, em 2009 foram uns impressionantes 5 MW! Por isso, quem mais se queixa, não são os desempregados! São os abutres do sector, sempre à procura de um bom subsídio. E isso fica claramente patente nas restantes opiniões do artigo...

sábado, 13 de novembro de 2010

Fraude Solar

Um estudo dos investigadores Andrew Macintosh e Debra Wilkinson, da ANU, uma Universidade Australiana, lançaram um estudo absolutamente demolidor para a política de subsidiação da energia solar na Australia. Resumidamente, 1.1 mil milhões de dólares australianos (cotação actual próxima do dólar americano) foram estoirados na subsidiação de painéis solares, não tendo feito praticamente nada pela redução nas emissões de CO2. Interessante é o facto do esquema ter beneficiado essencialmente os ricos!

Mas há muitas mais conclusões inconvenientes. Macintosh, que é Director Associado do Centro de Política e Direito Climático da ANU, não vê qualquer vantagem nestes subsídios em áreas onde o acesso a energia da rede é fácil. O programa de subsídios começou em 2000, com oferta de um desconto de $8000. Em Junho passado, o Governo terminou o programa em 24 horas, dado que o programa era claramente insustentável em termos financeiros. Dos apoios concedidos, 66% foram para a classe média alta. Nem sequer a indústria solar australiana beneficiou dos apoios, com a grande maioria dos painéis a serem importados da China.

Em termos práticos, os painéis reduziram as emissões em 0.015%, com cada tonelada de carbono poupada a ter um custo de $301, duas ordens de grandeza acima do seu custo. E tudo isto permite apenas a geração de 0.1% da electricidade total da Austrália... Em Portugal, o esbanjamento continua, porque a classe média-alta é cada vez mais pequena, e tem outras prioridades!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Estudos parasitas a engordar

Depois de termos evidenciado a parasitagem científica portuguesa no domínio das Alterações Climáticas, primeiro em contos, e depois já em euros, prosseguimos agora com mais um episódio desta saga. Se os leitores repararem, os projectos parasitas mais recentes conseguem sacar cerca do dobro dos anteriores, já sendo difícil fazer alguma coisa por menos de 150000 euros! Os nomes dos parasitas não são muito diferentes, e se verem os detalhes de cada um dos projectos, verão que os sub-parasitas são cada vez mais!

Resumindo, já vamos em 4.4 milhões de euros, de estudos climáticos da treta!

ReferênciaInvestigador ResponsávelProjectoExtorsão
POCI/CLI/58348/2004Filipe Duarte SantosClima Costeiro Presente e Futuro de Portugal e seus impactos nas comunidades biológicas (PORTCOAST)90000
PTDC/CTE-GEX/65789/2006Maria da Conceição Pombo de FreitasEvolução paleoambiental da planície litoral a sul da Nazaré desde o Tardiglaciar (PaleoNaz)160000
PTDC/CLI/67910/2006Maria Julia Fonseca SeixasMALVEO - Vulnerabilidade ao vector da malaria a partir de dados de observação da Terra: Mapas de densidade do mosquito Anopheles atroparvus em cenários de alterações climáticas para o Sul de Portugal108612
PTDC/CLI/68488/2006Tomasz BoskiEVOLUÇÃO DO VALE ESTUARINO DURANTE A SUBIDA EUSTÁTICA DO NÍVEL DO MAR - AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS ATRAVÉS DA CONFRONTAÇÃO DE DADOS PALEOAMBIENTAIS COM DOIS TIPOS DE MODELOS – EVEDUS153997
PTDC/CLI/70020/2006Gonçalo Brito Guapo Teles VieiraPermafrost e Variações Climáticas na Antárctida Marítima (PERMANTAR)180000
PTDC/ENR/70767/2006Paulo Manuel Cadete FerrãoEstratégias para emissões nulas na utilização de combustíveis fósseis em Portugal192905
PTDC/AAC-AMB/098163/2008Miguel AraujoRange Shift - Redução de incertezas nos modelos de distribuição de espécies face às alterações climáticas187226
PTDC/CS-SOC/100376/2008Maria Luísa de Carvalho de Albuquerque SchmidtMudanças Climáticas, Costeiras e Sociais - erosões glocais, concepções de risco e soluções sustentáveis em Portugal168000
PTDC/CTE-GIX/101466/2008Susana CostasReconstituição da posição da linha de costa Portuguesa nos últimos 6000 anos - Análise da estrutura e estratigrafia de barreiras arenosas (SCARPS)195000
PTDC/AAC-CLI/103110/2008Carla Patrícia Cândido de Sousa SantosRios Portugueses Atlânticos e Mediterrânicos sob o efeito das alterações climáticas: demografia actual e histórica e filogeografia comparada de peixes como instrumento para a conservação de espécies criticamente ameaçadas136392
PTDC/AGR-AAM/104562/2008José Paulo Mourão de Melo e AbreuFUTUROLIVE - Efeitos das alterações climáticas na cultura, produção e economia do olival199172
PTDC/AAC-CLI/105164/2008Maria Julia Fonseca SeixasHybCO2 - Abordagens híbridas para avaliar o impacto económico, ambiental e tecnológico de cenários de redução de carbono de longo prazo - o caso de estudo Português185588
PTDC/AAC-CLI/105296/2008Paulo José Relvas AlmeidaVariabilidade de Longo Período do Sistema de Alfloramento da Corrente das Canárias (LongUp)81454
PTDC/CTE-GIX/105370/2008Francisco Manuel Falcão FatelaWesTLog - Evolução recente dos estuários da costa oeste portuguesa: estudo do registo geológico dos sapais em alta resolução.150000

domingo, 20 de junho de 2010

Parasitagem em euros, até 2004

Depois do primeiro post, sobre a parasitagem antes do Euro, neste evidenciamos os projectos que se socorreram dos temas do Aquecimento Global e Alterações Climáticas, para obterem subsídios até 2004. Acrescentei uma coluna sobre a descrição do projecto, que inclui um extracto do resumo do projecto, acessível na totalidade através do link providenciado para cada projecto:

ReferênciaInvestigador ResponsávelProjectoExtorsãoDescrição
POCTI/MGS/34883/99Helder José Perdigão GonçalvesAmbiente Construído, Clima Urbano e Utilização Racional da Energia (ACLURE)74819.68O consumo de energia está directamente relacionado com problemas ambientais tais como alterações climáticas à escala global e local
POCTI/MGS/37970/ 2001Maria Júlia Fonseca de SeixasGeneticLand: Descobrir paisagens futuras sob cenários de alterações climáticas usando Algoritmos Genéticos99475As alterações climáticas têm reprecurssões na paisagem. Algumas podem ser benéficas, outras podem ter implicações negativas para o ambiente e para a economia. Assim, é importante estudar como a paisagem irá evoluir em função das alterações climáticas.
POCTI/CTA/39607/ 2001Filipe Duarte SantosCLIVAR - Variabilidade e Mudança Climática: Padrões e Impactos à Escala Regional85000O Projecto CLIVAR propõe-se a clarificar alguns aspectos do clima regional ibérico que são em importantes tanto para a regionalização de previsões sasonais do clima como para a avaliação do impacto das mudanças climáticas.
POCTI/ESP/42532/ 2001Maria Amélia Afonso GrácioEfeitos do aquecimento global sobre potenciais hospedeiros intermediários e vectores de parasitas causandodoença no homem e animais em Portugal30000A migração em larga escala de populações de áreas em que as doenças transmitidas por H.I. e vectores são endémicas, associada com o aquecimento global, pode tornar receptivas á transmissão daquelas doenças algumas zonas na Europa.
POCTI/CTA/42917/ 2001Ana Maria Guedes de Almeida e SilvaDetecção Espaço-Temporal das Propriedades Ópticas dos Aerossóis e do seu Transporte por Advecção110000Contudo a falta de informação sobre as propriedades e a dinâmica dos aerossóis, particularmente na troposfera, constitui uma das maiores incertezas na previsão das alterações climáticas e na elaboração de cenários climáticos regionais.
POCTI/AGG/47275/ 2002Manuela Rodrigues Branco SimõesAdaptação de Tomicus spp à fisiologia do hospedeiro num cenário de alteração climatica80000Alterações na fisiologia das árvores em resultado de temperaturas mais elevadas e secura estival, previstos pelo cenário das alterações climáticas, serão favoráveis a estes insectos, por uma maior susceptibilidade do hospedeiro, quer por redução na produção de compostos secundários defensivos, quer por alterações na composição do floema.
POCTI/BSE/48918/ 2002Rui Orlando Pimenta SantosEfeito de alterações globais na flora marinha portuguesa numa escala temporal longa94020É actualmente reconhecido que as alterações climáticas têm influenciado a distribuição geográfica das espécies marinhas através dos limites fisiológicos de temperatura, que são específicos para cada espécie.
POCTI/MGS/49210/ 2002Celeste de Oliveira Alves CoelhoAvaliação dos impactes das alterações climáticas sobre os recursos hídricos e a fixação de CO2 por povoamentos florestais de crescimento rápido em P.150392Trabalhos recentes referem que o impacte das alterações climáticas sobre a evapotranspiração das florestas portuguesas e, sobre os recursos hÌdricos poderá ser importante, nomeadamente se se verificarem os cenários mais recentes quer de emissões quer de circulação geral da atmosfera que se traduzirão por uma diminuição da quantidade de precipitação no sul da Europa (Parry, 2000).
POCI/BIA-BDE/55596/ 2004José Carlos Alcobia Rogado de BritoO papel das barreiras ecológicas na estrutura genética dos viperídeos: uma aproximação a multi-escalas85000Eventos paleogeológicos e alterações climáticas desde o último máximo glaciar contribuíram, provavelmente, para eventos de isolamento, refúgio populacional e processos de contracção/expansão. Não é conhecido, no entanto, como é que os factores ambientais afectam a área de distribuição nem a estrutura da variabilidade genética.
POCI/CLI/56269/ 2004Elsa Maria Vila Maior CasimiroAlterações Climaticas e Turismo em Portugal: Impactos Potencias e Medidas de Adaptação (CLITOP)75000Muitos estudos já se debruçaram sobre os impactos das Alterações Climáticas globais nos diversos sectores da actividade humana nas várias regiões do Globo. É contudo surprendente que os estudos destinados ao Turismo – a maior indústria ao nível global – sejam tão poucos, já que é evidente que este tipo de actividade não apenas deverá receber fortes impactos, dado a sua nítida ligação ao clima, como também é um dos sectores cuja intensidade carbónica é maior, dada a sua ênfase em viagens de longa distância e elevado conforto, e portanto um alvo previligiado para medidas de adaptação e mitigação.
POCI/MAR/56296/ 2004JOSÉ FORTES LOPESEstudo do impacte das mudanças climáticas na costa portuguesa - o ecossistema costeiro de Aveiro –SIMCLAVE76500Prevê-se que, nos próximos séculos algumas zonas costeiras oceânicas poderão observar alterações climáticas, tais como a variações, dos padrões do vento e da temperatura do ar, o que poderá provocar mudanças nos eco-sistemas costeiros, nomeadamente, a temperatura das águas costeiras, o possível crescimento anormal de algas tóxicas, ou mudanças nas taxas de nutrientes ou na composição e distribuição do fitoplâncton.
POCI/CLI/56371/ 2004Amilcar de Oliveira SoaresBioAridRisk - Avaliação Espacio-Temporal dos Riscos de Alterações Climáticas Baseada num Índice de Aridez50000A desertificação é um processo persistente, abrangente e quase irreversível de degradação da terra, que afecta regiões sub-húmidas, semi-áridas e áridas do Planeta. A UNCCD (Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação) aponta a variabilidade climática e algumas actividades humanas como as principais causas da desertificação.
POCI/AGR/57279/ 2004Maria Margarida Branco de Brito Tavares ToméSimulação do efeito de diferentes estratégias de gestão e de alterações climáticas na produção de madeira/cortiça e no sequestro de carbono para as principais espécies da floresta portuguesa85500Em consequência do protocolo de Kyoto, entre os vários serviços que são hoje esperados da floresta, o sequestro de carbono pelas florestas desempenha um papel muito importante. Um outro paradigma com que a gestão florestal do presente se depara é o facto, já assumido por todos, de que as alterações climáticas esperadas terão impactos significativos no crescimento das florestas.
POCI/CLI/57597/ 2004Maria Amélia Afonso GrácioFactores climáticos/ambientais afectando a dinâmica das populações de Lymnaea truncatula e a transmissão de Fasciola hepatica em Portugal.95000No entanto, o acesso ao modo como as alterações climáticas afectam a transmissão da doença em Portugal é difícil porque a relação entre a dinâmica da transmissão e os factores ambientais específicos não está completamente compreendida.
POCI/ENR/59323/ 2004Carlos Manuel Lopes FrancoProdução de H2 por Gasificação de Biomassa45000A sociedade moderna por todo o mundo tem que lidar com grandes problemas. Entre os mais importantes temos: as mudanças climáticas, o tratamento dos resíduos produzidos e as necessidades energéticas.
POCI/AMB/60267/ 2004Teresa Filomena Vieira NunesCaracterização química do aerossol urbano PM2.5 e PM1070965Actualmente o interesse no aerossol atmosférico é elevado devido principalmente aos seus efeitos na saúde humana e nas alterações climáticas.
POCI/CLI/60421/ 2004António José Dinis FerreiraAvaliação do risco de cheia e mobilização de poluentes como resultado de alterações globais90000É esperado que as alterações globais (combinação das alterações climáticas e dos usos do solo), produzam alterações significativas ao nível dos processos climáticos e hidrológicos em áreas urbanas. O resultado são picos de cheia rápidos e catastróficos, que produzem perdas devastadoras sobre bens e propriedades, e colocando mesmo em risco a vida dos cidadãos, além de alterarem os mecanismos de transporte dos poluentes.
POCI/AMB/60646/ 2004Maria Julia Fonseca SeixasE2POL - abordagem integrada de política ambiental e energética na gestão da produção e consumo de electricidade74969Actualmente existe uma multiplicidade de instrumentos de política (IP) em actuação sobre os diferentes agentes que integram oferta e procura de electricidade. Estes instrumentos resultam da implementação de directrizes de política energética (decorrentes essencialmente de objectivos económicos) e de política ambiental (em particular política de alterações climáticas). Considerando apenas o campo da política ambiental é possível identificar conflitos entre objectivos de IP. Ao considerar também IP de energia, a complexidade aumenta.
POCI/BIA-BDE/60911/ 2004Maria Raquel Barata GodinhoGenealogias nucleares, genética da paisagem e SIGs: desenvolvimento de uma abordagem integrada para testar hipóteses sobre a biogeografia da herpetofauna ibérica89500Por outro lado, a modelação da distribuição das espécies na Península Ibérica feita através da utilização de dados climáticos e ambientais mostrou enormes potencialidades na previsão de distribuições futuras em cenários de aquecimento global ou na simulação de paleoclimas e identificação de potenciais refúgios.
POCI/CLI/61605/ 2004José Carlos Fernandes AntunesVariações em latitude na biologia de espécies-chave estuarinas como indicadores para a previsão de efeitos das alterações climáticas50000Como todos os ecossistemas costeiros, os estuários sofrem consequências das alterações climáticas globais. Estas afectam os organismos vivos não apenas ao nível individual, mas também ao nível da organização das cadeias tróficas e do funcionamento do estuário. Deste modo, a compreensão das interacções entre espécies é importante para prever os efeitos das alterações climáticas.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Parasitagem em contos

A parasitagem dos ecologistas traduz-se em boa medida na quantidade de fundos públicos que conseguem extorquir. Os políticos, fracos como se sabe, não hesitam em apoiar projectos mirabolantes, como o caso do francelhos da RAVE, que recentemente referi. Na altura encetei um esforço em perceber quão longe consegue isto da extorsão ir. Neste primeiro post, referencio apenas alguns (poucos) relativos ao tema do Aquecimento Global/Alterações Climáticas, que conforme podem ver, ainda tinha pouca expressão no final do século XX:

ReferênciaInvestigador ResponsávelProjectoExtorsão
PRAXIS/C/MGS/11048/98Filipe Duarte Santos Alterações climáticas em Portugal, cenários, impactes e medidas de adaptação (SIAM)32157 Contos
3/3.2/EMG/1949/95Carlos Alberto Diogo Soares BorregoImpacte das Alterações Climáticas Globais no Ambiente Atmosférico do Atlântico Norte e Península Ibérica30000 Contos
3/3.2/EMG/70/94 Filipe Duarte Santos Mudança Climática em Portugal nos Últimos 15 Mil Anos20000 Contos
2/2.1/MAR/1743/95 João Manuel Alveirinho DiasRiscos Naturais Associados a variações do Nível do Mar - Estudo de Causas e Efeitos (RIMAR)40000 Contos

Depois, haverá mais em euros...

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Plástico ecológico

Via Ciência Alternativa recebemos a notícia de que agora o plástico é ecológico! Como podem ver pela fotografia ao lado, o logo da WWF vem estampado nos produtos de plástico. Como refere Humberto Orcy da Silva, autor do blog, isto é um grande negócio:
  • A empresa que fabrica plástico, doa parte do valor para a ONG e fica de bem com a sociedade.
  • A ONG arrecada muito dinheiro e empresta seu nome para empresa
  • A população, que adora plástico, mas sabe que não é ecológico, compra o plástico achando que está ajudando o meio ambiente e vai tranquila para casa.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Dinheiro sujo

Os alarmistas costumam respoder aos argumentos dos cépticos com a tirada baixa de que estes são financiados pelas empresas petrolíferas. O projecto ExxonSecrets da Greenpeace é, aliás, um bom exemplo dos ataques, sem ciência à mistura...

A maioria dos cépticos aliás, como eu, nunca viram financiamento seja de quem fosse. Acreditamos que a verdade não é muitas vezes a transmitida pelos supostos cientistas, quanto mais políticos, e eu não preciso de ser pago para dizer isso!

Agora veio a lume mais um escândalo do Rajendra Pachauri. O maior patrocinador da TERI é afinal a BP India. Para além de providenciar 6 milhões de libras, pagou o jantar e as bebidas de um evento publicitando a obra pornográfica de Pachauri. A BP até acha legítimo o patrocínio do jantar, até porque a associação com Pachauri é longa!

Mas a BP é apenas mais conhecida dos ocidentais. O livro "Return to Almora" foi lançado em Mumbai por Mukesh Ambani, que é apenas o homem mais rico da Índia, patrão da Reliance Industries, um conglomerado de petróleo e gás. As relações aqui também são muito interessantes, com a TERI a atribuir prémios de volta...

Da próxima vez que ouvirem falar que a indústria petrolífera anda a financiar os cépticos, lembrem-se de Rajendra Pachauri.

Actualização: No Falar do Tempo, surgiu um post pouco depois que complementa com mais informação sobre financiamentos...

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Ecologistas tem muito dinheiro!


As investigações do senador James Inhofe revelam verdades muito inconvenientes: os grupos ecologistas dominam valores financeiros de muitos milhões, muitos deles derivados dos impostos dos contribuintes. E é assim que as campanhas para defesa dos animais ou de protecção das florestas são esforços disfarçados para reunir fundos para a campanha democrata. E os vencedores dos gastos são:

League of Conservation Voters: $730.000
Sierra Club: $500.000
Defenders of Wildlife: $500.000

Alguém os conhece de algum lado???

http://epw.senate.gov/public/index.cfm?FuseAction=Minority.Blogs&ContentRecord_id=262204fd-802a-23ad-48d8-a7704ecc91a6

sábado, 26 de abril de 2008

Mau ambiente na Quercus

As formas de estar numa associação ecologista já tinham sido referidas aqui há dias, nomeadamente por um dos fundadores da Greenpeace. Agora há novela de produção nacional, desta vez na Quercus.

Aline Delgado, a presidente do Núcleo de Lisboa interpôs uma acção judicial contra a Quercus, por não lhe ter sido renovado o contrato que mantinha com a associação ambientalista. Considera estar a ser "perseguida" por ter colocado questões relativas ao financiamento da organização.

Mas o interessante é que tudo começou com um projecto de dois milhões de euros com a CGD. E uma comissão de 10% para o angariador. Estas negociatas dão que pensar!

http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=342210&visual=26
http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=342231&visual=26